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Continuam mostras de rechaço à visita de Ratzinger a Compostela

Segunda-feira, 25 Outubro 2010

Poucos dias depois da convocatória por parte da Rede Feminista Galega dumha concentraçom para a mesma manhá na que o Papa Bento XVI estará em Compostela agora é a Assembleia Comarcal de NÓS-Unidade Popular a que se posiciona contra esta visita.

A organizaçom política de massas da esquerda independentista afirma que “se o Jacobeu é a maior mostra de que nesta cidade quem sobramos somos quem nela habitamos, o vindouro dia 6 esta afirmaçom ainda terá mais sentido.” Para NÓS-UP “já nom se trata de rechaçar a presença dum indivíduo desprezível pola sua actividade como líder de umha confissom religiosa que se opom ao uso dos métodos anticoncepcionais, que ocultou durante anos os abusos sexuais de menores nas instituiçons que regia, e que pretende que os Estados adaptem as suas legislaçons às suas directrizes” se nom que também “é que durante as horas que Bento XVI esteja na nossa cidade, e mesmo desde antes, a vizinhança de Compostela sofreremos um sequestro das nossas liberdades para além do assalto contra os nossos petos”.

Manifesto contra a visita do Papa segue somando apoios

Já som perto de 1.700 pessoas as que assinárom o manifesto difundido na rede contra a visita de Ratzinger ao nosso País enquanto na capital da Galiza continua a socializar-se a bandeira vermelha sob a legenda “Eu nom te espero” que cada vez é mais vísível nos prédios da cidade.

Reproduzimos a continuaçom na intrega o comunicado difundido pola Assembleia Comarcal de Compostela de NÓS-UP.

Ratzinger: Nom te esperamos!

 As autoridades autonómicas e locais estám contentíssimas por ter conseguido que o chefe da Igreja católica incluísse Compostela no itinerário da sua visita ao Estado espanhol do mês de Novembro. Para Feijó e Bugalho este será o colofom perfeito para o Jacobeu 2011.

E nós estamos de acordo. Se o Jacobeu é a maior mostra de que nesta cidade quem sobramos somos quem nela habitamos, o vindouro dia 6 esta afirmaçom ainda terá mais sentido.

Porque já nom se trata de rechaçar a presença dum indivíduo desprezível pola sua actividade como líder de umha confissom religiosa que se opom ao uso dos métodos anticoncepcionais, que ocultou durante anos os abusos sexuais de menores nas instituiçons que regia, e que pretende que os Estados adaptem as suas legislaçons às suas directrizes. Motivos todos eles que já justificariam a nossa oposiçom a que este elemento vinhesse de visita oficial.

Mas o que realmente deve fazer-nos enfadar é que durante as horas que Bento XVI esteja na nossa cidade, e mesmo desde antes, a vizinhança de Compostela sofreremos um sequestro das nossas liberdades para além do assalto contra os nossos petos.

Porque lembremos que as instituiçons públicas reconhecem que vam gastar a volta de 3 milhons de euros em actividades derivadas da visita, e isto num momento em que os cortes em serviços básicos estám na ordem do dia. Segundo Feijó há dinheiro para retransmitir a chegada de Bento XVI mas há que fechar comedores escolares ou suspender as actividades do noitebus.

E nom esqueçamos que no dia 6 de Novembro estará proibido estacionar no percurso da comitiva papal (desde Lavacolha até a Praça do Obradoiro!!), proibirá-se o acesso em automóvel ao casco histórico mesmo aos residentes e a carga e descarga, assim mesmo limitará-se o acesso de pedestres e proibirá-se o passo pola Praça do Obradoiro, sem obviar as visitas que a polícia está a fazer aos residentes nas ruas polas que passará o Papamóvil ou os controlos policiais que voltarám entorpecer a circulaçom nos dias prévios à visita.

Por todo isto NÓS-Unidade Popular quer manifestar o seu rechaço absoluto à visita do Papa Bento XVI à cidade de Compostela e denunciar publicamente que com estas actividades os governos local e autonómico nom fam mais que aprofundar num modelo de cidade na qual quem a habita é um estorvo.  

 Nem nas nossas ruas!! Nem com o nosso dinheiro!!

Bento XVI fora de Compostela!!