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CCOO e UGT rendem obediência a Merkel para chamar a atençom de Rajoi

Terça-feira, 31 Julho 2012

No marco de um encontro do presidente espanhol com os líderes de CCOO e UGT deu-se a conhecer a reuniom mantida polos secretários-gerais de ambas formaçons com a chanceler alemá Ángela Merkel em Berlim. Segundo transcendeu na imprensa comercial espanhola, foi o próprio Rajoi o que botou em cara a reuniom aos líderes de CCOO e UGT a reuniom com Merkel que, segundo eles mesmos declararom, produzira-se ante a negativa a recebe-los por parte do presidente espanhol.

A reuniom com a chanceler alemá decorreu o passado 5 de julho em Berlim e foi solicitado por Toxo e Méndez a través do secretário-geral da Confederaçom Alemá de Sindicatos. A reuniom, que durou mais de umha hora, serviu para que Toxo e Méndez informaram a Merkel dos últimos acordos adoptados no marco do pacto social, concretamente sobre pensons e salários e flexibilidade interna assinados com o PSOE e Partido Popular respectivamente.

Mais alá dos conteúdos tratados no encontro, o mais importante é que de nom ser por Rajoi a reuniom continuaria hoje a ser desconhecida nom já pola populaçom em geral senom tamém pola própria filiaçom de CCOO e UGT. O encontro “discreto” entre os secretários-gerais dos principais sindicatos espanhois e a chanceler alemá soma-se a umha longa tradiçom de reunions celebradas de costas aos trabalhadores e trabalhadoras e aos seus filiados. É por isto que nom surprende tanto o que rodeia a reuniom, senom o momento escolhido para manté-la e os motivos esgrimidos por Toxo e Méndez.

A reuniom com Merkel, assim como o enconbtro com Rajoi para informá-lo do calendário de mobilizaçons sindicais, pom de manifesto a incomodidade de CCOO e UGT com o novo rol semelha estám obrigados a assumir. A enorme distáncia entre as declaraçons dos dirigentes de ambas organizaçons sindicais, enormemente blandas dada a ofensiva desatada pola burguesia, e os factos é cada vez mais evidente. Que sentido tem se nom informar aos responsáveis políticos do que eles mesmos qualificam como “golpe de estado” das mobilizaçons programadas para fazer-lhe frente? A resposta remite-nos as décadas de submissom que respostarom à calculada estratégia de institucionalizaçom posta em andamento polo Estado, seja qual for o partido colocado a sua frente.

A reuniom de Toxo e Méndez com a chanceler alemá é umha boa oportunidade para perguntar-se pola viabilidade de qualquer mobilizaçom obreira sostida contra a ofensiva burguesa em marcha que dependa de ambas organizaçons sindicais.