Ramiro Vidal Alvarinho
Ramiro Vidal Alvarinho nasceu em Ferrol a 12 de Março de 1973. É trabalhador em precário e activista cultural. Fai parte da Direcçom Nacional de NÓS-Unidade Popular desde a sua fundaçom. Participou em ediçons colectivas de poesia e narrativa e quanto a artigos de temática política e social, tem colaboraçons no Abrente e em kaosenlared.net.
→ Abstençom, como começo de mais algumha cousa
→ O Piloto, luitador audaz, rebelde
→ A chamada de Londres entre as lapas
→ O galegómetro da Ana Fernández
→ A força da plavra “independência”
→ A apocalipse da cultura galega?
→ A cultura galega e os seus inimigos
→ A repressom sobre a esquerda basca (…e as suas inevitáveis reminiscências)
→ Ciberativismo e ativismo consequente
→ Jovens galeg@s: nom fagades greve…emigrade!!!
→ “Lei de convivência e participaçom da comunidade educativa”: o fascismo chega às escolas
→ A perigosa armadilha do estado de alarme
→ Por trás do fumo, a persistente realidade
→ Umha soluçom para a Ria do Burgo
→ As cousas devem começar-se… polo princípio
→ A liberdade d@s artistas e a dignidade do público
→ Agardo aqui para che dar saudades
→ Organizarmo-nos para a revoluçom
→ O hiyab, a islamofobia e o estado aconfessional
→ O discurso da nada, como arma contrainsurgente
→ Com que camisola joga a tua consciência?
→ Ocultar a merda e nom resolver os problemas
→ A dignidade colectiva, um objectivo a alcançar também no desporto
→ Natal, essa agressom insolente
→ A imigraçom vista do ponto de vista de um independentista galego
→ Carlos Negreira: a modernidade impossível da direita, ou o retorno constante
→ Agora os taurinos querem dirigir o discurso antitaurino
→ Quem dita a política lingüística na Galiza?
→ Michael Jackson, a metáfora inevitável
→ A “Roja”, aríete da espanholizaçom
→ As Atochas, como símbolo da Corunha a que nom renunciamos
→ O fundamentalismo católico entra no Parlamento autonómico com passadeira vermelha
→ A surda estupidez do fascismo (ou em solidariedade com o C.S. Aturuxo)










