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Corrente Estudantil Revolucionária [CER]

Sexta-feira, 8 Abril 2016

Anagrama CER

Construir intervindo, intervir construindo

A Corrente Estudantil Revolucionária [CER] nasce com o intuito de continuar organizando o estudantado galego de ensino secundário e universitário em chaves ruturistas.

Nascemos para contribuirmos a manter ativo o quadro nacional de luita recuperado no curso 2012-2013 com a convococatória das exitosas e combativas greves gerais no ensino galego dos cursos académicos 2013-2014 e 2014-2015, um dos fundamentos essenciais do movimemto estudantil galego.

A CER pretende ser umha nova ferramenta de organizaçom e luita que assuma o legado e trajetória do que foi o projeto estudantil da esquerda independentista e socialista galega.

Somos continuidade da açom teórico-prática do que foi inicialmente a FER [Federaçom Estudantil Revolucionária] e posteriormente Agir.

As nossas bases programáticas e princípios político-ideológios som claros. Somos umha organizaçom estudantil anticapitalista, independentista e feminista, umha organizaçom para luitar.

Somos umha organizaçom nacional do estudantado galego que na atual conjuntura da luita de libertaçom nacional e de classes procuramos reorganizar o campo estudantil revolucionário.

Luitamos por um ensino público, galego, democrático, crítico, antripatriarcal e de qualidade no quadro dumha Galiza independente, socialista e feminista.

Galiza, abril de 2016

13 de abril GREVE ESTUDANTIL

As aulas nom som do mercado, som do estudantado

As políticas educativas do PP som umha declaraçom de guerra ao estudantado. Para impedirmos perdê-la é imprescindível a mobilizaçom estudantil: toca-nos tomar a palavra.

Três anos vam já desde que o governo do Partido Popular aprovasse de jeito unilateral, seguindo as diretrizes da UE e do capital, a regresiva “Lei Orgánica para a Melhora da Qualidade Educativa” (LOMQE).

Os diferentes governos espanhóis e a sua sucursal autonómica da Conselharia de Educaçom levam anos a implementar umha estratégia que só pretende destruir o ensino público mediante um conjunto de medidas legislativas que procuram a mercantilizaçom, precarizaçom e espanholizaçom do ensino. A  LOMQE, o Decreto 3+2, as reválidas no ensino médio, o incremento de horas de práticas na FP… procuram o deterioramento do ensino público e a sua entrega à empresa privada, convertendo-nos em mao de obra pouco qualificada para assim assegurar umha maior exploraçom e precarizaçom no trabalho.

Nós, o estudantado galego, temos direito a um futuro digno como trabalhador@s no nosso País, na Galiza, e a um ensino gratuíto, de qualidade e progresso que nos permita desenvolver-nos plenamente como seres humanos.

Só mediante a auto-organizaçom estudantil, só por meio da mobilizaçom poderemos derrotar as políticas mercantilistas de Espanha e da UE e frear o processo assimilacionista que padecemos como povo.

O 13 de abril temos que ganhar o nosso direito a umha educaçom pública, gratuíta, laica, nom patriarcal, galega e de qualidade; por isso, da Corrente Estudantil Revolucionária, fazemos um apelo para o estudantado galego a participarem na luita polos nossos direitos.

Nom às leis que hipotecam o nosso presente!

Nom às leis que vendem o nosso futuro!

Avante a luita estudantil!

Cartaz Greve 13 abril 2016