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Patronato exige retirada de subsídio de desemprego no caso de rejeitar emprego “na Lapónia”

Terça-feira, 21 Fevereiro 2012

Se a semana passada era o presidente da organizaçom patronal espanhola quem exigia, aproveitando a vaga de reformas anti-obreiras, umha revisom da legislaçom que regula o direito de greve, esta semana responsáveis da CEOE voltárom a sair à palestra com novas propostas que demonstram o seu grau de descaramento e a intensidade da ofensiva em curso.

Enquanto os sindicatos do regime mantenhem estratégias inofensivas de mobilizaçom “crescente e sustentada” para reclamar, nom nos enganemos, que o governo e patronato sentem à mesa para edulcorarem as medidas propostas na reforma laboral, a CEOE continua no seu, consciente da extrema debilidade sindical e da predisposiçom do governo espanhol para aproveitar a conjuntura.

Desta vez foi a vez de José Luis Feito, presidente da Comissom de Economia e Política Financeira da CEOE, que propujo a retirada da prestaçom do desemprego aos trabalhadores e trabalhadoras que rejeitarem um emprego. E nom ficou por aí. Conscientes de que a atual legislaçom penaliza com a retirada da prestaçom no caso de que o trabalhador ou trabalhadora rejeite três ofertas “adequadas”, Feito acrescentou que devia de ser retirada ainda que o posto de trabalho estivesse “na Lapónia”.

Pouco importa que tal mostra descarnada de violência venha da mao de um desvergonhado dirigente de umha organizaçom hipersubsidiada, que saímos de um período em que o dinheiro público fluiu sem controlo para o financiamento de projetos empresariais que em muit@s casos concluírom em fechamentos e ERE´s ou que a fatura que o Partido Popular pretende estender contra as conquistas sociais se corresponda com o dinheiro entregue às entidades financeiras. Feitos, a CEOE e os governos espanhóis e galego encontram-se em plena ofensiva e declaraçons como estas  servem para mostrar a sua intensidade.

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