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NÓS-UP ante umha nova vítima do terrorismo machista na Galiza

Quinta-feira, 13 Outubro 2011

Reproduzimos o comunicado feito público pola organizaçom política de massas do MLNG perante umha nova vítima do terrorismo machista no nosso País.

Novo assassinato machista e governo do PP reduz investimento em açons para a igualdade

Ontem,terça-feira 11 de Outubro, Cristina González foi assassinada poloseu marido na paróquia viguesa de Corujo.

Diante deste novo ato de violência machista, de NÓS-Unidade Popular queremos denunciar:

1- Como mais umha vez umha mulher é assassinada por pretender exercer o seu direito à independência, pois Cristina González estava em processo de separaçom do seu assassino, Francisco Álvarez. Um facto que se repete umha e outra vez, mostrando-nos com toda a crueza que as mulheres seguimos a ser consideradas propriedades dos homens.

2- Perguntamo-nos se esta morte suporá umha mudança na atual linha de cortes das políticas de igualdade da Junta de Feijó, pois devemos lembrar a queda de 377% nos dous últimos orçamentos das verbas dedicadas a açons para a igualdade, proteçom e promoçom das mulheres; a supressom do Serviço Galego de Igualdade e a queda de 17,8% do orçamento destinado aos programas de apoio ás mulheres que sofrem a violência machista. Acaso nom som necessários estes recursos? Quantas mulheres mortas, espancadas, humilhadas e violadas tem que haver em cima damesa?

Aslamentaçons de cara à galeria que se sucederám ao longo do dia dehoje nom deixam de ser umha mostra mais da hipocrisia e falta de ética da miserável casta política que nos governa.

3.-É evidente que o sistema capitalista e o regime jurídico-político que padecemos nom tem capacidade (nem há vontade política de parte dos indivíduos que o gerem) de acabar com a violência machista. Mas, sendo conscientes disso, chamamos à unidade das mulheres trabalhadoras para pressionarem as administraçons no sentido de pôr meios para umha assistência e assesoramento minimamente dignos àquelas mulheres que querem fugir de situaçons de violência que ponhem em risco a sua integridade e a sua vida, além de encorajar à irmandade de género e de classe para derrubar a opressom patriarcal, pedra angular de um sistema que explora a imensa maioria da humanidade

Galiza, 12 de Outubro de 2011