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NÓS-Unidade Popular propom destruir a estátua do genocida Franco e dedicar umha a Amada Garcia

Quinta-feira, 14 Janeiro 2010

A aplicaçom da Lei da Memória Histórica, que o governo espanhol vem atrasando desde a sua aprovaçom, fai com que no concelho de Ferrol tenha surgido nos últimos dias umha polémica sobre que fazer com a estátua eqüestre dedicada ao ditador espanhol Francisco Franco. O Partido Popular já se posicionou para pedir que se deixe estar nas instalaçons militares onde ocupa lugar de destaque depois da sua retirada da Porta Nova, onde se mantivo até inícios da actual década. A esquerda independentista, um dos principais agentes sociais na pressom popular contra a permanência de milhares de símbolos do fascismo nas ruas e espaços públicos da Galiza, fijo umha proposta clara: fundir o bronze da estátua de Franco e encomendar a umha ou a um artista galego que elabore um monumento às vítimas do franquismo, representadas pola comunista mugardesa Amada Garcia.

NÓS-UP lembrou num comunicado que Amada Garcia, jovem militante comunista de Mugardos, foi fusilada extra-judicialmente no castelo de Sam Filipe em 1938, após permanecer numha prisom militar do mesmo recinto durante os meses de gravidez. Logo a seguir ao parto, a jovem mugardesa, com só 27 anos, foi fusilada polos golpistas na mesma comarca onde morrêrom várias centenas de activistas da esquerda e o nacionalismo galego nos anos que se seguírom ao golpe de 1936.

Todo indica que o governo do PSOE evitará um compromisso com as vítimas como o que implica a proposta de NÓS-Unidade Popular. De facto, as últimas informaçons sobre o caso apontam para um armazém militar como destino da estátua do genocida, que continua em pé nos jardins das instalaçons militares ferrolanas.

Pode-se ler o comunicado com a proposta da esquerda independentista aqui.