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Farsa contrarrevolucionária em frente do Consulado cubano em Compostela

Quarta-feira, 3 Março 2010Um Comentário
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Aproveitando o eco mediático da morte de um preso em greve de fame em Cuba, os meios de comunicaçom capitalistas agitam a bandeira da contrarrevoluçom e promovem actos de protesto supostamente polos “direitos democráticos” na ilha. Num discurso edulcorado com bonitas palavras, os porta-vozes do imperialismo defendem o “direito” do povo cubano aos elevados níveis de desnutriçom e mortalidade infantil que caracteriza os “democráticos” países vizinhos de Cuba, enquanto a ilha tem índices equiparáveis com os dos estados mais desenvolvidos, apesar de ser um país do Terceiro Mundo. Esse é o futuro que os EUA e a Uniom Europeia reservam para Cuba se finalmente conseguirem destruir a revoluçom liderada por Fidel.

Referimo-nos à campanha de difamaçom dos últimos dias e que, agora, chega à Galiza. Assim, diversos meios informam de umha “greve de fame” em frente do Consulado da República de Cuba em Compostela, por parte de dous elementos contrarrevolucionários que abandonárom a ilha, polos vistos, há 10 anos. Fotos e crónicas melodramáticas informam de reclamaçons em favor dos “prisioneiros políticos” em Cuba, com faixas alusivas e muito apoio mediático. O mesmo apoio que se nega às iniciativas galegas em defesa dos verdadeiros presos políticos, os que no nosso país som dispersados e maltratados em nome da “democracia”. Para já nom falarmos da situaçom crítica, aí sim, de milhares de presos e presas políticas em países como a Colômbia, o Peru ou o Chile, para só darmos três exemplos da regiom.

A falta absoluta de escrúpulos leva os grandes impérios da desinformaçom internacional, com o Grupo Prisa à cabeça, a inventar um historial “político” ao recentemente falecido preso cubano, detido e em prisom por casos de delinqüência comum, atribuindo-lhe um inexistente envolvimento em assuntos políticos dos grupos contrarrevolucionários financiados polos Estados Unidos para derrubar o governo cubano.

Contando com a cumplicidade da Junta da Galiza e das restantes autoridades e meios oficiais do regime espanhol, nestes dias, vivemos na Galiza mais um episódio da farsa sobre o caso, se bem nom tam grave como as falsas acusaçons de maus tratos e abandono do preso Orlando Zapata dirigidas de maneira falsária contra as autoridades cubanas. Em todo o caso, este remake da campanha mediática internacional é igualmente desprezível e vergonhoso.

Tendo ficado já provado o atendimento permanente oferecido polos serviços públicos médicos em Cuba ao preso falecido, o que inclusive já foi reconhecido pola mae do preso, a suposta “greve de fame” que dous elementos dim manter em Compostela nom passa de umha manifestaçom de impotência perante a digna resistência do povo cubano que, como se afirma no vídeo que anexamos, “nom aceita chantagens, nem mentiras, sempre amando, mas com o punho pronto para defender a verdade e a vida”.