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102 aniversário da Revoluçom Bolchevique

Quinta-feira, 7 Novembro 2019

102 aniversário da Revoluçom Bolchevique

O TEMPO NOM APAGA O LUME SOBRE O QUE EDIFICAR O PORVIR DA HUMANIDADE

Os anos passam, mas nom apagam o lume sobre o que se constrói o futuro da imensa maioria da humanidade explorada e oprimida.
Pervive o eco do seco canhonaço vermelho do Aurora, que há cento e um anos anunciava o início da tomada do Palácio de Inverno.

A insurreiçom operária dirigida por Lenine para construir o novo mundo dava os passos determinantes. Séculos de sonhos e anseios de geraçons e geraçons de oprimidas e exploradas, começárom a ser umha realidade tangível.

Embora umha considerável parte da “esquerdinha” no nosso país, e também a nível mundial, comemora cinicamente a Revoluçom Bolchevique, sabemos que nom passam de inofensivos rituais condicionados pola nostalgia, o folclore e a inércia. A sua prática atual é antagónica com os ideais bolcheviques e do leninismo.
Enlamados no jogo eleitoral som incapazes de superar o “cretinismo parlamentar” e vivem da hipocrisia e na permanente incoerência.

Tal como nos ensina a experiência de 7 de novembro de 1917, o objetivo é assaltar e tomar o palácio de inverno. Aqui, na Galiza, temos um a pequena escala, mas tam jeitoso como o de Petrogrado.

Organizar a classe operária galega, e luitar com o povo trabalhador para tomá-lo, deve ser a principal tarefa estratégica d@s comunistas galeg@s.

Frente às políticas de reformas graduais, de concessons ao inimigo, de respeito polas regras da ditadura burguesa, de capitulaçons, @s comunistas conseguiam demonstrar que com audácia, organizaçom, firmeza estratégica e sólida direçom e liderato político, o céu pode ser conquistado por assalto.
No inesquecível e sempre presente 7 de novembro de 1917, o proletariado dos povos do impêrio tzarista, em aliança com o campesinhado pobre, organizado no partido bolchevique, aplicando a linha insurrecional, sob a direçom de Lenine, abria umha nova era transformando para sempre o mundo.

A luz da Revoluçom Socialista de Outubro segue iluminando o caminho d@s comunistas galeg@s para conquistar umha Pátria soberana e socialista.

Guiad@s pola sua rubra bússola, inspirad@s na melhor tradiçom insurgente das experiências fracassadas e vitoriosas dos povos que nom se resignárom a seguir vivendo como escravos, lograremos acompanhar  e conduzir à classe operária à vitória.

Quando a barbárie do capitalismo crepuscular conduz a humanidade face umha catástrofe ecológica de consequências desconhecidas, quando o imperialismo é cada dia mais agressivo e brutal, quando o fascismo cresce impunemente entre a autista “normalidade democrática” implementada polo reformismo, o Comunismo é a única alternativa para nom perecer e voltar as mais oscuras trevas.

Os exemplos de Benigno Álvares, Luís Soto, Henrique Líster, o Piloto, Henriqueta Outeiro, Moncho Reboiras, Abelardo Colaço, e de milhares e milhares de anónimos comunistas que na Galiza se batérom pola sublime causa do Comunismo, inspiram e alimentam o nosso caminho.

Seguimos fieis à luita pola Revoluçom comunista!

Primeira Linha

Galiza, 7 de novembro de 2019