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CCOO, UGT, CEG e Junta acordam aprofundar a linha de pagar ao patronato por contratar

Segunda-feira, 30 Janeiro 2012

Até a catorze pontos de consenso chegárom o patronato galego, os seus representantes no Parlamento autonómico da mao de Feijoo e Beatriz Mato e CCOO-UGT como “representantes” do Povo Trabalhador. Destacam os 11,5 milhons de euros que se destinarám principalmente à gerar emprego pagando aos exploradores boa parte dos custos da mao de obra. Receberám ajudas entre os 2.500 até 8.500 euros.

A nível do Estado, CCOO e UGT assinam continuidade no estrangulamento do povo trabalhador
Sindicatos espanhois dam o placet a continuar na via de fazer pagar à maioria da populaçom os custos da crise provocada polo capital financeiro. Em efeito dominó, submetem-se governos e representantes sindicais aos ditames que tracejam FMI, BCE, OMC e demais organizaçons representantes dos interesses das principais fortunas do planeta.

CCOO e UGT assinam mais umha traiçom que já nom é tal. CCOO e UGT contribuem para manter a falsa realidade de que a soluçom à crise está em implementar algumhas medidas modificadoras no interior do atual sistema. CCOO e UGT som já ferramentas em maos dos inimigos da classe trabalhadora. Concordam com o patronato em que os acordos sempre som melhores que as imposiçons, o que é o mesmo que concordar com que é melhor submeter-se e aceitar a imposiçom e mudar assim só a denominaçom do facto que se consuma. A maior exploraçom ao povo trabalhador, a maior miséria para a maioria para salvaguardar os lucros duns poucos, nom é já, graças à sua mediaçom, sob imposiçom e sim sob acordo. Assinados os acordos para a negociaçom coletiva para 2012, 2013 e 2014 e subidas salariais de 0,5% em 2012 e 0,6% em 2013 e 2014, mas sem que sejam superiores a inflaçom, fica garantida a perda de poder aquisitivo para os vindouros anos.

Os responsáveis pola crise continuam no seu caminho: o neoliberalismo é o quadro inquestionável no qual tratarám de salvar, manter e alargar os seus privilégios. O Povo Trabalhador Galego deve articular a resposta para a sua saída de um quadro em que o aumento da miséria é a única garantia.

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