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Ultra de Galicia Bilingüe apoia política lingüística do PP ocultando a sua militáncia

Quinta-feira, 7 Janeiro 2010

Chama-se Marga Leis e é presidenta da Federaçom de Ampas de Centros Privados Concertados de umha amálgama de centros de Vigo, Lugo e Ourense, mas também é militante contra o galego como integrante de Galicia Bilingüe. Numha entrevista em vários meios, opina de maneira “independente” apoiando a política lingüística do PP, nomeadamente o rascunho do que será o novo Decreto contra o galego no ensino.

A militante ultra considera que, até agora, o galego foi “imposto a machadadas”, o que deixará de acontecer graças ao decreto que aprovará o PP, e que ela apoia “porque os grupos extremistas acham que está mal” (sic). Curiosamente, ao longo da entrevista, a entrevistada “esquece” reconhecer que, longe de representar “os pais e maes”, representa umha posiçom bem concreta no conflito lingüístico: a dos que nos últimos tempos, apoiados no PP, venhem defendendo abertamente a imposiçom do espanhol e a retirada dos mínimos avanços conseguidos para o galego no ensino.

De facto, a mesma Margarita Leis tem já dado entrevistas como representante de Galicia Bilingüe. Numha que lhe fijo o diário nacionalista espanhol de direita El Mundo, explicou como “agudizou o engenho” para evitar que os filhos estudassem em galego, porque “nom entendem esses livros” (em refererência aos livros de texto em galego). A “engenhosa” soluçom arranjada por Marga Leis consistiu, segundo explicou, em comprar os livros de texto fora da Galiza (ela dixo “fuera de la región”), com os conteúdos expostos em perfeito espanhol. Polos vistos, antes da vitória eleitoral do PP, “milhares de crianças galegas nom conseguiriam superar os anos lectivos” se nom optassem por essa via para evitar “a imposiçom lingüística”.

Essa é a “imparcial” presidenta da Federaçom de Ampas de Centros Privados Concertados que opinou tam favoravelmente do novo Decreto que o PP se dispom a aprovar no Parlamento autónomo. Ficou mais umha vez ao léu a cumplicidade PP-GB, apesar do suposto “inconformismo” dos segundos em relaçom aos “centrados” do PP.