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Pessoal dos estaleiros da Ria de Ferrol continuarám mobilizaçons para reivindicar carga de trabalho

Terça-feira, 2 Outubro 2012

O pessoal de Navantia vai continuar mobilizando-se para reivindicar carga de trabalho, segundo afirmam fontes sindicais. Concretamente a CIG denunciava recentemente a utilizaçom eleitoral de umha reuniom do Presidente da Junta com umha delegaçom da petroleira mexicana PEMEX, umha reuniom que em princípio o governo autonómico pretendeu fazer passar como umha espécie de cimeira solene para assinar senhos contratos para a construçom de dous floteis para a antedita companhia. O posterior desmentido de diretivos da PEMEX sobre o sentido da reuniom, fijo saltar as alarmes e provocou que os sindicatos exijíram do executivo da CAG que demostrasse a existência de tais contratos. Polo que informou a CIG, o Presidente da Cámara de Ferrol reconheceria numha reuniom com representantes dos trabalhadores que por enquanto nom havia contrato algum assinado. Nestes momentos existe acordo para assinar os contratos e o processo está em maos de filiais da PEMEX; por seu turno os sindicatos puidérom comprovar que Navantia está na procura, em colaboraçom com Barreras, de preços para a contrataçom de fornecimentos para a construçom dos navios, o que se valora como um bom sintoma, ainda que se remarca que o coletivo de trabalhadres e trabalhadoras de Navantia nom acreditará nada até que se conheça o conteúdo dos contrtatos, se é que estes chegarem a existir.

Além disto, insiste-se em que a verdadeira batalha está no tax-lease, que condiciona a capazidade de contrataçom dos estaleiros e na construçom do dique flotante, que em si própria asseguraria carga de trabalho para dous anos. Porém, e contra  que se afirma desde a Junta, a construçom dos floteis (que polos vistos nem seguro é que sejam tais floteis, já que por parte dos contratantes do que se fala é de buques de apoio) nom ocuparia a 3000 trabalhadores, mas em todo caso, e polo que se calcula segundo as caraterísticas e dimensons dos navios, a um máximo de 900 trabalhadores em total.  No 4 de Outubro haverá umha nova manifestaçom em demanda de carga de trabalho e reivindicando a construçom do dique flotante.