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AGIR denúncia veto de Galiza Nova e Comités

Segunda-feira, 7 Maio 2012

Polo seu interesse, reproduzimos o comunicado feito público pola organizaçom estudantil AGIR na que informa do veto da participaçom da esquerda independentista nas mobilizaçons do 10 de maio por parte Galiza Nova e os Comités.

Galiza Nova e Comités vetam AGIR

AGIR, organizaçom do estudantado da esquerda independentista, convocou como parte integrante do Movimento Estudantil Galego umha jornada de greve estudantil para a próxima quinta-feira 10 de maio.

A nossa intençom foi desde o princípio a de criar umha inegável vontade de confluência com o resto de coletivos e organizaçons que trabalhamos por um ensino galego e público. Porém, a falta de respeito e de cultura democrática vam provocar que a mobilizaçom do dia 10 vaia ser patrimonializada polo nacionalismo institucional. Ante isto, a nossa organizaçom crê necessário fazer públicas umha série de consideraçons:

O movimento estudantil caraterizou-se historicamente pola sua pluralidade, mas também por desenvolver umha dinámica, em muitos casos, unitária, que respeitou a totalidade de ideologias presentes entre o estudantado galego. A base assemblear e a confluência em organismos abertos fam parte da cultura de movimento que o estudantado galego vem praticando desde há décadas.

Por desgraça, há certas organizaçons que nunca assumírom esta realidade e historicamente tentárom patrimonializar e converter num nicho eleitoral particular o que centos de militantes construímos. Falando claro, as distintas organizaçons estudantis impulsadas pola UPG convertêrom em norma o sectarismo, o dirigismo e a exclusom das minorias.

Esta greve do próximo dia 10 de maio vai ser, por desgraça para o estudantado galego, mais um episódio de tam triste história política; pois Galiza Nova e Comités antepugérom os seus interesses concretos à construçom da ampla e necessária resposta aos ataques do Partido Popular contra o ensino público. E figérom-no decidindo em solitário, sob parámetros nom estritamente estudantis, a forma concreta que iam tomar as mobilizaçons. Deixando de lado a maioria do movimento estudantil e só possibilitando a incorporaçom a posteriori dumha organizaçom, a Liga Estudantil Galega.

Criárom assim umha apartheid geral ao estudantado galego e a AGIR em concreto, pois a nossa organizaçom foi vetada abertamente em base à nossa praxe absolutamente coerente, definida por Galiza Nova como “violenta”. A pesar de todo, o nosso compromisso com o estudantado galego vai além de toda manobra oportunista, é comprometemo-nos publicamente a que a greve e as mobilizaçons do 10 de Maio sejam um absoluto sucesso. E desta forma também chamamos ao estudantado galego a secundar as convocatórias das distintas comarcas, embora nós fôssemos vetadas do seu desenho e finalizaçom.

Nom é o nosso estilo entrar numha guerra de convocatórias, pois seria estéril e mesmo perigoso para o estudantado galego. Igualmente sabemos que nem Galiza Nova nem os Comités vam responder a este comunicado, mas tampouco nos preocupa, pois a nossa intençom é simplesmente a de que seja lido polos e polas estudantes e debatido nas aulas, nos cafés e nas ruas dos nossos campus.