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NÓS-Unidade Popular apresenta em Vigo campanha do 1º de maio

Quarta-feira, 23 Abril 2014

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Rebeca Bravo, porta-voz nacional de NÓS-UP e Telmo Varela, da Direçom Nacional, acompanhados por militantes ligaos com os diversos setores e segmentos do mundo do trabalho deu a conhecer na tarde de ontem em Vigo a campanha do 1º de maio de 2014.

Sob a legenda “Açom anticapitalista Alternativa Socialista” desenvolverá-se umha intensa campanha nas próximas semanas que culminará com a participaçom da esquerda independentistas nas mobilizaçons convocadas pola CIG para este Dia do Internacionalismo Proletário.

Na apresentaçom, a dirigente da esquerda independentista denunciou a enorme falácia na que se sostém o “discurso triunfalista do PP anunciando o final da crise capitalista e a recuperaçom económica” pois  contrasta com a “paulatina deterioraçom das condiçons de vida da classe trabalhadora e do conjunto das camadas populares galegas”.

A porta-voz nacional da Unidade Popular afirmou que o “saldo destes cinco anos de crise sistémica é mui negativo para a imensa maioria social, que padecemos um retrocesso nas nossas condiçons materiais de vida, nos nossos direitos laborais e liberdades fundamentais”.

Telmo Varela, operário do naval em desemprego, afirmou que na Galiza a “burguesia espanhola tem logrado até o momento impor o programa neoliberal da troika pola conivência do corrupto e entreguista sindicalismo espanhol, e pola ausência de umha estratégia encadeada e permanente de luita do sindicalismo galego”.

Varela manifestou que o corrupto regimem bourbónico e o sistema económico que o mantem som “perfeitamente conscientes da volátil situaçom política e social, da ilegitimidade de um regime alicerçado nas desigualdades sociais, na opressom nacional e no latrocínio”. Eis as razons polas que o regime se “arma até os dentes, emprega umha brutal repressom policial, intoxica e manipula, impom umha férrea censura e mordaça informativa, implementa um conjunto de reformas do Código Penal e da legislaçom, visando impor o Estado autoritário que leva décadas sonhando o monopartidarismo bicéfalo”.

Rebeca Bravo foi enérgica à hora de destacar que a “greve geral, o protesto, a ocupaçom das ruas, som as nossas armas”, lembrando que nengumha das conquistas obreiras de magnitude atingidas em perto de dous séculos de luita “foi fruto da falsa “democracia” burguesa e sim de motins, revoltas, rebelions e revoluçons. Apelando assim a perder a esperança e ilussom “alternáncia eleitoral e nas forças políticas eleitoralistas” pois a “mudança e a transformaçom que a imensa maioria desejamos emanará de um povo organizado, movimentado e em luita, nom de promessas eleitorais e do fetichismo das urnas do capitalismo”.

Finalmente Rebeca Bravo apelou os setores mais combativos e avançados da classe obreira, mulheres e juventude a participar no cortejo anticapitalista de NÓS-Unidade Popular nas manifestaçons que convoca a CIG.