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Empobrecimento da juventude galega

Quinta-feira, 1 Dezembro 2011

Umha das conseqüências mais dramáticas da crise sistémica capitalista é a depauperaçom progressiva da juventude galega. Segundo fontes da “Agência Tributária” espanhola 30% da juventude galega carece de emprego e o resto tem um salário médio que está por baixo do SMI (salário mínimo interprofissional) atualmente fixado em 8.979,6€ anuais.

Juventude galega profundamente agredida pola crise

Os recentes dados estatísticos confirmam a crua realidade do dia a dia de dezenas de milhares de jovens galegas e galegos. Com um salário médio de 663.5€ mensais as possibilidades reais de emancipaçom familiar som praticamente nulas.  Só no último ano a juventude trabalhadora galega entre 18 e 25 anos sofreu umha queda de 5% nos seus salários. Em 2006 ganhava 696€ mensais, experimentando umha leve suba em 2007 até atingir 721€ em 2008. A partir desse ano a queda é paulatina e permanente.

Contratos precários e desemprego

Aos baixos salários há que acrescentar contratos cada vez mais precários. A temporalidade na faixa de idade de 16 a 29 anos passou -sempre segundo as maquilhadas cifras oficiais, de 53.7% a 54.4%. Som mais de 15.000 o número de jovens que na Comunidade Autónoma procuram infrutuosamente o seu primeiro emprego, somando-se assim às mais de 68.000 desempregad@s com menos de 29 anos, 6% mais que o ano passado segundo a EPA.

Os setores com piores condiçons e mais baixos salários situam-se na hotalaria, serviços e construçom.