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NÓS-UP convoca novamente manifestaçom independentista no Dia da Pátria

Terça-feira, 2 Julho 2013

No primeiro dia de julho a Unidade Popular divulgou publicamente a convocatória do Dia da Pátria que a organizaçom política de massas do MLNG realiza este 25 de Julho.

Umha representaçom da Direçom Nacional de NÓS-Unidade Popular, com Rebeca Bravo ao frente, deu a conhecer as caraterísticas dumha convocatória que, além da tradicional manifestaçom nacional em Compostela, recupera nesta ediçom o jantar popular de confraternizaçom num espaço público.

A porta-voz nacional de NÓS-UP, Rebeca Bravo, manifestou que a esquerda independentista começa esta mesma semana a desenvolver sob a legenda “Espanha e a UE som a nossa ruína, INDEPENDÊNCIA” umha intensa campanha de agitaçom e propaganda que culminará com umha manifestaçom que partirá às 12.30 horas da Alameda de Compostela. Mobilizaçom que finalizará com um comício às 13.30 horas na praça do Toural.

Posteriormente a jornada patriótica continuará às 15 horas com um jantar popular de confraternizaçom nos jardins de Sam Roque.

Manifestaçom genuinamente independentista

NÓS-UP convoca por terceiro ano consecutivo umha manifestaçom em prol da indepedendência da Galiza, após promover a organizaçom de umha resposta unitária entre o nacionalismo de esquerda e o independentismo, no quadro da conjuntura de colaboraçom aberto em fevereiro, cristalizado na manifestaçom soberanista unitária de 3 de março.

Perante as dificuldades para avançar nesse cenário no que NÓS-UP estivo centrada ao longo de maio, a Unidade Popular optou por convocar umha manifestaçom independentista centrada este ano em denunciar as responsabilidades diretas de Espanha, mas também da UE, na dependência galega das que emanam a imensa maioria dos problemas que padece o povo trabalhador galego.

Tal como informa NÓS-UP no seu web o Dia da Pátria de 2013 “realiza-se no quinto ano do início da última crise sistémica do capitalismo que está provocando umha desfeita social para a imensa maioria do povo trabalhador galego. Desemprego, baixos salários, precariedade laboral, emigraçom, empobrecimento, exclusom social, privatizaçom e deterioraçom da sanidade e educaçom, som para Rebeca Bravo conseqüência das políticas ultraliberais e centralistas dos governos de Rajói e Feijó.

Políticas reacionárias -afirmou- implementadas “seguindo o pé da letra dos diktados da Uniom Europeia e do FMI agrupados nas sinistra troika comandada pola Alemanha”.

Denúncia da ofensiva burguesa, patriarcal e jacobina

No ato nacional de apresentaçom realizado em Compostela, Rebeca Bravo manifestou que Espanha e a UE “som responsáveis diretas pola destruiçom sistemática dos setores estratégicos da economia galega para inviabilizar assim o nosso projeto nacional”.

Nesta comparecência pública a porta-voz de NÓS-UP afirmou que “a devoluçom do tax lease é a última agressom contra o nosso País por parte de umha UE da qual nunca deveríamos ter formado parte. Por este motivo, é necessário umha resposta contundente e clara que deve plasmar-se numha imediata greve geral pois Galiza tem que defender-se e só será possível fazê-lo com um povo luitando unido na rua, consciente de quem som os responsáveis da desfeita”.

Também deixou claro as responsabilidades diretas do PP “por aplicar o programa integrista da Conferência Episcopal, pois esta ofensiva burguesa vai acompanhada polo endurecimento do patriarcado com permanentes medidas tendentes a reforçar a marginalizaçom e opressom das mulheres, concretizadas em cortes e retrocessos nas conquistas atingidas por décadas de luita feminista.

Mas também por umha recentralizaçom espanhola que visa acelerar a histórica assimilaçom a que nos vemos submetidas, para destruir a Naçom Galega”.

Morte da via regionalista

Rebeca Bravo, além de declarar a morte definitiva da via estatutária e regionalista, manifestou a satisfaçom pola aproximaçom do nacionalismo das teses soberanistas, e defendeu que “perante um cenário tam adverso ao qual nos conduzem Espanha e a UE, nom há mais saída que construir um amplo movimento social e popular rupturista que articule as forças para um processo constituinte galego que cristalize na recuperaçom da soberania e da independendência nacional”.

Reforçamento do independentismo

A porta-voz da Unidade Popular manifestou a importáncia de “reforçar o independentismo galego como ferramenta política e social indispensável e insubstituível para impedir que desapareçamos na voragem imperialista da UE e do FMI, e para que podamos dotar-nos dos instrumentos imprescindíveis para resolver os mais candentes e urgentes problemas do povo trabalhador galego”.

Deixou claro a importáncia de contarmos com um “independentismo forte e dinámico, com iniciativa e visibilidade, como única garantia para fazermos irreversível a positiva viragem aplicada polo nacionalismo galego”.

Denúncia da repressom espanhola e solidariedade com @s presas e presos políticos galegos

Tal como se recolhe no web de NÓS-UP na apresentaçom dos atos patrióticos de 25 de Julho, a porta-voz nacional de NÓS-UP denunciou a “política fascistizante do PP, a criminalizaçom da alternativa independentista e soberanista e transmitiu a imedita liberdade de todos os presos e presas políticas galegas”.

Qualificou de “farsa o recente julgamento na Audiência Nacional e transmitiu que é necessário nom entrar no jogo de Samuel Juárez, nom podemos cair nas dinámicas importadas com as quais o PP pretende ocultar as suas responsabilidades diretas no desemprego de mais de 300 mil galegas e galegos, na emigraçom da nossa juventude ou na destruiçom do tecido industrial galego. Estes som, afirmou com veemência, “os verdadeiros problemas que padecemos o povo real, nom os inventados nos gabinetes de contrainformaçom do fascismo espanhol”.