Abrente

Ediçons digitais da publicaçom trimestral do nosso partido

Documentaçom

Textos e outros documentos políticos e informativos de interesse

Ligaçons

Sites recomendados de ámbito nacional e internacional

Opiniom

Artigos assinados sobre temas de actualidade galega e internacional

Video

Documentos audiovisuais disponíveis no nosso portal

Home » Nacional, Notícias

Imagens inéditas da repressom policial e da resposta proletária siderúrgica em Vigo

Quinta-feira, 4 Junho 2009Um Comentário

Apresentamos um novo documento gráfico da sexta jornada de luita operária nas ruas de Vigo, com mais provas documentais da repressom e mostras dos efeitos da violência policial contra os trabalhadores e as trabalhadoras, desmentindo as teorias mediáticas da criminalizaçom do movimento grevista.

Sexta jornada de greve no metal do sul da Galiza: operários e operárias enfrentam forças repressivas

Crónica de um camarada participante nas mobilizaçons de hoje, para Primeira Linha em Rede

À primeira hora da manhá, antes das 7 horas que como é habitual no sector, o proletariado do sul da Galiza concentrava-se às portas de fábricas e estaleiros. Em Vigo, depois das afirmaçons do dia anterior na boca de um dos responsáveis sindicais de que a nossa resposta seria proporcional e sempre maior, as trabalhadoras e trabalhadores fomos levadas e levados à procura de umha acçom mais mediática do que eficaz. À tentativa ingénua deocupaçom do centro comercial A Laxe e de abordagem de um cruzeiro de viagens, a polícia espanhola respondeu com contundência e sem medo, sabendo da sua situaçom de poder e impunidade.

Os disparos da polícia procurárom e atingirom os grandes vidros de prédios de habitaçom e do hotel Bahia, cujos pedaços caírom sobre as e os manifestantes. A carga dividiu e dispersou o contingente proveniente do estaleiro Barreras. Um otro grupo que vinha de Vulcano foi dispersado também e parte do proletariado reagrupou-se posteriormente na Praça do Concelho, onde umha outra carga provocava umha nova dispersom.

Houvo cargas policiais desde as nove da manhá até a umha, um pouco por todo o núcleo urbano de Vigo às quais se respostaba com coragem e sem meios depois do fracaso das acçons que se tinham programadas para hoje como resposta a actuaçom policial de ontem e como pressom para a negociaçom do convénio.

Em Barreras houvo novamente resistência operária que demonstrou a capacidade de luita e vitalidade na qual se acha o proletariado do sul da Galiza, que tem que fazer frente continuamente ao núcleo mais duro e reaccionário do patronato da Galiza. Os métodos de luita alcançavam um maior desenvolvimento do que no dia anterior, sendo aínda quantitativamente escasos e insuficientes. Um camionista atravessou o seu veículo para defender as e os manifestantes da barbárie policial.

Nos arredores de Barreras, polícias de choque, vindos de diferentes pontos de fora da Galiza, faziam todo para evitar que chegasssem apoios àqueles e aquelas que resistiam em Barreras, carregando continuamente nas ruas próximas. Quando escrevo estas linhas, sabe-se de 20 companheiros e companheiras feridas polas violentas acçons repressivas.

Polas 13h30 tinha lugar umha assembleia às portas desse astaleiro em que se denunciava a brutalidade policial, anunciava-se umha conferência de imprensa à tarde para o fazer diante dos meios e também que, além das jornadas de luita marcadas no dia anterior, vai convocar-se umha manifestaçom convocando todo Vigo à solidariedade como o sector.

Mais informaçons sobre o mesmo tema

:: NÓS-UP apoia em Vigo o proletariado metalúrgico, que hoje convoca segundo dia de greve [+]

:: Video gzvideos.info [+]

:: Vídeo, crónica e imagens da luita operária em Vigo: resposta contundente às provocaçons patronais [+]