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Governo Passos Coelho anuncia primeiras medidas anti-sociais

Segunda-feira, 11 Julho 2011

O governo PSD-CDS, surgido após as recentes eleiçons portuguesas, anunciou as primeiras medidas económicas contrárias aos interesses populares e derivadas do “resgate” imposto polo FMI e a UE.

A mais comentada nos últimos dias é o roubo do 50% do subsídio de Natal (o pagamento extra do mês de desembro) em forma de imposto para todos e todas as assalariadas cujos salários superem o salário mínimo atualmente estabelecido em Portugal (485 euros). É aliás umha medida que nom estava incluida no programa com o que PSD e CDS se apresentárom às eleiçons, nem sequer está entre as medidas impostas polo capitalismo internacional.

Umha outra medida pro-burguesa é a reduçom da taxa de 5% que cada empresa tem que pagar polas trabalhadoras e trabalhadores que nom som diretamente dependentes, quando os seus ingressos dependam em mais do 80% dessa empresa.

Pola contra nom há medidas que repercutam nas rendas do capital ou sobre as grandes propriedades. Só o povo trabalhador português pagará as consequências da crise capitalista e da submissom dos governos portugueses ao capital estrangeiro.

E enquanto o governo de Passos Coelho toma estas decissons os especuladores internacionais pressionam de novo Portugal procurando um novo “plano de resgate” ainda mais duro. A tristemente famosa agência de classificaçom de crédito Mody’s, organismo privado e nom eleito democraticamente mas que com as suas decissons controla o destino de países inteiros, degradou em 5 de julho a dívida portuguesa para o nível de “lixo”, declarando que Portugal “poderia precisar novos resgates”.