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NÓS-UP contra os ataques aos serviços e ao emprego público na Galiza

Quarta-feira, 29 Fevereiro 2012

Apenas vinte e quatro horas depois de que o governo do Partido Popular no “Parlamentinho” aprovasse a “Lei de Medidas de Emprego Público” a esquerda independentista organizada em NÓS-Unidade Popular acabou de emitir um posicionamento denunciando “a campanha que os governos, do PSOE primeiro e agora do PP, venhem protagonizando para destruir conquistas fundamentais como som os serviços públicos e os direitos laborais do pessoal que os fai efetivos”.

NÓS-UP afirma que “por trás desta manobra legislativa dos governos, encontra-se um objetivo histórico e permanente do neoliberalismo capitalista: privatizar serviços públicos e incorporar ao mercado do lucro atividades que até agora estavam parcialmente livres da lógica do mercado, como a educaçom e a saúde”

A organizaçom de massas da esquerda independentista chama a “luitar contra as sucessivas reformas legislativas e laborais em curso, e em particular contra as agressons ao setor público galego”.

A continuaçom reproduzimos integralmente o posicionamento público

NÓS-UP contra a atual ofensiva de ataques aos serviços e ao emprego público na Galiza

Diante da aprovaçom da ‘Lei de Medidas no Emprego Público’ no Parlamento autónomo com os votos da maioria parlamentar do Partido Popular, NÓS-Unidade Popular e a esquerda independentista no seu conjunto nom podemos deixar de denunciar de maneira específica a campanha que os governos, do PSOE primeiro e agora do PP, venhem protagonizando para destruir conquistas fundamentais como som os serviços públicos e os direitos laborais do pessoal que os fai efetivos.

Com a escusa do “défice”, dos “mercados” e da crise que o próprio capital provocou, os seus gestores institucionais protagonizam umha criminosa ofensiva contra a maioria do povo trabalhador, o que em maior medida depende de serviços fundamentais como a educaçom, a sanidade e outros de caráter público que estám a ser gravemente agredidos.

Esses serviços, juntamente com os direitos do pessoal que garante a sua existência, os trabalhadores e trabalhadoras, som as principais vítimas dessa Lei que ontem mesmo aprovou o Parlamento autónomo galego.

A suspensom de direitos laborais e de ajudas como o Fundo de Açom Social, os cortes horários e salários para os trabalhadores e trabalhadoras com menor estabilidade, a reduçom de dias de descanso e de retribuiçons em caso de baixas e incapacidades temporárias, as cada vez menores contrataçons, que som substituídas com jornadas laborais mais carregadas de horas e “intersubstituiçons” em setores sensíveis como o sanitário, inclusive o fechamento de centros de saúde e de ensino a que estamos a assistir; medidas todas elas que nom só suponhem umha agressom aos direitos laborais dos trabalhadores e trabalhadoras diretamente afetadas, mas também umha precarizaçom e empobrecimento dos serviços respetivos, que todo o povo trabalhador sofre de maneira direta.

Por trás desta manobra legislativa dos governos, encontra-se um objetivo histórico e permanente do neoliberalismo capitalista: privatizar serviços públicos e incorporar ao mercado do lucro atividades que até agora estavam parcialmente livres da lógica do mercado, como a educaçom e a saúde.

Querem que a Galiza substitua o seu modelo atual por um semelhante ao estado-unidense, no qual só os ricos tenhem garantida umha formaçom educativa e um cuidado sanitário adequado e quem nom tem dinheiro pode morrer na mais absoluta desatençom por doenças perfeitamente tratáveis.

Luitar contra as sucessivas reformas legislativas e laborais em curso, e em particular contra as agressons ao setor público galego, é manter em alto a bandeira dos direitos sociais fundamentais a que todos e todas devemos ter acesso, e sobretodo garantir que mantenham vigência e podamos transmiti-los aos nossos filhos e as nossas filhas. Para isso, devemos converter-nos em firmes defensores e defensoras das conquistas históricas da classe trabalhadora organizada durante o último século e meio.

Toda a solidariedade aos trabalhadores e trabalhadoras do setor público galego!

Abaixo a reacionária ‘Lei de Medidas no Emprego Público’!

Todos e todas à Greve Geral de 29 de março, contra o capitalismo e a crise!

Galiza, 29 de fevereiro de 2012

Direçom Nacional de NÓS-Unidade Popular

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