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Camarada Justo de la Cueva in memoriam!

Quinta-feira, 27 Abril 2017

Com tristeza e consternaçom recebemos hoje, quinta-feira 27 de abril, a notícia do falecimento de Justo de la Cueva.

No ano do centenário da Revoluçom Bolchevique e no 50 aniversário do assassinato do Che na Bolívia, falece o camarada Justo de la Cueva, um comunista rebelde e indomável, polemista intrépido e audaz, dos que fazia estremecer com o seu afiado verbo, todo um exemplo a seguir pois a sua dilatada biografia constata que nunca se submeteu às meles do reformismo nem às pressons do poder.

Profundo conhecedor da arte da agitaçom, genial propagandista leninista, possui umha destacável obra teórica publicada, entre a que cumpre destacarmos “Metamorfosis nazi fascista del Estado español” [1981], “Negación vasca radical del capitalismo mundial” [1994], ou “Esos asesinos que impunemente matan cada día a miles de personas: los automoviles” [1996].

Na mudança de século Justo já foi pioneiro na utilizaçom das redes sociais como arma de explorados e oprimidas.

Como revolucionário comunista de origem madrileno exilado no seu amado País Basco exerceu de genuíno e intachável internacionalista.

Na sua via estivo acompanhado até a sua morte em 2011 da também inesquecível Margari [Margarita Ayestaran Aranaz] sem a qual Justo nunca teria atingido ser o que foi.

Grande entusiasta da Galiza e do povo trabalhador galego, profundo conhecedor da nossa história e cultura nacional, sempre foi um leal amigo do nosso Partido, colaborando com entusiasmo em todas aquelas tarefas que lhe solicitamos.

Contribui à formaçom da primeira geraçom de militantes comunistas galegas com os seus inesquecíveis cursos de marxismo-leninismo.

Participou com relatórios nas IV, VIII, e XI Jornadas Independentistas Galegas que tivérom lugar em março e abril de 2000, maio de 2004, e junho de 2007, intituladas respetivamente “Comunismo ou caos”, “90 aniversário de Lenine” e “Che Guevara presente ou passado?”.

A Abrente Editora publicou o seu relatório “Esplendor, crise e reconstruçom da alternativa comunista” como caderno nº 3 da coleçom Documentos e textos políticos.

Sempre que se lhe requeriu colaborou com o jornal Abrente e no site de Primeira Linha. Nos momentos difíceis sempre nos encaminhou o seu alento e solidariedade.

Primeira Linha transmite a familiares, camaradas e amizades o profundo pêsame polo falecimento de Justo de la Cueva, umha perda para a causa da Revoluçom Socialista/Comunista.

Por justo nem um minuto de silêncio, toda umha vida de combate!

Independência e Comunismo!

Honra e gloria camarada Justo de la Cueva!

Galiza, 27 de abril de 2017