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Junta da Galiza pretende consolidar ENCE depois de 2018

Segunda-feira, 24 Maio 2010

A passada semana conhecia-se a notícia de que o governo autonómico do PP admitiu a trámite um projecto apresentado por ENCE para construir umha planta de biomassa para a produçom de energia eléctrica nos terrenos que ocupa actualmente o complexo ENCE-ELNOSA na Ria de Ponte Vedra, junto com outros dous nos concelhos das Pontes e Cúrtis.

A notícia era dada a conhecer polo secretário-geral do PSdeG-PSOE, Pachi Vázquez, quem, esquecendo a sua própria actuaçom como conselheiro do bipartido PSOE-BNG, criticou a Junta da Galiza por pôr as bases para a continuidade da empresa contaminante  para além de 2018, ano em que finaliza a concessom. Esquece como o seu governo e a sua conselharia aprovárom a última autorizaçom ambiental a ENCE e incumprírom a promessa de retirar a factoria da sua ubicaçom em Louriçám.

Mentres, a própria Junta da Galiza negava que esta decissom vaia significar a continuidade de ENCE, se bem este projecto (que conleva umha inversom de 30 milhons de euros) obtivo a maior pontuaçom entre os planos apresentados para a sua área geográfica, dentro das sete zonas em que a Junta da Galiza dividiu o País para ubicar instalaçons deste tipo.

Por parte do ambientalismo a Associaçom Pola Defesa da Ria alertou sobre o facto de que esta possível autorizaçom demonstra a vontade de consolidar o complexo ENCE-ELNOSA por parte do governo do PP, posto que esta planta de biomassa teria umha concessom por 30 anos que justificaria a continuidade da pasteira depois de 2018. Também consideram que a nova factoria impediria novamente a recuperaçom ambiental da Ria de Ponte Vedra polo que acham que esta é mais umha razom para a participaçom na Marcha contra ENCE convocada para o vindouro 5 de Junho.