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Junta do PP boicota investigaçom sobre vítimas galegas de Videla

Quinta-feira, 7 Janeiro 2010

A pesar de que o anterior governo autonómico aprovara um anteprojecto para que a Equipa Argentina de Antropologia Forense recebesse umha ajuda de 70.000 euros e assim poder localizar os restos de vítimas da ditadura de Jorge Videla (afirma este organismo que das 30.000 vítimas daquele regime fascista, umhas 300 poderiam ser de origem galega), o executivo de Feijó virou costas a esta iniciativa. A ajuda está paralisada e o governo autonómico nega inclusive qualquer tentativa de contacto da EAAF com a Junta da Galiza.

Luis Fondebrider, presidente da EAAF, afirma por seu turno que este prestigioso organismo já se dirigiu tanto ao delegado da Junta em Buenos Aires  como ao próprio executivo para solicitar umha entrevista com representantes do actual governo autonómico, com o intuito de conhecer a sua vontade de colaborar na investigaçom. Representantes do EAAF já viajárom por várias comunidades autónomas do Estado espanhol para convencer familiares das vítimas da necessidade de se submeterem a provas de ADN para identificar os restos de 600 “desaparecidos” da ditadura que permanecem armazenados nas instalaçons do instituto. Segundo a EAAF, a Galiza é o território do Estado que mais vítimas tem.

Apesar do impedimento institucional, a EAAF vai realizar pola sua conta extracçons de sangue na Galiza para obter material genético com que trabalhar. Quem quiger colaborar pode ligar aos telefones 986435199 ou 986435822. As provas som gratuitas e confidenciais e realizarám-se no Consulado da Argentina em Vigo.

Este caso converte-se em mais umha evidência das simpatias do PP polos regimes fascistas, tal é como tem demonstrado noutras ocasions com o caso chileno e, principalmente, com o dos seus padrinhos políticos, os franquistas.