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Leyla Ordoñez divulgou a realidade colombiana ocultada polos meios sistémicos

Quinta-feira, 9 Janeiro 2014

Palestra MCB Lume! jan-2014 015

A ativista da Marcha Patríótica Leyla Ordoñez denunciou o caráter autoritário do governo colombiano na palestra organizada polo Capítulo Galiza do MCB no Centro Social Lume! de Vigo.

Palestra MCB Lume! jan-2014 011

A refugiada política acusou o governo de Juan Manuel Santos de nom querer paz com justiça social e tam só procurar desvertebrar os vigorosos movimentos sociais e derrotar a insurgência.

O ato, apresentado por Carlos Morais -membro da Presidência Coletiva do MCB e secretário-geral de Primeira Linha, iniciou-se com a projeçom de um vídeo de 17 minutos em que se analisa a manipulaçom e a repressom a que o regime colombiano submeteu ao longo do passado verao a paralisaçom agrária, que parou regions inteiras e contou com o apoio de imensas massas urbanas.

Posteriormente, Leyla Ordoñez realizou um repasso histórico interpretativo das causas que geram o conflito político, social e armado que vive a Colômbia há seis décadas.

O centro da sua intervençom estivo enquadrado em analisar o atual processo de negociaçom política que as FARC-EP desenvolvem em Havana com o governo oligárquico, esmiuçando a sua situaçom com base em cinco pontos em que se divide a agenda pactuada.

Em todo o momento, foi clara à hora de descartar que sem umha mudança a fundo das causas que povocárom o conflito, o processo de negociaçom que tem lugar desde agosto de 2012 na capital cubana poda chegar a um acordo final, porque nom é possível atingir paz sem justiça social.

Após a sua intervençom, tivo lugar um colóquio com as pessoas que assistírom à palestra, descartando que o movimento político e social Marcha Patrióticahttp://www.marchapatriotica.org/ participe nos processos eleitorais de 2014.

Também denunciou a repressom e perseguiçom a que se vê submetida esta força política, denunciando a recente detençom de Francisco Tolosa, responsável do Comité de Relaçons Internacionais da Marcha Patriótica, e a existência de quase 10.000 presas e presos políticos na Colômbia.