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Impunidade do terrorismo patronal: exigem reforma das pensons, do desemprego e novas rebaixas salariais na administraçom

Quinta-feira, 18 Outubro 2012

O Círculo de Empresarios, organizaçom do patronato espanhol, acabou de reclamar a imediata reforma das pensons, do desemprego, da organizaçom territorial do Estado espanhol e umha nova rebaixa salarial para os trabalhadores e trabalhadoras das administraçons públicas. Som as principais conclusons do informe recentemente elaborado por esta entidade para a análise dos Orçamentos Gerais do Estado no próximo ano 2013.

No caso do sistema público de pensons, o Círculo de Empresarios aposta num antecipo dos prazos marcados por sindicatos e governo espanhol sobre o atraso da idade de jubilaçom, aplicando critérios no cálculo da prestaçom que tenha em conta toda a vida laboral do trabalhador ou trabalhadora. No que se refere às prestaçons por desemprego, apostam, na mesma linha que o governo do Partido Popular, em reduzi-las, ligando-as a desconhecidos mecanismos de aceitaçons de empregos, sejam quais forem as suas condiçons.

O Círculo de Empresarios também defendem umha drástrica reduçom das estruturas da administraçom pública na direçom, nom podia ser doutra forma, de reduçons salarias e reduçom de trabalhadores e trabalhadoras que, de forma inexorável, produziria umha precarizaçom dos serviços públicos básicos.

O Círculo de Empresarios é umha entidade, segundo eles mesmos declaram, para a “divulgaçom e promoçom da funçom da livre empresa no quadro da economia de mercado” elemento essencial, afirmam, do “progresso económico e social”. Entre as sociedades vinculadas a esta entidade, deparamos com umha nutrida representaçom da burguesia espanhola, entre a que destaca o Banco Santander, BBVA, Acciona, Cepsa, Eulen, Mercadona ou os grupos de comunicaçom Vocento e Meiaset.

Habituais e reiterativos, os informes ou estudos do estilo apontam diretamente os objetivos de classe da burguesia neste contexto de crise. Contrato único, “minijobs”, reduçom das prestaçons e pensons, “emagrecimento” do espaço para a negociaçom coletiva som reclamaçons que de forma periódica afloram com total impunidade. Veiculadas através de personagens da natureza do anterior presidente da CEOE Diaz Ferraz ou de Arturo Fernández, habitual nas declaraçons anti-obreiras e recentemente condenado por vulnerar os direitos dos trabalhadores das suas empresas, estas propostas do patronato insistem em ocultar a verdadeira natureza da crise.