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Decorreu mais um ano a Marcha contra ENCE

Segunda-feira, 13 Junho 2011

Como já informamos neste portal, este sábado decorreu umha nova ediçom da Marcha contra a Celulose organizada pola Associaçom Pola Defesa da Ria.

A mobilizaçom, com umha participaçom maior do que em anos anteriores, volveu expressar a vontade maioritária da populaçom de Ponte Vedra, Marim e de toda a ria, contrária à permanência destas empresas contaminantes em Louriçám.

Entre palavras de ordem já clássicas, que faziam finca-pé na necessidade de fechar as fábricas de ENCE e ELNOSA pola sua incidência negativa na economia, no meio e na saúde da populaçom da zona, as pessoas participantes na mobilizaçom percorrêrom o caminho que vai das alamedas de Marim e Ponte Vedra até as instalaçons da Celulose, costodiadas por elementos da polícia espanhola.

Além da própria APDR, diversas organizaçons e coletivos comarcais e nacionais de todo tipo (ecologistas, vicinais, políticos ou culturais) participárom na Marcha. Mais umha vez o MLNG estivo presente através do cortejo de NÓS-Unidade Popular, cujo comunicado chamou a confiar na organizaçom e mobilizaçom populares, e nom nas promessas de governos e partidos do sistema, cujo único interesse, como demonstram os factos, tem sido facilitar-lhe as cousas a umhas empresas que nom tenhem o mais mínimo interesse em abandonar a sua localizaçom e só procuram a sua continuidade. Também defendeu a Unidade Popular que o complexo ENCE-ELNOSA afeta a toda a Galiza, rejeitando a sua ubicaçom nalgum outro ponto do país.

 Nos discursos finais dirigidos às pessoas participantes por parte da APDR incidiu-se outravolta na necessidade de fazer pressom social para evitar a renovaçom das Autorizaçons Ambientais Integradas a ENCE e ELNOSA e impedir que as empresas consigam continuar com a sua atividade, sem esperar à finalizaçom da concessom em 2018. Lembrou-se que as AAIs aprovadas polo bipartido PSOE-BNG eram e som irregulares e ilegais, e que atualmente ENCE e ELNOSA seguem a incumprir a legislaçom em matéria de contaminaçom, polo que a Junta encabeçada polo PP tem que denegar as mesmas.