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[Vídeo] Carlos Morais defendeu ruptura democrática em Irmandade.TV

Sexta-feira, 20 Dezembro 2013

carlos

Na segunda videocoluna emitida pola televisom digital galega Irmandade.TV o secretário-geral de Primeira Linha abordou três temas que “aparentemente nom guardam relaçom, embora estám estreitamente ligados”.

Na seçom de “O comentário de…”, emitido terça-feira 10 de dezembro, Carlos Morais denunciou a constituiçom espanhola de 1978, a lei de “segurança cidadá” promovida polo PP e analisou a VII Assembleia Nacional de NÓS-UP.

O secretário-geral do nosso Partido manifestou que esta constituiçom “perpetua a economia de mercado e o patriarcado, impom a unidade indivisível de Espanha, e dumha monarquia tutelada polo mesmo exército golpista de 1936”.

Carlos Morais foi mui claro à hora de denunciar que a “totalidade dos direitos consagrados no texto som negados na prática”, pois “nem direito o trabalho, nem à vivenda, nem a educaçom nem a sanidade, nem a viver com dignidade, nem à igualdade entre mulheres e homens, existe neste cárcere de povos chamada Espanha”.

Enlaçando com esta denúncia o dirigente de Primeira Linha afirmou que “para seguir impondo a constituiçom de 1978 o regime está-se armando-se até os dentes e aprovando leis repressivas que vulneram as liberdades básicas” definindo a “Lei de Segurança Cidadá” como um novo ataque à liberdade de expressom

Finalmente debulhou algumhas das principais chaves da Assembleia Nacional que a Unidade Popular realizou 30 de novembro em Teu no que definiu como um importante congresso porque “NÓS-UP ratificou a estratégia independentista, socialista e feminista contra a ofensiva do capitalismo espanhol e da UE”, mas basicamente porque a “esquerda independentista reafirmou a sua vontade de vertebrar um espaço próprio, claramente autónomo e independente, alternativo ao que representa o BNG e Anova/AGE”.

Carlos Morais considera que as resoluçons acordadas clarificam que NÓS-UP “nom pretende ser nem agir como apêndice de ninguém”, pois pretende “consolidar umha terceira via, claramente diferenciada das outras duas grandes expressons da esquerda nacional”.

Se na anterior vídeocoluna analisava a antagónica política de alianças nos seio da esquerda nacional, nesta destacava que “esta profunda diferença qualitativa entre Anova e o BNG nom podem agochar as enormes coincidências que apresentam à hora de promover umha similar estrategia eleitoral”.

Se na anterior videocoluna insistia na necessiadade da auto-organizaçom, nesta ocasiom enfatizou na necessidade de despreender-se do curtoprazismo eleitoral que alimenta “falsas ilusons sobre as possibilidades de mudanças pola via parlamentar que alterem a situaçom de dependência nacional, exploraçom de classe e dominaçom de género” pois  a “burguesia nunca vai permitir que umha força política, que um movimento político-social com vocaçom de imprimir mudanças estruturais, ganhe umhas eleiçons, e no caso de conseguí-lo evitará que poda implementar o seu programa transformador. Aqui, já o fijo em 1936. O caso do Chile é paradigmático. Leva anos tentando-o na Venezuela bolivariana e há umha semana aplicou-no nas Honduras, furtando a presidência da República a Xiomara Castro”.

Apoiando-se em fragmentos do discurso de Rebeca Bravo, a re-eleita porta-voz nacional de NÓS-UP, insistiu “que a verdadeira e genuina alternativa a este presente e futuro de miséria a que nos condena Espanha e o Capital emanará das barricadas de coraçom e lume que esporádica e intermitentemente nos mostra o proletariado de Ferrol e Vigo, dos desesperados protestos de quem perde um emprego de miséria, a sua casa, os aforros de toda umha vida de suor, e se debate entre viver na pobreza na sua terra ou procurar um novo mencer mais alá das terras do Mançanal e Cabeça de Égua”.

Primeira Linha em rede reproduzimos integramente a entrevista que por superar o espaço asignado por Irmandade.TV tivo que ser reduzida.