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DESPRENDAMO-NOS DA COPROFAGIA “MARXISTA” QUE NOS CONDENA AO NAUFRÁGIO PERMANENTE

Quarta-feira, 13 Dezembro 2017
DESPRENDAMO-NOS DA COPROFAGIA “MARXISTA” QUE NOS CONDENA AO NAUFRÁGIO PERMANENTE
A pouco mais de duas semanas para finalizarmos o ano no que comemoramos o 100 aniversário da Revoluçom Bolchevique, e onde lembramos e reivindicamos ao Che Guevara no 50 aniversário do seu assassinato polo imperialismo ianque, 2017 constata a vigência de duas teses, fundamentais para vertebrar o comunismo no século XXI:
 
1ª- As iniciativas realizadas tanto na Galiza, como em praticamente todas as latitudes do globo, fôrom notavelmente inferiores à dimensom do principal facto que condicionou e condiciona o desenvolvimento histórico da humanidade.
As atividades fôrom poucas, dispersas, sem projeçom, concebidas de forma burocrática para mero consumo interno. Nom servírom para relançar nem para divulgar a alternativa revolucionária comunista frente ao caos ao que nos conduz o capitalismo senil.
Paradoxalmente boa parte das entidades organizadoras destes eventos mantenhem umha intervençom política e social antagónica com os princípios e ensinanças da Revoluçom de Outubro e do guevarismo.
2ª- A imensa maioria destas iniciativas nom lográrom superar o mero exercício nostálgico que rememora de forma sesgada e amputada o significado e as leiçons da Revoluçom de Outubro para a luita de classes e a estratégia proletária visada à tomada do poder.
Desaproveitamos umha ocasiom de ouro para restaurar os fundamentos do anticapitalismo, para recuperarmos os princípios ideológicos comunistas, para reivindicar a genuina açom teórico-prática elaborada por Marx, Engels, Lenine e o Che.
Fomos incapaces de analisar as deficiências estruturais que arrastamos como umha maldiçom, das que deriva a adulteraçom que corroe o conjunto dos partidos denominados “comunistas” e a prática totalidade das organizaçons que se reclamam “marxistas-leninistas”.
Até que logremos depurar o marxismo das diversas variantes de poluiçom reformista e oportunista, até que nom logremos despreender-nos do fraudulento marxismo académico, do amórfico relato pactista, pacifista e eleitoralista imposto pola hegemonia ideológica da pequena-burguesia no nosso seio, seguiremos hipotecados e esterilizados para poder construir os imprescindíveis destacamentos operários de luita e combate que devem ser os partidos comunistas.
 
Embora as perspetivas para o combate pola Revoluçom Galega -como a nossa específica e singular contribuiçom à Revoluçom Proletária mundial-, nom som boas, seguimos em pé, com firmeza e determinaçom, com vocaçom de vencermos, luitando sem trégua contra a barbárie capitalista e em prol do Socialismo e o Comunismo.