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Mobilizaçom e anuncio de greve geral culmina Marcha Galega polo Emprego

Segunda-feira, 4 Julho 2011

A Marcha Galega polo Emprego culminou este domingo numha importante mobilizaçom que percorreu as ruas de Compostela.

A iniciativa da CIG para vissibilizar e denunciar as causas e responsáveis do desemprego na Galiza, ponhia-se me marcha a passada quarta-feira, quando as primeiras colunas de trabalhadoras e trabalhadores iniciavam a sua marcha desde Ferrol, Ourense e Lugo. Nos dous seguintes dias, novas colunas da Corunha, Vigo, Ponte Vedra e Vila Garcia, uniam-se a umha marcha que percorreria um bo número de localidades nas que a atividade sindical é menos habitual e que acolherom assembleias e atos d@s desempregad@s para difundir as medidas propostas pola central sobre o desemprego.

O domingo as distintas colunas de desempregad@s que emprenderam a marcha entre a quarta e a sexta-feira forom chegando a Alameda poucos minutos antes das 12h00, hora marcada para a saída da manifestaçom que rematou na Praça da Quintana. Para encerrar a iniciativa da Marcha Galega polo Emprego e antes da intervençom do secretário-geral da central, os porta-vozes das distintas colunas de desempregad@s intervirom no ato final de umha manifestaçom mais combativa do que costumam os atos nacionais da central nos últimos tempos.

Convocatória de umha nova greve geral

O mais destacável da intervençom do secretário-geral da central foi o anunciou da convocatória de umha grande mobilizaçom nacional para o mês de outubro que serviria para preparar a convocatória de umha nova greve geral.

Nos últimos dias era conhecida a intençom da direçom da CIG de sondear a viabilidade de convocar umha nova greve geral na Galiza, contactado tanto com as organizaçons espanholas CCOO e UGT como estudando a possibilidade de umha convocatória na que se coincidisse com as organizaçons sindicais bascas. A sua intervençom serviu para  confirmar a intençom da CIG de contestar as medidas lesivas e regressivas adotadas polo governo espanhol e o governo da Junta da Galiza.

De convocar-se seria a terceira greve geral convocada pola CIG desde a jornada do 29 de setembro do passado ano, a primeira junto com CCOO e UGT contra a reforma laboral e a segunda contra a reforma das pensons convocada o passado 27 de janeiro em solitário.

A acolhida do anuncio, que foi recebido de forma entusiasta pol@s assistentes à mobilizaçom, é a prova da necessidade dirigir os esforços das estruturas da central neste objetivo para, no caso da nom participaçom de CCOO e UGT, superar a convocatória da greve do 27 de janeiro. No caminho de lográ-lo seria umha boa nova que a direçom da CIG abandonasse posiçons setárias e possibilitasse umha convocatória na que participasse o conjunto do sindicalismo nacional e de classe.

Há que dar-lhe continuidade à iniciativa

Nom é a primeira ocassom na que a CIG tenta movimentra ao coletivo de operári@s no desemprego, ainda que sem dúvida foi nesta ocasiom quando protagonizarom umha iniciativa tam ambiciosa.

Seria umha boa notícia que a direçom da CIG recolhesse as reflexons exprimidas na assembleias que nestes dias decorrerom no marco da Marcha Galega polo Emprego e apostasse pola articulaçom de espaços permanentes para a participaçom deste coletiva  e a abordagem deste drama que no contexto da crise sistémica está a alcançar níveis até o de agora nunca vistos.