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O Fresco, luitador antifranquista, homenageado ao pé do lugar onde foi assassinado

Terça-feira, 29 Dezembro 2009

O frio nom impossibilitou que por segundo ano consecutivo a Assembleia Comarcal de NÓS-UP do Condado realizasse um roteiro até o monte Galheiro, o mesmo lugar onde em Dezembro de 1936 foi assassinado polo fascismo Manuel Gonçalves Fresco.


O Hino do Antigo Reino da Galiza deu início ao acto, no qual a companheira Belém Grandal recitou um poema inédito dedicado ao militante antifascista. Posteriormente, Xavier Moreda dirigiu umhas palavas denunciando o silêncio institucional sobre o genocídio galego.

A continuaçom, o responsável comarcal de NÓS-UP do Condado, Abraám Alonso, fechou o acto com um emotivo discurso em que questionou a fraudulenta Lei da Memória História e o sistema vigorante como continuador das mais de quatro décadas de franquismo.

Antes de encerrar com o Hino Nacional a homenagem organizada pola esquerda independentista, foi descoberta umha placa de granito e depositado um ramo de flores vermelhas à beira da imensa rocha sobre a qual a memória popular afirma que foi encontrado o corpo sem vida do Fresco.

Antes de baixar a Ponte Areias para desfrutar de um jantar no Centro Social Baiuca Vermelha e repor forças, degustárom-se uns petiscos e bebidas.

Luitador incansável contra o fascismo, Manuel Gonçalves Fresco converteu-se, pola sua decisom de nom submeter-se ao regime franquista e por ter entregado a vida com toda a firmeza e convicçom nos seus princípios, num galego exemplar para toda pessoa que decida luitar por umha sociedade livre de classes sociais e de injustiças.