Abrente

Ediçons digitais da publicaçom trimestral do nosso partido

Documentaçom

Textos e outros documentos políticos e informativos de interesse

Ligaçons

Sites recomendados de ámbito nacional e internacional

Opiniom

Artigos assinados sobre temas de actualidade galega e internacional

Video

Documentos audiovisuais disponíveis no nosso portal

Home » Nacional, Notícias

NÓS-Unidade Popular denúncia reformas do PP contra os direitos das mulheres

Sábado, 11 Fevereiro 2012

A organizaçom política de massas do MLNG emitiu esta semana um posicionamento público denuniando as medidas do Partido Popular contra os direitos das mulheres.

Para NÓS-Unidade Popular a provaçom do denominado Plano Integral de Apoio à mulher grávida 2012-2014, aprovado  polo governo Feijoo, nom é mais que ” um instrumento de controlo para nos relegar ao rol tradicional reprodutor e impedir que avancemos na nossa luita por decidir sobre algo tam básico como o nosso próprio corpo“.

Da mesma maneira denuncia  a itençom, por parte do Ministério de Justiça do Estado espanhol, encabeçado por Ruíz Gallardón, de modificar ” a Lei orgánica de saúde sexual e reprodutiva, que se traduz numha imposiçom da maternidade e, entre outras cousas, quer obrigar as jovens a contarem com o consentimento materno e paterno para interromperem a gravidez.”

Perante estas reformas, NÓS-UP quer “manifestar mais umha vez o nosso rejeitamento a qualquer forma de retrocesso nos nossos direitos e aproveitamos para fazer um apelo a todas as mulheres a participar nas mobilizaçons que vinherem a ser convocadas polo movimento feminista galego nos próximos dias

Reproduzimos integramente o comunicado:

Mais retrocessos no direito das mulheres a decidirmos

O governo ultraconservador do Partido Popular na Galiza acaba de anunciar a aprovaçom do denominado Plano Integral de Apoio à mulher grávida 2012-2014.

Com o falso pretexto de favorecer a natalidade na Comunidade Autónoma da Galiza (CAG), esta medida nom é mais do que um instrumento de controlo para nos relegar ao rol tradicional reprodutor e impedir que avancemos na nossa luita por decidir sobre algo tam básico como o nosso próprio corpo. Para garantir o seu sucesso e perpetuar os estereótipos machistas mais rançosos e tradicionais, oferecerá ainda mais benefícios económicos a organizaçons antiabortistas.

Para além disso, confirma-se, por parte do Ministério de Justiça do Estado espanhol, a intençom de modificar a Lei orgánica de saúde sexual e reprodutiva, que se traduz numha imposiçom da maternidade e, entre outras cousas, quer obrigar as jovens a contarem com o consentimento materno e paterno para interromperem a gravidez.

As mulheres organizadas em NÓS-Unidade Popular, conscientes da delicada situaçom que já padecíamos, consideramos inadmisível que este tipo de medidas avancem e exigimos a retirada imediata de qualquer tipo de subsídio económico a instituiçons e organizaçons que, longe de contribuírem com a igualdade, vaiam contra os nossos interesses como mulheres.

Perante estas duas novas ameaças, queremos manifestar mais umha vez o nosso rejeitamento a qualquer forma de retrocesso nos nossos direitos e aproveitamos para fazer um apelo a todas as mulheres a participar nas mobilizaçons que vinherem a ser convocadas polo movimento feminista galego nos próximos dias.

Avante a luita feminista!

Direçom Nacional de NÓS-Unidade Popular

7 de fevereiro de 2012