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Bourbon afirma que as reformas começam a ter efeito enquanto se acelera a destruiçom de emprego e cresce a precariedade

Sexta-feira, 2 Novembro 2012

Ante umha nutrida representaçom do patronato espanhol e indiano, e acompanhado por quatro ministros do governo do Partido Popular na procura de novos e melhores negócios, o Bourbon afirmou que as reformas anti-obreiras aplicadas no Estado espanhol nos últimos tempos começavam, por fim, a ter efeitos. O mesmo monarca que há poucas semanas recebia os líderes do sindicalismo institucionalizado, avalizava mais umha vez o programa de governo de PSOE e PP depois de ter presidido o Conselho de Ministros em que se aprovou o programa de cortes mais antissocial das últimas décadas.

Só umhas horas depois de que o monarca espanhol realizou tais declaraçons, os dados da EPA do terceiro trimestre do ano descativavam o seu efeito propagandístico. A queda do desemprego na Galiza, que registrou um melhor comportamento que os dados do conjunto do Estado espanhol, celebrada polos responsáveis do governo autonómico, oculta a verdadeira realidade do comportamento do mercado laboral na Comunidade Autónoima da Galiza (CAG).

Além da leve queda no número de trabalhadores e trabalhadoras desempregadas provocada polas contrataçons no periodo estival, na Galiza continua a se destruir emprego, aumentam as famílias sem nengum tipo de rendimento e aumenta de forma alarmante a precariedade. O desemprego cresceu a repeito do mesmo período que no ano anterior em 37.500 pessoas, 3,62%, colocando a taxa de desemprego em 20,13%. O setor mais golpeado volta a ser a indústria que, neste período interanual, perde arredor de 18.000 empregos. Além do mais, cresce o número de lares em que todos os seus membros se encontram no desemprego, alcançando já os 79.500, quando em 2009 eram 44.500 as vivendas nesta situaçom.

No que se refere à precarizaçom do mercado laboral, os dados nom som mais alentadores. Neste trimestre registou-se um crescimento da temporariedade, que já atinge a taxa de 24,32%. Ainda, produz-se umha queda do emprego a jornada completa, concretamente em 44.100 empregos no ano, enquanto aumenta a do tempo parcial em 4.800 empregos.