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NÓS-UP anúncia recuperaçom da convocatória independentista no Dia da Pátria

Terça-feira, 7 Junho 2011

O mais destacado do discurso de Alberte Moço é o anuncio da convocatória de um 25 de julho independentista, socialista e feminista por parte de NÓS-UP.

Domingo 5 de junho NÓS-UP realizou umha romaria para comemorar X aniversário da sua fundaçom.

A iniciativa realizada no cámpus sul compostelano contou com um completo programa festivo, cultural e reivindicativo polo que passárom centos de militantes e simpatizantes chegadas de diversos pontos do país.

Antes do concerto que fechou a jornada tivo lugar um ato político no que após as intervençons de companheiras e companheirios que ao longo da década tivérom, ou ainda tenhem responsabilidades na direcçom da força política de massas da esquerda independentista, interviu Alberte Moço. O portavoz nacional de NÓS-UP realizou um balanço do percorrido, dos acertos e fracassos, mas basicamente definiu os objetivos e reptos políticos táticos e estratégicos.

O mais destacado do discurso de Alberte Moço é o anuncio da convocatória de um 25 de julho independentista, socialista e feminista por parte de NÓS-UP. Com esta decisom é recuperada a manifestaçom da esquerda independentista e socialista galega logo de cinco anos de convocatórias autodeterministas.

Tal como se afirma no discurso de Alberte Moço, que reproduzimos integramente, “temos a obrigaçom de converter a Unidade Popular na organizaçom de referência para o Movimento de Libertaçom Nacional Galego e para o Movimento Obreiro, temos a obrigaçom de livrar mais umha vez a batalha política e ideológica contra o regionalismo e contra o reformismo, temos a obrigaçom de colocar em cada punho que se alce no nosso país, a bandeira da revoluçom“. Alberte Moço foi claro afirmando que “para cumprirmos esta tarefa nom valem já certos esquemas aplicados nos últimos cinco anos, hoje NÓS-Unidade Popular deve manter a iniciativa constante sem esperar por ninguém“.

Nom vamos contra o resto da esquerda independentista

O portavoz nacional da Unidade Popular justificou esta trascendental decisom pola existência de “um programa e uns objetivos estratégicos definidos. Nom porque pretendamos ir contra o resto de forças e correntes da esquerda soberanista e independentista que tenhem outra visom e interpretaçom da realidade. Legítima, mas nom plenamente coincidente com a nossa. Como sempre defendemos, seguimos abertos a convergências honestas e respeitosas com a pluralidade ideológica. Na rua e nas luitas coincidimos e coincidiremos, mas nom por isso devemos submeter-nos a umhas dialéticas minimalistas que nom colmatam as nossas expetativas nem facilitam o desenvolvimento do genuíno projeto revolucionário socialista de libertaçom nacional e social de género que a classe obreira, a juventude rebelde, a Pátria e as mulheres necessitam“.

Liberdade presos políticos galegos

Como colofóm da sua intervençom Alberte Moço solicitou a imediata liberdade dos presos políticos galegos, tendo umha especial lembrança com os operários e sindicalistas Miguel Nicolás e Telmo Varela, atualmente encarcerados em Villabona e Lama “por luitarem polos direitos da classe obreira e da Galiza“.