Abrente

Ediçons digitais da publicaçom trimestral do nosso partido

Documentaçom

Textos e outros documentos políticos e informativos de interesse

Ligaçons

Sites recomendados de ámbito nacional e internacional

Opiniom

Artigos assinados sobre temas de actualidade galega e internacional

Video

Documentos audiovisuais disponíveis no nosso portal

Home » Notícias

Lola e José homenagead@s pola esquerda independentista

Domingo, 10 Outubro 2010

Sábado 9 de Outubro a rua da Terra de Ferrol acolheu o acto político central do Dia da Galiza Combatente convocado por NÓS-Unidade Popular.

Nesta ocasiom a décima ediçom desta data de luita, convocada pola primeira vez em Culheredo em 2001, tivo lugar ao pé do portal onde Moncho Reboiras foi assassinado em 1975 pola polícia espanhola.

Umha nutrida representaçom da militáncia das diversas estruturas do MLNG apoiou a convocatória que sob a legenda Lola Castro e José Vilar o povo nom vos esquece intercalou os discursos políticos, a música tradicional e a poesia.

Após soarem os acordes do Hino do Antigo Reino da Galiza, Augusto Fontám abriu o acto apresentado pola camarada Noa Rios Bergantinhos, com dous poemas dedicados às duas combatentes do EGPGC. A continuaçom, Belém Grandal recitou um poema inédito dedicado a Lola e José.

Carlos Garcia SeoaneSeguidamente Carlos Garcia Seoane destacou a importáncia da juventude na construçom do movimento de libertaçom nacional e social de género, da sua rebeldia e do papel cumprido nas diversas etapas históricas. Entre gritos de “com BRIGA na rua a luita continua” o dirigente juvenil enfatizou as boas condiçons existentes para luitar, apelando à mocidade galega a aderir às fileiras rebeldes da juventude independentista e socialista.

Posteriormente, os versos de Ramiro Vidal inundárom a rua da Terra para dar passagem à voz da histórica luitadora galega Luz Fandinho que recitou três emocionantes poemas patrióticos. Igor Lugris fechou o recital poético com um outro poema inédito.

Alberte MoçoO porta-voz nacional de NÓS-UP lembrou as figuras dos caídos em combate, a importáncia da sua luita, a necessidade de a conhecermos e mantermos no presente, antes de passar à análise da situaçom política galega, definindo os reptos e prioridades que hoje tem a esquerda independentista e socialista galega representada pola Unidade Popular. Numha arenga interrompida em diversas ocasions com palavras de ordem em prol de umha nova greve geral, da independência nacional e da luita como único caminho, Alberte Moço manifestou a necessidade de ocupar a rua, de ganhar visibilidade, de defender sem eufemismos que a única saída à actual crise capitalista passa por fazer umha Revoluçom.

Antes de agradecer a colaboraçom da associaçom de vizinhos de Santa Marinha e da Fundaçom Artábria na organizaçom do acto, Noa Rios lembrou o Che Guevara, caído hoje há 43 anos nas selvas bolivianas.

O acto fechou-se com o canto da Internacional e do Hino da Pátria.

Posteriormente tivo lugar na Fundaçom Artábria um jantar de confraternizaçom.