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Proletariado ferrolano corta tránsito com barricadas na Ponte das Pias

Quinta-feira, 30 Maio 2013

A 13 dias para que decorra em menos de um ano a segunda Greve Comarcal em Trasancos, Eume e Ortegal ,o lume das barricadas ilumina o caminho da luita obreira.

A agónica situaçom que vive a comarca de noroeste da Galiza, com umha taxa de desemprego de 32%, reflite-se nos mais de 2.200 trabalhadores/as despedidos na industria auxiliar do naval, que se acrescenta à falta de carga de trabalho.

Passadas as 10.30h, a volta de 3.000 trabalhadores e trabalhadoras de Navantia e operári@s das empresas auxiliares saiam dos centros de trabalho de Ferrol e Fene para confluir passadas as 11.15h na Ponte de As Pias.

Várias carrinhas de antidistúrbios esperavam aos operários e operárias diante do prédio das Telheiras, no bairro de Carança, onde a Agência Tributária espanhola tem a sua delegaçom local.

Ao chegar à rotunda do Diapasom a  mobilizaçom bifurcou-se para cortar as duas faixas de rodagem de entrada e saída à cidade departamental e colapsar a entrada a Ferrol por Fene.

“Onde estám, nom se vem os contratos do PP”, “Greve Geral”, “Sem trabalho, sem o dique, a comarca vai-se a pique” fôrom algumhas das palavras de ordem que se puiderom ouvir durante a mobilizaçom.

Durante o percurso realizarom-se duas pintadas na estrada de grandes dimensions com as legendas “SOS Naval” e “Flotel já!” pouco antes de dar-lhe lume à primeira das barricadas na via de entrada às Pias desde o Polígono da Gándara.

Umha maré proletária avançou caminho à ponte da velha entrada a Ferrol, com o pórtico de Navantia-Fene ao fundo, onde esperavam os operários e operárias do asteleiro fenês.

No ponto de encontro dava-se lume a umha segunda barricada de pneus onde se queimarom vários bonecos com as caroutas de Rajói, Feijó e Rei Varela, atual presidente da Cámara de Ferrol.

Posteriormente os trabalhadores e trabalhadoras voltarom em manifestaçom aos centros de trabalho dando por finalizada a mobilizaçom mas nom a jornada reivindicativa.

A blindagem das forças represivas espanholas tentarám evitar que as justas reivindicaçons dos trabalhadores e trabalhadoras do naval nom interfiram no Pleno Municipal de Ferrol conocada para esta tarde