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BRIGA avalia impacto dos ajustes anunciados polo governo espanhol

Quarta-feira, 4 Janeiro 2012

O anunciado congelamento do Salário Mínimo Interprofissional e a supressom da Renda Básica de Emancipaçom fôrom, polo seu especial impacto entre a mocidade, objeto da análise por parte da organizaçom juvenil BRIGA. Num comunicado feito público através do seu sítio web, as qualificam como parte da “mesma praga de cortes e ataques contra os direitos dos e das trabalhadoras que a burguesia leva meses aplicando para salvar o seu sistema”.

BRIGA aborda as enormes dificuldades que encontram @s jovens galeg@s para se emanciparem e prevê que as medidas aprovadas polo governo espanhol só trarám novas dificuldades para o conseguirem. Serám, continua BRIGA, a juventude, as mulheres e os imigrantes os coletivos mais golpeados por este retrocesso salarial, que verám piorada umha já dramática situaçom que obriga a cada vez mais moç@s a procupar a sua subsistência emigrando.

Polo seu interesse, reproduzimos integramente o comunicado feito público por BRIGA,

Abre-se ano com ofensiva do governo sobre o SMI e a RBE

O novo governo da burguesia espanhola continua a aplicar as medidas que o Capital demanda. A notícia de que o governo de Rajói vai congelar o Salário Mínimo Interprofissional (SMI) e a supressom da Renda Básica de Emancipaçom (RBE) há que enquadrá-lo na mesma praga de recortes e ataques contra os direitos dos e das trabalhadoras que a burguesia leva meses aplicando para salvar o seu sistema.
Segundo dados para a Comunidade Autónoma Galega do Consejo de la Juventud de España (CJE) -plataforma que agrupa entidades juvenis do Estado espanhol, incluidas as seçons juvenis dos partidos do regimem, criada em 1983 mediante umha lei ordinária-, a taxa de emancipaçom da juventude entre 18 e 21 anos é de 13.3%, e de entre 25 e 29 anos de 42.9%.
Quando falam de congelar o salário mínimo ou de impedir a nossa emancipaçom, atacam umha boa parte da classe trabalhadora, preferentemente aqueles e aquelas que tenhem contratos mais precários e eventuais. Neste eido somos a juventude, as mulheres e imigrantes quem voltamos a ser os setores que mais sofrem esta decisom, que vai ligado diretamente com o ascenso da emigraçom, da qual falávamos umhas semanas antes, e à qual se vem obrigados e obrigadas milhares de jovens galegas.
Ainda mais; nom só a condiçom de jovem, mulher ou imigrante é necessária para ser objetivo da rapina burguesa. Sermos galegos e galegas, viver nesta naçom assovalhada por Espanha releva-nos a umhas condiçons materiais inferiores à doutros povos que oprime o estado espanhol. Galiza é um país espoliado, cada vez mais improdutivo, onde a destruiçom do meio ambiente e dos postos de trabalho que ocupa a juventude estám no ponto de mira da classe dominante espanhola. 37.8% da juventude trabalhadora entre 18 e 24 anos está no desemprego, Os moços e moças que trabalham recebem como salário mínimo umha cifra ridícula, ficando em 633 euros/mês, o que, obviamente, impede qualquer emancipaçom.
Cada vez com mais razons, a juventude rebelde galega tem de armar-se ideologicamente e aplicar na prática o que levamos anos construindo. Devemos ser a juventude quem tome o mando ante a destruiçom do nosso futuro. De BRIGA insistimos na necessidade da organizaçom, passo indispensável para luitarmos e contruirmos o estado galego, socialista e feminista.