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NÓS-UP ratifica o seu compromisso antifascista nos julgados de Ferrol

Quarta-feira, 23 Junho 2010

Como informavamos os passados dias, quatro membros da Direcçom Nacional de NÓS-Unidade Popular eram julgados esta manhá em Ferrol acussados de “danos” e umha falta de “deslucimento de bens imóveis” pola acçom contra a simbologia fascista levada a cabo 20 de Novemro de 2005 na casa natal do ditator Francisco Franco.

Abraám Alonso, José Dias Cadaveira, Alberte Moço e Carlos Morais só respostarom às perguntas da defesa reconhecerom a sua participaçom na acçom.

Alberte Moço, Porta-voz nacional de NÓS-Unidade Popular, em resposta ao advogado da defesa, enquadrou a acçom dentro da campanha pola eliminaçom da simbologia fascista presente no nosso país desenvolvida pola organizaçom independentista e socialista sob a legenda “Simbologia fascista fora da Galiza: higiene, justiça e dignidade democrática”. Para Moço NÓS-Unidade Popular “só fijo o que as instituiçons deveriam ter feito há decádas”.

Destacar a intervençom do representante da companhia de seguros OCASO, a qual abonou à Fundaçom Francisco Franco (FFF) o importe da limpeza da casa assim como a restauraçom da placa de mármore destruida.

O advogado de NÓS-UP manifestou que a póliza apresentada nas provas prévias correspondia a outro imóvel propriedade da FFF assim como a existência no próprio seguro de umha clausura que excluia o pagamento de qualquer dano do imóvel por motivos políticos.

À pergunta do advogado sobre se a asseguradora nom considerava que a acçom enquadrada numha campanha contra a simbologia fascista, realizada um 20-N e levada a cabo por umha organizaçom política cumpria os requisitos de essa clausula, o representante de OCASO manifestou que nom, que os serviços jurídicos considerárom que era um “acto de vandalismo” polo que procedérom a abonar o dinheiro à Fundaçom Francisco Franco.

Também reconheceu a inexistência de facturas que justificassem os gastos reclamados.

A Fiscalia mantivo a petiçom de 25.000 euros em conceito de multas e indenizaçom ou, caso nom sejam cobertos, umha pena de 210 dias de cárcere para cada um dos acussados.

Militantes e simpatizantes de NÓS-UP concentrarom-se à entrada dos julgados para monstrar a sua solidariedade com Abraám, Carlos, Alberte e José.