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Oligarquia colombiana responde Marcha Patriotica com assassinatos e desapariçons de dirigentes populares

Terça-feira, 1 Maio 2012

As ameaças da campanha lançada pola oligarquia colombiana contra as 1700 organizaçons populares participantes na Marcha Patriótica começam a materializar-se em assassinatos e desapariçons. Antes mesmo da chegada da Marcha Patriótica a Bogotá, dous líderes comunitários desaparecerom Hernán Henry Díaz, líder camponês do departamento de Putumayo e Martha Cecilia Guevara Oyola, dirigente comunitária de San Vicente del Caguám (Caquetá) e a passada sexta-feira era assassinado um membro da equipa de seguridade de Carlos Lozano Guillén, dirigente do PCC.

A Marcha Patriótica pola Segunda e Definitiva Independência nasceu em julho de 2010 e aglutina até 1700 organizaçons políticas, sociais, sindicais, estudantis ou comunitárias. A acumulaçom de forças deste novo projecto popular culminou entre os dias 21 e 23 do passado mês de abril com o lançamento do Movimento Político Marcha Patriótica e a constituiçom do seu Conselho Patriótico Nacional, umha proposta de organizaçom eminentemente política, social e democrática, comprometida com a defesa da causa popular.

O nervosismo da oligarquia se fijo evidente nos dias prévios à chegada da Marcha à capital colombiana e tiverom a sua culminaçom nas declaraçons de um mando do exército nas que afirmavam contar com provas que vinculavam o movimento popular e as FARC-EP. Umhas declaraçons que suponhem a luz verde para iniciar umha guerra suja similar a que rematou com a vida de 5.000 militantes da Unidade Popular na década de 1980.