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Lei da Memória Histórica: símbolos parcialmente retirados… e com batota

Sexta-feira, 5 Fevereiro 2010

Nas últimas semanas, estám a ser substituídos ou retirados símbolos franquistas de diferentes pontos da Galiza, nomeadamente na Corunha e Ferrol, de onde saírom as estátuas de Millán Astray e Francisco Franco, dous líderes do fascismo espanhol que continuam a manter presença em ambas cidades; por exemplo, dando nome o primeiro à mesma praça de onde se levou a estátua, ou na suposta casa natal do segundo, em Ferrol, onde se conservam elementos de exaltaçom fascista.

Porém, isso nom é todo. A retirada de símbolos dos últimos dias (o último, hoje mesmo num edifício militar de Ferrol) nem sempre está a ser realmente isso: umha retirada. É o caso de placas com o escudo franquista que continua a presidir numerosos edifícios oficiais na Galiza toda. No caso de Ferrol, a retirada, há uns meses, de um escudo num centro de ensino público (no Instituto Concepción Arenal) e hoje mesmo nas instalaçons militares na zona das Telheiras, nom supojo e continua sem supor a verdadeira retirada dos elementos ilegais. Na realidade, os escudos fascistas nom estám a ser retirados, mas unicamente tapados polo escudo monárquico espanhol, tal como pudemos comprovar falando com professorado do referido instituto e com os operários que hoje mesmo estám a fazer o mesmo nos quarteis das Telheiras.

Nom é necessário insistir em que, tanto no caso da estátua do fundador da Legión da Corunha como no da estátua eqüestre de Franco em Ferrol, ambas moles de bronze será guardadas em armazéns militares e nom destruídas nem substituídas por monumentos às vítimas do genocida franquismo.

Assistimos, portanto, a umha monumental fraude, que mesmo dá para pensar que os promotores da mesma estám à espera de “tempos melhores” para que os escudos fascistas se destapem e as estátuas franquistas voltem às praças galegas. O PSOE e a sua Lei da memória histórica nom estám a servir às aspiraçons da verdadeira memória antifascista. Estám a fazer batota.