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Decorreu XII ediçom do Dia da Galiza Combatente

Quinta-feira, 18 Outubro 2012

Na passada semana decorriam as diferentes atividades agendadas pola esquerda independentista com motivo do Dia da Galiza Combante, que este ano homenageava ao luitador comunista Benigno Andrade “Foucelhas”.

Oferta floral e palestra

A primeira delas, consistiu na oferta floral a Lola Castro “Mariana”, militante do EGPGC no cemitério de Meirás, Valdovinho. A iniciativa foi promovida pola Assembleia Comarcal de NÓS-Unidade Popular de Trasancos, quem desde há 11 anos organiza esta homenagem.

No mesmo 11 de outubro a Assembleia Comarcal de NÓS-Unidade Popular da Corunha realizava umha palestra no Centro Social Gomes Gaioso com a participaçom do historiador ferrolano Eliseu Fernández, para dar a conhecer um pouco mais a figura do Foucelhas. A organizaçom de massas da esquerda independentista disponibiliza no seu web umha breve crónica do ato.

Ato central na Corunha

Já no dia 12, decorria nos jardins de Sam Carlos da Corunha, o ato central do Dia da Galiza Combatente 2012, organizado pola Unidade Popular.

Dúzias de bandeiras da pátria, vermelhas e lilás davam cor a este céntrico parque corunhês sediado a escasos metros onde o Estado espanhol tem sequestrado como trofeu de guerra o mauser do Foucelhas.

O ato político foi iniciado polo companheiro da Direçom Nacional da Unidade Popular, Ramiro Vidal Alvarinho, o qual após dar as bem-vindas dava passo às companheiras Eva Cortinhas, em representaçom de BRIGA, e Rebeca Bravo, porta-voz nacional de NÓS-UP.

Na sua intervençom,Eva Cortinhas, afirmou que “como o admirável Foucelhas, somos rebeldes e insubmissas ante umha realidade opressiva, mas sobretodo, a nossa presença aqui é fundamental porque temos muito que dizer“.

A dirigente juvenil advertiu que “que nom só somos jovens rebeldes e orgulhosas do nosso passado mais combativo, mas também temos o firme e irrenunciável compromisso de incorporar a experiência e o legado das nossas combatentes à nossa praxe diária e agir como continuidade daquelas mulheres e homens que noutrora luitárom pola consecuçom dumha Galiza livre das opressivas cadeias do Patriarcado, Espanha e o Capital“.

Podes ler a intervençom completa premendo cá.

Pola sua turma, Rebeca Bravo afirmou que o Foucelhas foi assassinado polo Estado espanhol por cometer um delito que “é idêntico à causa que hoje nos convoca aqui para homenageá-lo: defender com firmeza e paixom a liberdade e a justiça social”.

Para continuar manifestando que “o nosso único e principal inimigo nom é simplesmente o PP. O nosso inimigo é o capitalismo, o patriarcado e o imperialismo espanhol. Nom podemos confundi-lo em identificá-lo exclusivamente com o PP”.

A dirigente da esquerda independentista afirmou com rotundidade que “A saída da crise capitalista nom tem soluçom imediata. Nem vai ser resultado dos efeitos apotropaicos do falso talismám da alternáncia política. AGE, Bloco, PSOE, PP , a mesma merda é!”.

As suas palavras fôrom respondidas com berros de “A soluçom é a Revoluçom” polas pessoas assistentes.

Rebeca Bravo continuava a sua intervençom afirmando que “O vírus do parlamentarismo é umha epidemia inoculada na classe obreira que enfraquece o movimento popular, conduzindo-o ao desencanto e à resignaçom. Nom podemos ser indulgentes, nem vacilar. Quebremos pois com ele“. E apelava a construir o antitodo: a luita obreira, nacional e feminista.

A alocuçom completa da porta-voz nacional da Unidade Popular pode ler-se premendo esta ligaçom http://nosgaliza.org/prova2/?p=1906

O dia da Galiza Combatente veu acompanhado dumha intensa campanha agitativa com a realizaçom de dúzias de murais e pintadas com molde com a efígie do Foucelhas.

BRIGA organizou concerto na Corunha

Pola sua parte a organizaçom juvenil da esquerda independentista organizava um concerto na Sala INOX da Corunha, na noite do próprio dia 12. Os Três Trebons e Fracasados de Antemano encarregarom-se de pôr a música, que fixo desfrutar as perto de 100 pessoas que lotárom a sala.