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(Vídeo) Carlos Morais defendeu em Irmandade.TV princípio de auto-organizaçom popular

Sábado, 9 Novembro 2013

O secretário-geral de Primeira Linha incorporou-se esta semana como analista político à televisom digital Irmandade.TV.

Na seçom de “O comentário de…”, divulgado terça-feira 5 de novembro, Carlos Morais analisou as mutaçons que provocárom relativizar e mesmo abandonar o princípio de auto-organizaçom “quebrando um dos princípios medulares” da esquerda patriótica que “até há bem poucos anos semelhava ser um sinal de identidade indiscutível e mui bem assentado no corpo militante da esquerda nacionalista”.

O secretário-geral do nosso Partido analisou as principais bases fundacionais da recomposiçom da esquerda nacional galega iniciada há agora meio século, ratificando a sua plena vigência, pois a “imensa totalidade dos problemas da Galiza estám ligados à carência de soberania” e a situaçom de atraso e dependência a que nos submete Espanha.

Carlos Morais foi claro à hora de denunciar que o “oportunismo prevalece sobre os princípios” e a definir a necessidade da auto-organizaçom como “umha condiçom sine qua non para a emancipaçom e a libertaçom”.

Com ênfase manifestou que “somos nós, exclusivamente nós, as galegas e os galegos, o sujeito de decisom do nosso futuro. Corresponde exclusivamente o povo galego, sem nengum tipo de tutelagens nem de injerências decidir que pais queremos, que tipo de sociedade desejamos”.

Também denunciou a “falsa e tramposa tese que desliga mudança social da soberania nacional”, posicionando-se neste debate por “dotar-nos de instrumentos que nos permitam tomar decisons desde aqui, desde a Galiza, tendo como centro de gravidade este País e esta sociedade”.

Em palavras de Carlos Morais há um “setor da esquerda nacional que nom acredita plenamente nas capacidades deste Povo e deste país para lograr-nos a nossa libertaçom” estabelecendo políticas de alianças com forças espanholas que defendem idêntico “paradigma que os nossos inimigos”.

Antes de finalizar defendeu que a “equaçom soberania nacional/socialismo cobra a dia de hoje máxima vigência e está mais atual que nunca”, situando o debate que hoje vive a esquerda nacional entre “unidade do povo galego em base a ferramentas e organizaçons próprias no ámbito político, sindical ou social” ou bem “alianças táticas ou estratégicas com forças estrangeiras, com forças espanholas”.