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Absolvida jornalista vítima da repressom selectiva da Polícia espanhola

Quinta-feira, 29 Outubro 2009

O que vem sendo um costume das forças repressivas espanholas contra activistas do movimento popular galego voltou a repetir-se, desta vez contra umha jornalista adscrita ao colectivo Gzvídeos, dedicado à difusom audiovisual de iniciativas mobilizadoras da esquerda nacional galega. Zélia Garcia foi acusada de maneira arbitrária pola polícia espanhola de proferir gritos de apoio à organizaçom armada basca ETA.

A absurda acusaçom caiu polo próprio peso durante a comparência judicial das partes envolvidas. Os elementos policiais presentes desviárom para um comando da força repressiva os supostos motivos da denúncia. Umha falsa denúncia que ficou em águas de bacalhau e demonstrou a perseguiçom policial contra quem exerce o seu labor jornalístico com umha perspectiva independente e comprometida.

No julgamento comprovou-se que a polícia incorreu em contradiçons evidentes, incluindo falsidades como que a jornalista nom se identificara como tal e que berrara palavras de ordem em favor da ETA, para em seguida reconhecer que isso foi o que dixo um “superior” que se recusou a assistir ao julgamento.

O pedido de multa de 300 euros por parte da procuradoria do Estado ficou em nada perante a inconsistência da acusaçom, embora o colectivo Gzvídeos considere “insuficiente e timorata” a absoluviçom, umha vez que nom reconhece a “falsidade do testemunho do agente”.

Com efeito, este caso pom de manifesto a impunidade com que as forças policiais espanholas venhem agindo com absurdas denúncias que nunca tenhem como resultado qualquer medida contra os denunciantes, apesar da evidência das mentiras que os sustentam.