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Começam programas de recolocaçom de operári@s do naval no quadro do agravamento da crise da industria galega

Terça-feira, 16 Outubro 2012

Dous meses depois de que a Comissom Europeia tivesse aprovado a ativaçom dos fundos do chamado Fundo Europeu de Adaptaçom à Globalizaçom, a passada semana começou o programa de formaçom “Empreganav”, dirigido à reinserçom laboral de desempregados e desempregadas do naval.

Diversos representantes do governo autonómico, entre os quais destacavam os conselheiros Javier Guerra e Beatriz Mato, anunciárom com solenidade a ativaçom do programa no que participarám mais de 400 trabalhadores e trabalhadoras do naval galego e que, realmente, unicamente procura engraxar com dinheiro público as pulsons de um irracional mercado que procura em zonas com um alto nível de desproteçom operária, preços mais baratos que os oferecidos pola indústria galega.

O andamento do programa de formaçom coincide coincide precisamente com um momento em que a crise golpeia com extrema dureza a indústria galega. Ainda que o índice de produçom industrial tenha crescido no passado mês de agosto, colocando a taxa interanual de dito indicador em 7,8%, enquanto no conjunto do Estado se produziu umha queda superior a 3%, a situaçom da indústria galega é de extrema gravidade. De facto, o crescimento do IPI deveu-se principalmente à produçom energética e ao comportamento da indústria têxtil, principalmente Inditex, e à produçom de carros registada em Citroën.

Em contraste com um IPI disfarçado polo comportamento de conjuntural de determinados setores e que ademais arrastra umha queda superior a 4% no que vai de ano, os dados da destruiçom de emprego na indústria galega continuam a ser alarmantes. Só desde o primeiro trimestre de 2009 até este ano, na Galiza destruírom-se 43.100 emprego no setor industrial, aos quais há que somar outros 32.000 no setor da construçom.

Enquanto a indústria galega aprofunda a sua particular crise, as instituiçons autonómicas e estatais fracassam nas suas sucessivas tentativas de reativaçom do sector, carentes de vontade real por fortalecer esta área estratégica da economia galega. A única alternativa que as instituiçons ofertam som programas de formaçom para umha impossível e suicida recolocaçom dos trabalhadores desempregados e desempregadas.