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Manifesto galego por umha soluçom negociada ao conflito político na Colômbia

Domingo, 21 Junho 2009

Por iniciativa do Capítulo Galego da Coordenadora Continental Bolivariana, um numeros grupo de dirigentes e militantes políticos, sindicalistas, intelectuais, jornalistas, professorado universitário, activistas sociais e populares da Galiza, entre os que destacam representantes de centros sociais, dirigentes do Movimento pola Base, NÓS-UP, PCPG, Primeira Linha, CIG, BRIGA, AGIR, Galiza nom se vende, Galiza por Palestina, AGARB, subscrevêrom um manifesto em apoio a umha soluçom negociada ao conflito interno da Colômbia.

O documento foi publicado em diferentes meios de comunicaçom escritos e electrónicos da Galiza, solicitando ao governo espanhol e ao da Junta da Galiza a retirada das forças insurgentes -FARC-EP e ELN- da actual lista de organizaçons terroristas; o reconhecimento do seu carácter de forças beligerantes; e um apoio as iniciativas do movimento social “Colombianos e Colombianas pola Paz” para atingir um completo intercámbio humanitário de prisioneir@s de guerra como primeira premissa para abrir umha negociaçom política entre o Estado e a guerrilha que permitam superar o actual conflito armado.

Reproduzimos a seguir o documento apresentado pola CCB-Galiza e os apoios com que conta:

Por umha soluçom negociada ao conflito político

Pola paz na Colômbia

Na Colômbia subsiste o regime mais criminoso que actualmente tem a América Latina. Apoiado incondicionalmente política, económica e militarmente polos Estados Unidos, as vinculaçons directas e indirectas de Uribe e do seu partido com o narcotráfico e o paramilitarismo convertem o actual inquilino do Palácio de Nariño num presidente ilegal e ilegítimo.

Mais de 15.000 desaparecidos e desaparecidas pola acçom combinada das forças policiais, militares e paramilitares, 4 milhons de camponeses deslocados, milhons de pobres e excluídos sociais, milhares de crianças que morrem anualmente à fame, desnutriçom e falta de atendimento médico, matanças brutais cometidas polo paramilitarismo e o exército contra a populaçom civil, umha parte dos deputados e senadores do uribismo encarcerados ou inabilitados polas suas ligaçons com o terrorismo paramilitar e o narcotráfico, dúzias de sindicalistas assassinados anualmente (de 1986 a 2008 matárom 2.693), é o balanço real do que acontece na Colômbia.

Contrariamente à opiniom dos nossos governantes e instituiçons, na actual Colômbia nom se cumprem os mínimos requisitos de um Estado de direito. Desde há mais de meio século, a oligarquia impossibilita emprender pola via pacífica as mudanças estruturais imprescindíveis para atingir a tam ansiada paz com justiça social.

Por este motivo, desde há décadas amplos sectores populares organizados à volta do projecto político emancipador e patriótico da insurgência bolivariana mantenhem umha tenaz resistência, defendendo com coragem o direito a viver dignamente numha pátria soberana.

O problema colombiano é estritamente político. Portanto só mediante um amplo acordo político entre todos os agentes políticos e sociais do país, com base numha negociaçom sem condicionantes prévios, poderá superar tantas décadas de conflito armado.

@s abaixo assinad@s solicitamos do governo espanhol e da Junta de Galiza que:

1º- Retirem as forças insurgentes -FARC-EP e ELN- da actual lista de organizaçons terroristas.

2º- Reconheçam o seu carácter de forças beligerantes.

3º- Apoiem as iniciativas do movimento social “Colombianos e Colombianas pola Paz” para atingir um completo intercámbio humanitário de prisioneir@s de guerra como primeira premissa para abrir umha negociaçom política entre o Estado e a guerrilha que permitam superar o actual conflito armado.

A paz na Colômbia nom só é possível, é necessária.

Galiza, Junho de 2009

Xerardo Abraldes (Secretário comarcal CIG Vigo), Ricardo Acunha Criado (funcionário), Xosé Lois Agrasar Muíños (economista), Pedro Alonso Iglesias, Roberto Alonso Igrexas (vigiante de segurança), Abraám Alonso Pinheiro (NÓS-UP), Bráulio Amaro Caamaño (professor), Cristina Amor Faya (vigiante de museus), Xan Carlos Ansia (sindicalista da CIG), Manuel Ayan (jubilado), Isaura Barciela Varela (professora), Iago Barros Minhons (DN de AGIR), Pilar Beiro Rodríguez (ensinante), Antón Bendaña Fernández (metalúrgico), Pilar Bernal Camba (funcionária), Carlos Bértolo Losada (asalariado), Gema Branco Martins (DN de NÓS-UP), Rebeca Bravo Domingo (Fundaçom Artábria), Laura Bugalho (sindicalista da CIG), Begonha Caamanho (jornalista), Ugio Caamanho Sam Tisso (desempregado), Purificación Cabido Pérez (professora), Noelia Cachaza Diaz (trabalhadora do metal), Ana Camba Blanco (funcionária), Elisa Cambeiro Lives (trabalhadora social), César Caramés Blanco (desempregado), Comba Campoi (jornalista), Carlos Campoy Vasques (professor), Maria Xosé Canitrot Trillo (professora), Héctor Canto Veiga (NÓS-UP Vigo), Alexandre Carrodeguas Martínez (Galiza nom se vende), Xavier Casal Crego (mecánico), Maurício Castro Lopes (porta-voz de NÓS-UP), José Collazo Castro (CN do PCPG), Yolanda Collejo Juanes (carteira), Omar Contreras Flores (Presidente COSAL Corunha), Mª Carmen Cortegoso (delegada sindical CC.OO), Xesus Costa Argibay (administrativo), Iván Cuevas Domínguez (jornalista), José Dias Cadaveira (DN de NÓS-UP), Afonso Diaz Andrés (ensinante), Iuri Doménech González (técnico de formaçom), Xesús Domínguez (protésico dental), Rodolfo Fernandes Vasques, (Conselho Federal CIG-Metal), Antón Fernández Escuredo (jornalista), Leopoldo Fernández (autónomo), Mª Carmen Fernández Freire (telegrafista), Moncho Fernández Leal (mestre), Xurxo Fernández Suárez (engenheiro), Luisa Fernández Rodríguez (mestra), Augusto Fontam (agnóstico abstencionista), Eleuterio Formoso Lamela (jubilado), Xoán Gabeiras (Presidente de Galiza por Palestina), Domingos Antom Garcia Fernandes (filósofo), Esther Garcia (professora), Carlos Garcia Seoane (carpinteiro), Marta Guillán Figueira (comercial), José Miguel Gómez Millán (activista recuperaçom memória histórica), Vitor M. Gonçales Rodrigues (Operário do Faisca), José Antom Gonzalez Maceiras (tendeiro), Óscar Adrián Ibañez Ferreté (L’ambaixada de Països Catalans na Galiza), Francisco Manrique González Rodríguez (socorrista acuático), Belém Grandal Paços (Baiuca Vermelha), Jaime Lage Blanco, Modesto Lamas Ribeira (bobinador), África Leira Sanmartim (trabalhadora da Junta), Luzia Leiros Comesanha (BRIGA), Alberte Lema Suárez (chofer), Ernesto Lopes Dias (carpinteiro-ebanista), Berta Lopes Permui (CIG), Bruno Lopes Teixeiro (DN de NÓS-UP), Benigno Angel Lopez (bombeiro), Manuel López Besteiro (professor), Roberto Lopez Laxe (assalariado), Marcos Lôpez Martins (advogado), Celso Lopez Pazos (Asemblea Republicana de Vigo), Daniel Lourenço (BRIGA), Gustavo Luca de Tena (jornalista), Igor Lugris (Fala Ceibe), Rosa Maria Martín Aballe (enfermeira), Soledad Martínez Reaño (mestra), Fernando Martins Lôpez (Fundaçom Artábria), Carlos Xavier Martins Louro (Fundaçom Artábria), Antón Masa Vázquez (biólogo), Alberte Moço Quintela (NÓS-UP), Alberte Momam Noval (engenheiro), Carlos Morais (secretário geral de Primeira Linha), Xavier Moreda (AGARB), Eva Mouriño López (professora), Miguel Neira Romero (pensionista), Soledad Oliva Garcia (jornalista), Luís Pardo (autónomo), Miguel Anjo Paz Amenedo (NÓS-UP Compostela), Dionísio Pereira González (historiador), Ana Pereira Varela (auxiliar de enfermagem), Joám Peres Lourenço (bedel), Óscar Peres Vidal (CIG), Antonio Pérez Casas (trabalhador da USC), Raquel Pérez Fernández (administrativa), Xabier Pérez Igrexas (Galiza Nova), Lois Pérez Leira (Nova Esquerda Socialista), Rafael do Pico Carvalheira (camareiro), Anxo Manuel Ponce Rodriguez (trabalhador), Xavier Prieto Torre (operário), Marina Quintillán Nuñez (ensinante), Carlos Quiroga Diaz (professor da USC), Diana Rey Martínez (estudante), Roi Ribeira Bezerra (MN do MpB), Jacobe Ribeiro Vázquez (Assembleia de estudantes de Filologia da USC), Paulo Rico Painceiras (Gentalha do Pichel), Noa Rios Bergantinhos (Primeira Linha), Carlos Rios Regueira (trabalhador da administraçom), Davide Rodeiro Pazos (Siareir@s Galeg@s), Antonio Rodríguez Cabanas (pensionista), Ana Romani (jornalista), Paulo Rouco Rodrigues (CS Henriqueta Outeiro), Inma Rodríguez Villar (professora), Paulo Rubido Bará (CIG serviços), Xosé Saians Torrado (mestre), Gloria Sande da Costa (psicóloga), Montserrat Sánchez (professora), Aitor Sebio Molguero (sindicalista da CIG), André Seoane Antelo (CC de Primeira Linha), Mari Silva Barcala (xastra), Ignacio Solla Covelo (administrativo), Lara Soto (Assembleia de Mulheres do Condado), Manuel Soto Martins (SCD), Juan José Soto Vidal (empregado público), Anjo Torres Cortiço (NÓS-UP), Iñaki Varela Pérez (professor), Teresa Varela Pose (jornalista), Marinha Vázquez Agra (telegrafista), Constante Vázquez Fernández (sindicalista), Carlos Velasco (professor de História da Universidade de Corunha), Ramiro Vidal Alvarinho (CS Gomes Gaioso), Placer Vila Rodríguez (pessoal laboral), Luciano Villas González (administrativo), Xosé Manuel Viqueira Sende (Asociación de Amizade Galego-Cubana Francisco Villamil), Uxio Zabala Iglesias (funcionário)