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A verdadeira natureza das reformas: a crise só reduz em 2,6% os ricos no Estado espanhol

Quarta-feira, 20 Junho 2012

Em um contexto de emergência social provocada pola crise e o programa de reformas aplicada polos governos do PSOE e PP, o número de ricos no Estado espanhol só descendeu um 2,6% no ano 2011 com respeito ao anterior, concretamente dos 141.000 em 2010 aos  137.300 o passado ano.

É umha das conclussons mais rechamantes do informe anual da consultora internacional Capgemini e a gestora de patrimónios do Royal Bank of Canada, que considera “ricos” aqueles que tenham propriedades valoradas em mais de um milhom de euros, uns 625.000 euros, excluindo a primeira vivenda e os bens consumíveis.

Este leve descenso da quantidade dos considerados “ricos” no Estado espanhol, contrasta com a situaçom sócio-econômica que sofre a classe trabalhadora. De feito a crescimento da taxa de pobreza no Estado espanhol é a mais alta da UE-21, só superada por Roménia e Letónia.

Neste período de crise e de políticas anti-obreiras e de pretendida austeridade, o crescimento da desigualdade social e da distância entre os mais ricos e empobrecidos, duplicou a de França e triplicou a de Alemanha.