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Quintana convida ‘Galicia Bilingüe’, mas esquece o reintegracionismo

Segunda-feira, 21 Dezembro 20094 Comentários

Ninguém esperaria que o ex-líder do BNG se lembrasse do independentismo, porque sabemos que foge de todo “radicalismo” como quem nom quer ir à raiz dos graves problemas do povo galego. No entanto, o reintegracionismo conta com suficiente pluralidade como sector normalizador para dar cabimento a colectivos e individualidades de todas as cores ideológicas e políticas, incluídas as situadas na direita e sociais-liberais como o próprio Quintana. Apesar disso, a sua entidade “de estudos” excluiu qualquer representaçom do mais genuíno pensamento galeguista, enquanto convidava a sua antítese: o pensamento ultra espanholista de ‘Galicia Bilingüe’.

Tivérom convite os representantes da movimentaçom normalizadora ligada ao BNG ‘oficial’ (a Mesa) e também a plataforma que aglutina os normalizadores de pensamento isolacionista (Pró-Lingua), o que fai todo o sentido. Também outros sectores merecentes de consideraçom na luita normalizadora galega estivérom no encontro do I Simposium Internacional Ecolingua 2009 decorrido em Vigo entre os dias 17 e 19 de Dezembro. Inclusive os ultras de ‘Galicia Bilingüe’, inimigos declarados do galego, merecêrom o convite do ex-dirigente do Bloque, o que agradecêrom definindo o simpósio literalmente como “paripé sectário”.

Porém, o autonomista Instituto Galego de Estudos Europeus e Autonómicos (IGEA) deve ter achado que, para agir como “civilizado” e “alheio ao radicalismo”, devia excluir o pensamento e a praxe que mais bem encarnam hoje as ideias da unidade lingüística, presentes no movimento nacional galego desde polo menos a fundaçom da Academia Galega, em 1906, com Manuel Murguia como primeiro presidente da primeira entidade reintegracionista.

Ao agir desse jeito excludente, o IGEA contradi as palavras do seu presidente, que no passado mês de Julho garantiu, na apresentaçom pública do seu novo projecto pessoal, que seria favorável à expressom de “todas as opinions sem nengum tipo de limite” (Quintana utilizou o termo espanhol “cortapisa”). Será que o reintegracionismo nom merece essa consideraçom?

Hoje som todo o tipo de sectores sociais com um mínimo de compromisso nacional os que reconhecem a necessidade de umha séria aproximaçom do mundo lusófono, com excepçom dos cegados polo sectarismo e os dependentes do dinheiro e dos favores da oficialidade pró-espanhola. A estes últimos pertence o cenáculo regionalista que preside Anxo Quintana, por isso se esqueceu de remeter convite a qualquer umha das numerosas entidades reintegracionistas galegas.