<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	>

<channel>
	<title>Primeira Linha em rede 2.0</title>
	<atom:link href="http://primeiralinha.org/home/?feed=rss2" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://primeiralinha.org/home</link>
	<description></description>
	<pubDate>Wed, 16 May 2012 17:04:18 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.7.1</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>17m: esquerda independentista chama a participar no bloco laranja por umha Galiza em galego</title>
		<link>http://primeiralinha.org/home/?p=12831</link>
		<comments>http://primeiralinha.org/home/?p=12831#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 May 2012 17:01:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Em destaque]]></category>

		<category><![CDATA[17m]]></category>

		<category><![CDATA[bloco laranja]]></category>

		<category><![CDATA[dia das letras galegas]]></category>

		<category><![CDATA[língua]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://primeiralinha.org/home/?p=12831</guid>
		<description><![CDATA[

Às portas do 17 de maio distintas organizaçons da esquerda independentista manifestaron o seu apoio ao bloco laranja. O bloco é umha iniciativa popular impulsionada por entidades culturais e normalizadoras da nossa língua para canalizar ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]><xml> </xml><![endif][if gte mso 9]><xml> Normal   0               false   false   false      GL   X-NONE   X-NONE </xml><![endif][if gte mso 9]><xml> </xml><![endif][if gte mso 10]><br />
<style>
 /* Style Definitions */
 table.MsoNormalTable
	{mso-style-name:"Tabla normal";
	mso-tstyle-rowband-size:0;
	mso-tstyle-colband-size:0;
	mso-style-noshow:yes;
	mso-style-priority:99;
	mso-style-parent:"";
	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
	mso-para-margin-top:0cm;
	mso-para-margin-right:0cm;
	mso-para-margin-bottom:10.0pt;
	mso-para-margin-left:0cm;
	line-height:115%;
	mso-pagination:widow-orphan;
	font-size:11.0pt;
	font-family:"Calibri","sans-serif";
	mso-ascii-font-family:Calibri;
	mso-ascii-theme-font:minor-latin;
	mso-hansi-font-family:Calibri;
	mso-hansi-theme-font:minor-latin;
	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";
	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;
	mso-fareast-language:EN-US;}
</style>
<p> <![endif]--></p>
<p style="text-align: justify;"><a class="thickbox" title="blocolaranja" rel="same-post--1337187531" href="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2012/05/blocolaranja.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-12830" title="blocolaranja" src="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2012/05/blocolaranja.jpg" alt="" width="346" height="198" /></a><!--[if gte mso 9]><xml> </xml><![endif][if gte mso 9]><xml> Normal   0               false   false   false      GL   X-NONE   X-NONE </xml><![endif][if gte mso 9]><xml> </xml><![endif][if gte mso 10]><br />
<style>
 /* Style Definitions */
 table.MsoNormalTable
	{mso-style-name:"Tabla normal";
	mso-tstyle-rowband-size:0;
	mso-tstyle-colband-size:0;
	mso-style-noshow:yes;
	mso-style-priority:99;
	mso-style-parent:"";
	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
	mso-para-margin-top:0cm;
	mso-para-margin-right:0cm;
	mso-para-margin-bottom:10.0pt;
	mso-para-margin-left:0cm;
	line-height:115%;
	mso-pagination:widow-orphan;
	font-size:11.0pt;
	font-family:"Calibri","sans-serif";
	mso-ascii-font-family:Calibri;
	mso-ascii-theme-font:minor-latin;
	mso-hansi-font-family:Calibri;
	mso-hansi-theme-font:minor-latin;
	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";
	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;
	mso-fareast-language:EN-US;}
</style>
<p> <![endif]--></p>
<p style="text-align: justify;">Às portas do 17 de maio distintas organizaçons da esquerda independentista manifestaron o seu apoio ao bloco laranja. O bloco é umha iniciativa popular impulsionada por entidades culturais e normalizadoras da nossa língua para canalizar e unificar as demandas do reintegracionismo de base.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A seguir, reproduzimos os manifestos  feitos públicos por NÓS-Unidade Popular, BRIGA e AGIR.</p>
<p style="text-align: justify;">
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>NÓS-Unidade Popular</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neste 17 de Maio, vamos manifestar-nos com o ‘Bloco Laranja&#8217; por umha Galiza em galego</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A esquerda independentista galega políticamente organizada em NÓS-Unidade Popular quer manifestar publicamente o seu apoio à convocatória realizada por entidades culturais e normalizadoras da nossa língua de diferentes cidades e vilas do nosso país, para a participaçom conjunta na manifestaçom pola língua neste 17 de maio.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Achamos importante que o povo galego consiga atingir umha resposta coletiva e unitária em defesa dos direitos coletivos que nos correspondem como comunidade lingüística ameaçada polo expansionismo lingüístico espanhol. Esse é o motivo de que apoiemos a proposta do ‘Bloco Laranja&#8217; de participar na mobilizaçom lançada pola entidade lingüística ligada ao BNG, fazendo-o de maneira organizada e defendendo os objetivos estratégicos do movimento reintegracionista de base.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O bilingüismo oficial imperante na Galiza tem demonstrado suficientemente ser umha ferramenta letal para o galego, condenado-o ao progressivo esmorecimento em nome de um suposto &#8220;liberalismo&#8221; que favorece o idioma diretamente ligado ao poder espanhol imposto à Galiza. Frente à estratégia lingüicida do PP e do conjunto do espanholismo, só a reivindicaçom de instituiçons soberanas e da sua completa galeguizaçom, em condiçons semelhantes às que as leis espanholas atribuem ao espanhol na atualidade, permitirá que demos a volta à atual situaçom de marginalizaçom do galego em ámbitos como o educativo, nas administraçons, nos meios de comunicaçom, no ócio, a cultura, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A partir de todo o tipo de iniciativas de luita e mediante a construçom de ferramentas normalizadoras, é imprescindível trabalharmos para que a Galiza faga do galego como a sua única língua oficial e orientemos a nossa política lingüística para a nossa incorporaçom ao ámbito internacional, que fai do galego um dos idiomas com maior projeçom internacional, falado por mais de 200 milhons de habitantes do Planeta. Devemos denunciar a condena de morte que o autonomismo pró-espanhol está a supor para o nosso futuro como povo, sendo a situaçom do idioma a melhor evidência dessa realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A confluência dos e das que assim pensamos em espaços e iniciativas comuns, como a apresentada polo ‘Bloco Laranja&#8217; para este 17 de Maio, tem que servir para a progressiva articulaçom de mais setores em torno desses princípios e na construçom do forte movimento normalizador que a nossa pátria necessita.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Avante a luita pola língua!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Na Galiza, em galego!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>BRIGA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Principio del formulario</p>
<p style="text-align: justify;">17 de maio: queremos galego. Soma-te ao bloco reintegracionista de base</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>BRIGA apoia a convocatória do <em>Bloco Laranja</em> para a mobilizaçom polo Dia das Letras o vindouro dia 17 de maio em Compostela. Várias entidades reintegracionistas tenhem aderido à iniciativa impulsionada polo associacionismo cultural do país, que pretende repetir a experiência doutros anos quando, nas massivas mobilizaçons em defesa do idioma nacional coordenadas por diversos coletivos, </strong><strong>centos de reintegracionistas nos unimos atrás dumha faixa comum constituindo um cortejo próprio caraterizado pola cor laranja.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
Este 2012 repetimos. E queremo-lo fazer reivindicando o laranja como a cor simbolizadora do reintegracionismo lingüístico que adoptamos como galegas e galegos conscientes de que</strong><strong> a grafia com que escrevemos a nossa língua tem umha importáncia fulcral no seu desenvolvimento e na autoestima coletiva</strong><strong>, aferrolhada a dia de hoje após 30 anos de dependência e assimilacionismo espanholista provocadas polo Estatuto de Autonomia que tenhem colocado este povo à beira dum desastre cultural de profundo calado histórico.</p>
<p>Às 12 horas do meio-dia, na Alameda compostelana, vemo-nos no <em>Bloco Laranja</em>! que partirá à altura da famosa estátua <em>das Marias</em>. A juventude também se rebela contra a dominaçom cultural. O galego nom precisa Ñ nem nengumha referência espanhola para existir!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong><strong>VIVA A NOSSA LÍNGUA!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>VIVA O DIA DAS LETRAS!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>EM GALEGO TODO O ANO!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>A língua por bandeira: Na Galiza, só em galego!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pola Oficialidade Única do Galego</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A defesa do galego por parte de todos e todas as habitantes do nosso país é a melhor e a mais efetiva maneira de afirmarmos o direito coletivo a sermos o que sempre fomos: galegos e galegas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A perseguiçom do direito fundamental a vivermos na nossa língua, protagonizada por todas e cada umha das instáncias oficiais da institucionalidade espanhola, é a melhor prova de até que ponto existe umha planificaçom por parte do Estado espanhol para a desapariçom da Galiza como realidade diferenciada e com direito à existência.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O anterior é certo e visível no dia a dia de todos e todas nós. Os mecanismos de poder lingüístico mantenhem-se em maos do espanholismo de maneira inegociável para eles. A açom desgaleguizadora nom se reduz às etapas de governos do PP, por mais que essa força política represente a expressom mais crua da barbárie espanhola.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Esses mesmos mecanismos lingüicidas estám presentes nas instituiçons governadas por todas as forças do espanholismo, &#8220;duro&#8221; e &#8220;brando&#8221;, e atuam de maneira decidida, favorecendo e favorecendo-se, em simultáneo, da desarticulaçom da comunidade lingüística galega.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Concelhos, deputaçons, governo autónomo, organismos de justiça, ensino público e privado, meios de comunicaçom, poderes económicos&#8230; todos eles som expressons dos interesses oligarquia espanhola dominante e contam com a vergonhosa colaboraçom da classe dirigente galega, vendida e renegada.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Hoje é bem visível o resultado da cooficialidade &#8220;outorgada&#8221; pola Constituiçom espanhola de 1978, que só marcou umha nova fase do histórico processo de assimilaçom. Desta vez em nome do bilingüismo, preparou o terreno para a liquidaçom definitiva do galego, que hoje está mais próxima do que nunca estivo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A resistência que no plano lingüístico sempre nos caraterizou, e que nos permitiu mantermos esse património milenar que é a língua, corre hoje mais risco que nunca de ser varrido polos poderosos meios de propaganda e restantes ferramentas com que conta o projeto nacional espanhol para conseguir o seu objetivo final: deixar a Galiza sem fala, convertê-la em mais umha regiom espanhola rendida e desarmada.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A resposta tem que estar à altura da agressom. Devemos promover e articular a unidade de todos os setores conscientes e defensores da nossa identidade lingüística; devemos praticar e exercer dia a dia, em cada cidade e em cada vila, o direito a viver e organizar-nos em galego; mobilizar-nos e denunciar cada nova agressom, mantendo sempre em alto a bandeira que melhor representa o que ainda somos: galegos e galegas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Querem converter o galego em língua marginal e estrangeira na própria pátria: defendamos a sua centralidade em toda atividade social, sem concessons.</p>
<p style="text-align: justify;">Querem que o galego seja umha fala regional, &#8220;autonómica&#8221; e dependente do todo-poderoso espanhol: afirmemos e pratiquemos a unidade lingüística galego-luso-brasileira, pois o galego fai parte de um amplo espaço lingüístico internacional e nom podemos desperdiçar o que isso supom.</p>
<p style="text-align: justify;">Querem converter o conflito lingüístico num assunto institucional, decidido polas maiorias e minorias parlamentares: levemos o conflito às ruas e situemos o galego por cima de qualquer fracionalismo partidista e eleitoreiro. O galego é o primeiro!</p>
<p style="text-align: justify;">Querem que assumamos o bilingüismo oficial e desequilibrado como inevitável, sabendo que o tempo joga a favor do espanhol: exerçamos a nossa soberania lingüística, reivindicando a Oficialidade Única do galego numha Galiza soberana.</p>
<p style="text-align: justify;">Querem que assumamos o espanhol e, através dele, que assumamos Espanha. Respondamos promovendo e galeguizando todo o tipo de projetos sociais, públicos e comunitários: escolas, centros sociais, produçom cultural, música, luita social, política e sindical&#8230; todo ao serviço do nosso principal sinal de identidade coletiva, todo ao serviço de umha Galiza livre e em galego.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>AGIR</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>17 de Maio: Participa no Bloco Laranja!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Ante a convocatória dumha mobilizaçom nacional em defesa da língua no Dia das Letras Galegas no próximo 17 de maio, a nossa organizaçom acredita na necessidade da visibilizaçom do ativismo social que luita e trabalha nas chaves do reintegracionismo lingüistico e o monolingüismo social. Tendo em conta isto decidimos participar no Bloco Laranja junto com o resto do movimento reintegracionista, e chamamos também ao estudantado galego a secundá-lo, pois achamos que só mediante um ensino 100% em galego e baseado na unidade lingüística galego-portuguesa se poderá superar a situaçom de minorizaçom atual.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A seguir apresentamos o manifesto desta convocatória, o qual desejamos que seja partilhado e assumido polo maior número de pessoas e colectivos:</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>A língua por bandeira: Na Galiza, só em galego!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pola Oficialidade Única do Galego</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A defesa do galego por parte de todos e todas as habitantes do nosso país é a melhor e a mais efetiva maneira de afirmarmos o direito coletivo a sermos o que sempre fomos: galegos e galegas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A perseguiçom do direito fundamental a vivermos na nossa língua, protagonizada por todas e cada umha das instáncias oficiais da institucionalidade espanhola, é a melhor prova de até que ponto existe umha planificaçom por parte do Estado espanhol para a desapariçom da Galiza como realidade diferenciada e com direito à existência.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O anterior é certo e visível no dia a dia de todos e todas nós. Os mecanismos de poder lingüístico mantenhem-se em maos do espanholismo de maneira inegociável para eles. A açom desgaleguizadora nom se reduz às etapas de governos do PP, por mais que essa força política represente a expressom mais crua da barbárie espanhola.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Esses mesmos mecanismos lingüicidas estám presentes nas instituiçons governadas por todas as forças do espanholismo, &#8220;duro&#8221; e &#8220;brando&#8221;, e atuam de maneira decidida, favorecendo e favorecendo-se, em simultáneo, da desarticulaçom da comunidade lingüística galega.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Concelhos, deputaçons, governo autónomo, organismos de justiça, ensino público e privado, meios de comunicaçom, poderes económicos&#8230; todos eles som expressons dos interesses oligarquia espanhola dominante e contam com a vergonhosa colaboraçom da classe dirigente galega, vendida e renegada.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Hoje é bem visível o resultado da cooficialidade &#8220;outorgada&#8221; pola Constituiçom espanhola de 1978, que só marcou umha nova fase do histórico processo de assimilaçom. Desta vez em nome do bilingüismo, preparou o terreno para a liquidaçom definitiva do galego, que hoje está mais próxima do que nunca estivo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A resistência que no plano lingüístico sempre nos caraterizou, e que nos permitiu mantermos esse património milenar que é a língua, corre hoje mais risco que nunca de ser varrido polos poderosos meios de propaganda e restantes ferramentas com que conta o projeto nacional espanhol para conseguir o seu objetivo final: deixar a Galiza sem fala, convertê-la em mais umha regiom espanhola rendida e desarmada.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A resposta tem que estar à altura da agressom. Devemos promover e articular a unidade de todos os setores conscientes e defensores da nossa identidade lingüística; devemos praticar e exercer dia a dia, em cada cidade e em cada vila, o direito a viver e organizar-nos em galego; mobilizar-nos e denunciar cada nova agressom, mantendo sempre em alto a bandeira que melhor representa o que ainda somos: galegos e galegas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">- Querem converter o galego em língua marginal e estrangeira na própria pátria: defendamos a sua centralidade em toda atividade social, sem concessons.</p>
<p style="text-align: justify;">- Querem que o galego seja umha fala regional, &#8220;autonómica&#8221; e dependente do todo-poderoso espanhol: afirmemos e pratiquemos a unidade lingüística galego-luso-brasileira, pois o galego fai parte de um amplo espaço lingüístico internacional e nom podemos desperdiçar o que isso supom.</p>
<p style="text-align: justify;">- Querem converter o conflito lingüístico num assunto institucional, decidido polas maiorias e minorias parlamentares: levemos o conflito às ruas e situemos o galego por cima de qualquer fracionalismo partidista e eleitoreiro. O galego é o primeiro!</p>
<p style="text-align: justify;">- Querem que assumamos o bilingüismo oficial e desequilibrado como inevitável, sabendo que o tempo joga a favor do espanhol: exerçamos a nossa soberania lingüística, reivindicando a Oficialidade Única do galego numha Galiza soberana.</p>
<p style="text-align: justify;">- Querem que assumamos o espanhol e, através dele, que assumamos Espanha. Respondamos promovendo e galeguizando todo o tipo de projetos sociais, públicos e comunitários: escolas, centros sociais, produçom cultural, música, luita social, política e sindical&#8230; todo ao serviço do nosso principal sinal de identidade coletiva, todo ao serviço de umha Galiza livre e em galego.</p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://primeiralinha.org/home/?feed=rss2&amp;p=12831</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Editado Abrente 64</title>
		<link>http://primeiralinha.org/home/?p=12821</link>
		<comments>http://primeiralinha.org/home/?p=12821#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 May 2012 23:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Abrente]]></category>

		<category><![CDATA[Nacional]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://primeiralinha.org/home/?p=12821</guid>
		<description><![CDATA[
Vem de sair do prelo um novo número do Abrente, correpondente ao terceiro trimestre deste ano 2012.
Neste Abrente 64, que já pode ser consultado em formato de fácil leitura, encontramos a terceira parte da reflexom ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-large wp-image-12820 alignleft" title="abrente-64-web_pagina_1" src="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2012/05/abrente-64-web_pagina_1-723x1024.jpg" alt="" width="235" height="331" /></p>
<p style="text-align: justify;">Vem de sair do prelo um novo número do Abrente, correpondente ao terceiro trimestre deste ano 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste Abrente 64, que já pode ser consultado em formato de fácil leitura, encontramos a terceira parte da reflexom de Daniel Lourenço, no que analisa a degeneraçom das modernas organizaçons sindicais.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-12821"></span>Maurício Castro entrevista ao economista marxista argentino Jorge Benstein. A militante de BRIGA, Luzia Leirós escreve sobre um debate de atualidade: devem os homens assistir às mobilizaçons feministas?</p>
<p style="text-align: justify;">Berta Joubert Ceci, militante do Partido Workers World/Mundo Obreiro dos EUA, analisa o movimento de ocupaçons nos EUA.</p>
<p style="text-align: justify;">A seçom habitual de livros e web completam este novo número.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100" height="100" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="menu" value="false" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=120515224100-b9fb94fac6c8406481583cc3ed80eccd" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="100" height="100" src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=120515224100-b9fb94fac6c8406481583cc3ed80eccd" wmode="transparent" menu="false" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p style="text-align: justify;">Reproduzimos a editorial</p>
<p style="text-align: justify; "><strong style="font-weight: bold; ">Por</strong><strong style="font-weight: bold;"> </strong><strong style="font-weight: bold;">umha</strong><strong style="font-weight: bold;"> </strong><strong style="font-weight: bold;">greve</strong><strong style="font-weight: bold;"> </strong><strong style="font-weight: bold;">geral</strong><strong style="font-weight: bold;"> </strong><strong style="font-weight: bold;">de</strong><strong style="font-weight: bold;"> </strong><strong style="font-weight: bold;">48</strong><strong style="font-weight: bold;"> </strong><strong style="font-weight: bold;">horas</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong style="font-weight: bold;">Luitamos</strong><strong style="font-weight: bold;"> </strong><strong style="font-weight: bold;">para</strong><strong style="font-weight: bold;"> </strong><strong style="font-weight: bold;">vencer</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">O massivo seguimento da greve geral de 29 de março, assim como o importante apoio às mobilizaçons do 1º de maio, confirmam a necessidade de vertebrar um amplo, sólido e unitário movimento de massas contra a política socioeconómica do governo espanhol e da Junta da Galiza.</p>
<p style="text-align: justify; ">É inegável que segmentos significativos da classe trabalhadora começam a perder a paciência perante a gravidade da situaçom tomando consciência da magnitude da ofensiva burguesa e da necessidade de pará-la.</p>
<p style="text-align: justify; ">Estamos a assistir, pois, a umha paulatina superaçom do adormecimento, medo e resignaçom que semelhava instalada no povo trabalhador galego.</p>
<p style="text-align: justify; ">No entanto, nom podemos ficar aqui. Há que dar novos passos, dissipar ambigüidades e vacilaçons à hora de traçar umha estratégia de luita permanente, sustentada e <em style="font-style: italic;">in</em><em style="font-style: italic;"> </em><em style="font-style: italic;">crescendo</em> contra a burguesia.</p>
<p style="text-align: justify; ">Já nom chega com a indignaçom. Há que passar à revolta ativa que contribua para gerar as condiçons subjetivas imprescindíveis para que os estalidos e conflitos sociais espontáneos, que se divisam no horizonte, transitem para a fase da luita organizada de massas sob umha orientaçom revolucionária que dispute o poder. Até essa etapa de caráter insurrecional fica muito caminho por andar, mas é dever da militáncia comunista avançar em todos os campos para que a insurreiçom nacional, obreira e popular seja a verdadeira alternativa às falsas soluçons reformistas e ao caos e miséria a que o capitalismo nos condena.</p>
<p style="text-align: justify; ">O Estado espanhol tem claro que é policial a única soluçom a médio prazo para poder sufocar a nossa ira, para esmagar a justa luita do povo explorado e oprimido. Nos últimos meses, tem acelerado os preparativos para um cenário cada vez mais nítido de agudizaçom e radicalizaçom da luita de classes. A burguesia está-se a armar até os dentes para se dotar dos meios suficientes com que exercer umha repressom em grande escala. É plenamente consciente que o capitalismo nom tem soluçom possível. Que para manter as atuais taxas de lucro terá que continuar a empobrecer mais e mais as camadas populares.</p>
<p style="text-align: justify; ">A nova reforma do Código Penal em preparaçom, tendente a criminalizar as luitas populares, agravando as penas por se mobilizar e exercer o legítimo direito à defesa, pretende endurecer o Estado policial, amputando ainda mais os direitos e liberdades, seguindo as tendências em curso para assim blindar os privilégios da oligarquia.</p>
<p style="text-align: justify; ">Frente a este panorama que se anuncia em factos e declaraçons permanentes, seria um suicído que as forças organizadas do proletariado galego optássemos polo autismo e a inaniçom.</p>
<p style="text-align: justify; ">Se som tempos de luita, há que se preparar para luitar com eficácia para termos êxito. A nossa luita é para vencer, nom temos vocaçom de perdedores.</p>
<p style="text-align: justify; ">Há que avançar na aprofundizaçom da luita. Há que ir preparando as condiçons para umha greve geral de 48 horas, com um claro e imediato objetivo: derrogar a reforma laboral e tombar o governo de Rajói. Nos dias de hoje, tam só a quatro meses da sua posse, o executivo do PP em Madrid é um governo que já manifesta sintomas de enfraquecimento. Há que acelerar o seu isolamento e perda de apoios mediante a luita de massas contra os cortes na saúde e no ensino, o incremento de impostos, em prol da defesa dos postos de trabalho e contra o desemprego. Há que integrar reformados, juventude e mulheres na luita contra as políticas neoliberais do PPSOE.</p>
<p style="text-align: justify; ">Temos que agir com determinaçom e decisom. Há que ocupar as ruas, agitar, denunciar. Politizar a classe obreira e a juventude.</p>
<p style="text-align: justify; ">O movimento popular, que lentamente se vai configurando, tem que introduzir na tabela reivindicativa do seu programa a saída do Estado espanhol da UE, NATO e do FMI e, portanto, o fim do submetimento às diretrizes de Berlim, Bruxelas e Washington por parte de Madrid.</p>
<p style="text-align: justify; ">Mas, sem exercemos o direito de autodeterminaçom para atingirmos a plena soberania e independência nacional da nossa Pátria, nom é possível a emancipaçom da classe trabalhadora galega.</p>
<p style="text-align: justify; ">Nesta luita, há que ir por todas. Se exploraçom de classe e opressom nacional vam unidas, se Capital e Espanha som as duas caras da mesma moeda, temos que conjugar e fundir a luita de classes com a luita de libertaçom nacional.</p>
<p style="text-align: justify; ">Nom som momentos de políticas pragmáticas nem soluçons possibilistas. Estamos numha etapa em que se require firmeza e decisom para divulgar sem timoratismos a alternativa radical comunista. Nestes tempos de ferro e sofrimento, há que esclarecer à nossa classe e ao nosso povo que só temos futuro destruindo o capitalismo e construindo simultaneamente de forma criativa e original o comunismo para a Galiza e o mundo do século XXI. Nom há meias tintas.</p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong style="font-weight: bold;">A b</strong><strong style="font-weight: bold;">urguesia</strong><strong style="font-weight: bold;"> </strong><strong style="font-weight: bold;">opta</strong><strong style="font-weight: bold;"> </strong><strong style="font-weight: bold;">pola</strong><strong style="font-weight: bold;"> </strong><strong style="font-weight: bold;">retirada</strong><strong style="font-weight: bold;"> </strong><strong style="font-weight: bold;">parcial</strong><strong style="font-weight: bold;"> </strong><strong style="font-weight: bold;">da</strong><strong style="font-weight: bold;"> máscara</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Perante a inegável e cada vez mais inviável possibilidade de maquilhagem dumha realidade cada dia mais crua, a burguesia optou por umha mudança de tática. Mudou o falaz discurso de ocultaçom e maquilhagem da desfeita, e das promessas sobre umha imediata saída da crise, polo reconhecimento descarnado de que a situaçom obriga a um longo período de sacrifícios e adoçom de duras medidas para num futuro sem data clara poder superá-la. Ambas táticas coincidem em se apoiarem numha incorreta análise da realidade e na difusom de falsas esperanças que contribuam para rebaixar a tensom social. Ambas pretendem perpetuar o capitalismo e as suas injustiças e cada vez maiores desigualdades. Por isso ambas estám condenadas ao fracasso.</p>
<p style="text-align: justify; ">Deste jeito, Mariano Rajói converteu as propostas difundidas nas conferências de imprensa posteriores ao Conselho de Ministros em mero <em style="font-style: italic;">spam</em>. O único real do que conta, seguindo o guiom dos seus assesores e que deixou bem claro que as sextas-feiras vam ser um dia preto para o povo trabalhador.</p>
<p style="text-align: justify; ">Semana após semana -tal como vem fazendo desde dezembro- assistiremos ao anúncio de mais cortes sociais, incrementos de impostos e produtos básicos, privatizaçom de serviços, agressons contra os interesses populares, cortes nas liberdades e direitos. Com o coraçom num punho, assistiremos cada sexta-feira de semana em semana a umha chuva de medidas lesivas contra a Galiza e o seu povo. Mas nom podemos ficar de braços cruzados aguardando que algum dia escampe.</p>
<p style="text-align: justify; ">Há cinco anos, prognosticávamos o atual cenário de crise sistémica capitalista e de crise estrutural do projeto nacional espanhol. Éramos desqualificados como &#8220;alarmistas&#8221;, mas as hemerotecas nom enganam. A tinta, diferentemente das palavras, nom a leva o vento.</p>
<p style="text-align: justify; ">Agora anunciamos que as tendências em curso só permitem umha saída nacional e de classe de caráter revolucionário. Nom há outra hipótese. O tempo vai dar-nos novamente a razom.</p>
<p style="text-align: justify; ">Entre outros factores e por este motivo, todas as expetativas e movimentos tendentes na Galiza a restruturar, a partir de postulados ideológica e politicamente anémicos, o campo da denominada &#8220;esquerda&#8221;, nom vam ser mais que umha reediçom do mesmo. Eleitoralismo, institucionalismo, práticas conciliadoras e pactistas, perpetuaçom da corrupta e parasitária casta política.</p>
<p style="text-align: justify; ">Primeira Linha manifestou com clareza que nom vai participar em nengumha cerimónia de confusom.</p>
<p style="text-align: justify; ">Tampouco em iniciativas interclassistas tendentes a contribuir para amortecer as contradiçons em alta do capitalismo senil e do cada dia mais questionado regime da Segunda <em style="font-style: italic;">R</em><em style="font-style: italic;">estauraçom</em><em style="font-style: italic;"> </em><em style="font-style: italic;">Bourbónica</em>.</p>
<p style="text-align: justify; ">Nom vamos participar em nengumha negociaçom para construir umha plataforma eleitoral cor-de-rosa e mornamente soberanista. E nom nos recusamos a tal participaçom por sectarismo, nem com base em purismos ideológicos, mas porque temos o firme convencimento de que a principal tarefa, hoje, para as forças revolucionárias é contribuirmos para reforçar a luita e a organizaçom obreira e popular com princípios inequivocamente anticapitalistas, tendo como epicentro a rua.</p>
<p style="text-align: justify; ">Neste cenário, a batalha ideológica contra todas as variantes de reformismos e oportunismos é mais necessária que nunca.</p>
<p style="text-align: justify; ">Há que acompanhar a nossa classe e o nosso povo no incremento da sua consciência. Há que redobrar esforços em organizar, promover luitas, resistir a repressom, desafiar a lógica do sistema, ganhar referencialidade no intransigente combate contra os que seguem a enganar o povo sobre a possibilidade de reinstaurar o modelo de capitalismo de rosto <em style="font-style: italic;">humano</em> dos oitenta e noventa.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong style="font-weight: bold;">Intervençom</strong><strong style="font-weight: bold;"> </strong><strong style="font-weight: bold;">de</strong><strong style="font-weight: bold;"> </strong><strong style="font-weight: bold;">Espanha</strong><strong style="font-weight: bold;"> </strong><strong style="font-weight: bold;">polos</strong><strong style="font-weight: bold;"> </strong><strong style="font-weight: bold;">organismos</strong><strong style="font-weight: bold;"> </strong><strong style="font-weight: bold;">imperialistas</strong><strong style="font-weight: bold;"> </strong><strong style="font-weight: bold;">é</strong><strong style="font-weight: bold;"> </strong><strong style="font-weight: bold;">mera</strong><strong style="font-weight: bold;"> </strong><strong style="font-weight: bold;">questom</strong><strong style="font-weight: bold;"> </strong><strong style="font-weight: bold;">de</strong><strong style="font-weight: bold;"> </strong><strong style="font-weight: bold;">tempo</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Rajói tem muitas razons para nom conciliar bem o sono. A troika nom descansará até provocar a intervençom do Estado espanhol e convertê-lo num protetorado do capitalismo internacional.</p>
<p style="text-align: justify; ">Obviamente, essa situaçom provocará a aceleraçom da catástrofe social a que nos conduz a economia de mercado. Para evitar falsas saídas de autoritarismos populistas caraterísticos das convulsas etapas de crise, é urgente e peremptório organizar povo trabalhador para a luita. Esta é a preocupaçom e tarefa prioritária das comunistas galegas e galegos.</p>
<p style="text-align: justify; ">Os anos vindouros serám luminosos ou bem obscuros, em funçom da capacidade de incidirmos nas luitas e atingirmos sólido enraizamento no mais profundo da nossa classe.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong style="font-weight: bold;">Libertaçom</strong><strong style="font-weight: bold;"> </strong><strong style="font-weight: bold;">de</strong><strong style="font-weight: bold;"> </strong><strong style="font-weight: bold;">Miguel</strong><strong style="font-weight: bold;"> </strong><strong style="font-weight: bold;">Nicolás</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Primeira Linha manifesta a sua satisfaçom polo excarcelamento do jovem sindicalista viguês, após passar dezasseis meses preso. Saudamos o seu regresso à Pátria e a sua reincorporaçom à luita do nosso povo e da nossa classe contra as predadoras políticas da burguesia.</p>
<p style="text-align: justify; ">Miguel, tal como Telmo Varela, atualmente preso longe da Galiza, som paradigma da luita coerente contra o Capital e Espanha, e património da Galiza rebelde e combativa.</p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; ">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://primeiralinha.org/home/?feed=rss2&amp;p=12821</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Adolfo Domingues das palavras aos factos. ERE afeta 50 pessoas em Ourense</title>
		<link>http://primeiralinha.org/home/?p=12815</link>
		<comments>http://primeiralinha.org/home/?p=12815#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 May 2012 22:47:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[Adolfo Domingues]]></category>

		<category><![CDATA[crise]]></category>

		<category><![CDATA[ERE]]></category>

		<category><![CDATA[galiza]]></category>

		<category><![CDATA[patronato]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://primeiralinha.org/home/?p=12815</guid>
		<description><![CDATA[
Adolfo Domingues acabou de anunciar a iminente aplicaçom de un expediente de regulaçom de empresa que afetará 50 trabalhadores e trabalhadoras da sua sede central em Ourense. Além disso, e em plena sintonia com a ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]><xml> <o:DocumentProperties> <o:Author>dlopez2</o:Author> <o:Version>11.9999</o:Version> </o:DocumentProperties> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:PunctuationKerning /> <w:ValidateAgainstSchemas /> <w:SaveIfXMLInvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid> <w:IgnoreMixedContent>false</w:IgnoreMixedContent> <w:AlwaysShowPlaceholderText>false</w:AlwaysShowPlaceholderText> <w:Compatibility> <w:BreakWrappedTables /> <w:SnapToGridInCell /> <w:WrapTextWithPunct /> <w:UseAsianBreakRules /> <w:DontGrowAutofit /> </w:Compatibility> <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel> </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"> </w:LatentStyles> </xml><![endif]--><!--[if !mso]><span class="mceItemObject"   classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id=ieooui></span></p>
<style>
st1\:*{behavior:url(#ieooui) }
</style>
<p><![endif]--><!--[if gte mso 10]></p>
<style>
 /* Style Definitions */
 table.MsoNormalTable
	{mso-style-name:"Tabla normal";
	mso-tstyle-rowband-size:0;
	mso-tstyle-colband-size:0;
	mso-style-noshow:yes;
	mso-style-parent:"";
	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
	mso-para-margin:0cm;
	mso-para-margin-bottom:.0001pt;
	mso-pagination:widow-orphan;
	font-size:10.0pt;
	font-family:"Times New Roman";
	mso-ansi-language:#0400;
	mso-fareast-language:#0400;
	mso-bidi-language:#0400;}
</style>
<p><![endif]--></p>
<p class="ecxtexto" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><a class="thickbox" title="adolfodomingues" rel="same-post--1337035524" href="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2012/05/adolfodomingues.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-12814" title="adolfodomingues" src="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2012/05/adolfodomingues-300x263.jpg" alt="" width="282" height="195" /></a><span lang="PT-BR">Adolfo Domingues acabou de anunciar a iminente aplicaçom de un expediente de regulaçom de empresa que afetará 50 trabalhadores e trabalhadoras da sua sede central em Ourense. Além disso, e em plena sintonia com a reforma laboral anti-obreira aprovada polo Partido Popular no mês de fevereiro, tamém anunciou ao comité de empresa a reduçom do salário do conjunto do pessoal ao ligá-lo à obtençom efetiva de lucros que, evidentemte, levam meses a cair sem controlo.</span></p>
<p><span id="more-12815"></span></p>
<p class="ecxtexto" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="ecxtexto" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span lang="PT-BR">O comité de empresa reagiu aos plano de despedimentos e cortes salariais da empresa e em breve vam iniciar-se as negociaçons com a direçom da empresa. O prazo para alcançar um acordo entre as partes é de um mês e umha vez concluído o prazo precetivo, e em virtude do aprovado no marco da reforma laboral, a decisom final dependerá da direçom.</span></p>
<p class="ecxtexto" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="ecxtexto" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><span lang="PT-BR">Adolfo Domingues, um ativo militante espanholista na Galiza, saltou á palestra no 2010 quando, rodeado da cúpula galega do partido Popular, exigiu ao PSOE medidas dirigidas a reduzir os já precários direitos dos que desfruta a classe obreira no quadro de relaçons laborais espanhol. Agora, três reformas laborais depois, fai uso dos mecanismos legais colocados nas suas maos e do resto do patronato para socializar as milionárias perdas provocadas pola sua deficiente estratégia empresarial.</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://primeiralinha.org/home/?feed=rss2&amp;p=12815</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Setor naval viguês agoniza perante desinteresse institucional</title>
		<link>http://primeiralinha.org/home/?p=12810</link>
		<comments>http://primeiralinha.org/home/?p=12810#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 May 2012 13:33:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[crise]]></category>

		<category><![CDATA[galiza]]></category>

		<category><![CDATA[naval]]></category>

		<category><![CDATA[NÓS-UP]]></category>

		<category><![CDATA[Vigo]]></category>

		<category><![CDATA[xunta]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://primeiralinha.org/home/?p=12810</guid>
		<description><![CDATA[
A grave situaçom que atravessa o setor naval viguês foi novamente denunciada na rua. Â volta de 3.000 trabalhadores e trabalhadoras do setor naval manifestarom-se na tarde de sábado 12 de maio polo centro de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]><xml> dlopez2   11.9999 </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> Normal   0   21         false   false   false                             MicrosoftInternetExplorer4 </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 10]><br />
<style>
/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:"Tabla normal";
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-parent:"";
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin:0cm;
mso-para-margin-bottom:.0001pt;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:10.0pt;
font-family:"Times New Roman";
mso-ansi-language:#0400;
mso-fareast-language:#0400;
mso-bidi-language:#0400;}
</style>
<p> <![endif]--></p>
<p style="text-align: justify;"><a class="thickbox" title="mani-defesa-do-naval-vigo-12-05-12-032" rel="same-post-12810" href="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2012/05/mani-defesa-do-naval-vigo-12-05-12-032.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-12812" title="mani-defesa-do-naval-vigo-12-05-12-032" src="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2012/05/mani-defesa-do-naval-vigo-12-05-12-032-1024x680.jpg" alt="" width="607" height="402" /></a>A grave situaçom que atravessa o setor naval viguês foi novamente denunciada na rua. Â volta de 3.000 trabalhadores e trabalhadoras do setor naval manifestarom-se na tarde de sábado 12 de maio polo centro de Vigo convocados pola CIG, CCOO e UGT.</p>
<p style="text-align: justify;">Dous dias antes o setor tinha aderido maciçamente a um paro de meia jornada e centos de trabalhadores e trabalhadoras ocuparam as ruas de Vigo denunciando a situaçom.</p>
<p><span id="more-12810"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A falta de firmeza sindical e as políticas conciliadoras das suas direçons permitem manobras de puro confusionismo facilitando que dirigentes políticos dos dous principais partidos responsáveis da agonia do naval assistam com normalidade à mobilizaçom obreira. Assim o alcaide de Vigo e vereadores do PP participárom na manifestaçom sem excessivos tensionamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A esquerda independentista e socialista galega assistiu com cortejo próprio solicitando a nacionalizaçom e o controlo operário comol única alternativa viável para salvar um dos alicerces essenciais da economia da ria de Vigo.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;<em>O capitalismo é o terrorismo&#8221;</em>, <em>&#8220;Trabalho temporário terrorismo patronal&#8221;</em>, <em>&#8220;PSOE-PP a mesma merda é&#8221;</em>, <em>&#8220;Telmo Varela liberdade&#8221;</em>, <em>&#8220;A soluçom, a Revoluçom&#8221;</em> &#8220;<em>Obreiro em paro patrom colgado&#8221;</em> fôrom algumhas das palavras de ordem divulgadas do combativo cortejo da Unidade Popular.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A continuaçom reproduzimos integramente o manifesto distribuido por NÓS-UP.</p>
<p style="text-align: justify;">
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>QUEREMOS SOLUÇONS DE VERDADE</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>HÁ QUE NACIONALIZAR O NAVAL</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O Estado e os patrons querem acabar com o Naval. As administraçons galega, espanhola e europeia dedicam-se a ignorar as reclamaçons obreiras e mesmo a obstaculizar a atividade económica do setor.</p>
<p style="text-align: justify;">Os empresários nom tenhem mais preocupaçom que rapinar todo o que podam do nosso trabalho. O nosso futuro laboral é-lhes indiferente. Querem reconverter-nos como já figérom noutras ocasions, mandar-nos ao desemprego e destruir o setor definitivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Só nos fica umha saída. A mesma que deveríamos ter tomado nos 80 quando tentárom fechar os estaleiros. <strong>Há que nacionalizar o setor naval e impor o controlo obreiro sobre a produçom</strong>. <strong>Se nom queremos ver morrer a nossa indústria, se nom queremos voltar passar polo mesmo, o único caminho é nacionalizar.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Que nom nos venham dizer que nom se pode. Claro que se pode! Como Argentina nacionalizou o petróleo para proteger os seus recursos naturais, como a Bolívia nacionalizou a eletricidade para se livrar do espólio energético, nós devemos nacionalizar a nossa indústria para que a crise do Capitalismo nom nos devore.</p>
<p style="text-align: justify;">É legítimo, é viável, é necessário. Nom temos nem que indemnizar os empresários irresponsáveis que levárom o setor à ruína. O Estado acaba de injetar 7.000 milhons de euros em Bankia para garantir a sua viabilidade. Se figessemos o mesmo com o Naval galego, milhares de famílias teriam garantido um futuro estável.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Há que dizé-lo com claridom, o &#8220;tax lease&#8221; é um parche temporário, umha forma de facilitar-lhes as cousas por um tempo aos empresários, nom é umha soluçom de futuro. É o momento de assumir que esses mesmos empresários som o problema, nom a soluçom</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Para livrar-nos deles nom temos mais remédio que incrementar a pressom e radicalizar os protestos. <strong>29 de março só foi o começo da nossa luita, temos que ir a umha nova greve geral, esta vez de 48 horas,</strong> e a todas as que faga falta até parar os ataques contra a classe obreira e começar de novo a acumular conquistas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Telmo Liberdade!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que os ricos paguem a crise! </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A luita obreira é o único caminho!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Vigo, 12 de maio de 2012</p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://primeiralinha.org/home/?feed=rss2&amp;p=12810</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Combustível e electricidade provocam nova perda de poder aquisitivo</title>
		<link>http://primeiralinha.org/home/?p=12808</link>
		<comments>http://primeiralinha.org/home/?p=12808#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 May 2012 09:37:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[abril]]></category>

		<category><![CDATA[crise poder aquisitivo]]></category>

		<category><![CDATA[galiza]]></category>

		<category><![CDATA[IPC]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://primeiralinha.org/home/?p=12808</guid>
		<description><![CDATA[

Os dados do índice de preços ao consumo volve trazer malas nova para o já deteriorado poder aquisitivo da classe obreira galega. Se o mês passado informávamos da elevada taxa de variaçom do IPC na ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="thickbox" title="cartazcrise1" rel="same-post--1336988039" href="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2010/11/cartazcrise1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-9378" title="cartazcrise1" src="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2010/11/cartazcrise1-300x105.jpg" alt="" width="300" height="105" /></a></p>
<p><!--[if gte mso 9]><xml> Normal   0   21         false   false   false                             MicrosoftInternetExplorer4 </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 10]><br />
<style>
 /* Style Definitions */
 table.MsoNormalTable
	{mso-style-name:"Tabla normal";
	mso-tstyle-rowband-size:0;
	mso-tstyle-colband-size:0;
	mso-style-noshow:yes;
	mso-style-parent:"";
	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
	mso-para-margin:0cm;
	mso-para-margin-bottom:.0001pt;
	mso-pagination:widow-orphan;
	font-size:10.0pt;
	font-family:"Times New Roman";
	mso-ansi-language:#0400;
	mso-fareast-language:#0400;
	mso-bidi-language:#0400;}
</style>
<p> <![endif]--></p>
<p style="text-align: justify;">Os dados do índice de preços ao consumo volve trazer malas nova para o já deteriorado poder aquisitivo da classe obreira galega. Se o mês passado informávamos da elevada taxa de variaçom do IPC na Galiza com respeito ao do conjunto do Estado espanhol, o mês de abril deixa a maior taxa de variaçon intermensal desde outubro de 2007, com um 1,4%.</p>
<p><span id="more-12808"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A responsabilidade deste incremento dos preços, que racha com vários meses de estabilidade, é do combustívil e da electricidade e, em menor medida, vestido e calçado. Há que ter em conta que estes elementos, sobretodo o combustível e electricidade, tenhem um efeito directo ou indirecto em muitos outros produtos tais como os alimentos que, á sua vez, teñem umha forte influência no IPC.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Este novo incremento é um novo golpe ao deteriorado poder aquisitivo da classe obreira que unicamente agrava os efectos da agressiva política de contençom salarial aplicada polo governo espanhol.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://primeiralinha.org/home/?feed=rss2&amp;p=12808</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Pessoal auxiliar de Alcoa, em greve indefinida contra os cortes em direitos laborais</title>
		<link>http://primeiralinha.org/home/?p=12801</link>
		<comments>http://primeiralinha.org/home/?p=12801#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 May 2012 22:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[alcoa]]></category>

		<category><![CDATA[crise]]></category>

		<category><![CDATA[movimento obreiro]]></category>

		<category><![CDATA[reforma laboral]]></category>

		<category><![CDATA[rodabell]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://primeiralinha.org/home/?p=12801</guid>
		<description><![CDATA[
O pessoal das empresas do Grupo Rodabell (auxiliar de Acoa) está em greve indefinida de umha hora desde o dia 7 de Maio.  Pessoal das empresas Rodabell SA, Mecanizados Rodabell SL e Montajes Rodabell SL ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]><xml> 1024&#215;768 </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> Normal   0   21         false   false   false </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 10]></p>
<style>
/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:"Tabla normal";
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-parent:"";
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin:0cm;
mso-para-margin-bottom:.0001pt;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:10.0pt;
font-family:"Times New Roman";
mso-ansi-language:#0400;
mso-fareast-language:#0400;
mso-bidi-language:#0400;}
</style>
<p><![endif]--></p>
<p><a class="thickbox" title="alcoacorunha" rel="same-post-12801" href="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2012/02/alcoacorunha.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-12322" title="alcoacorunha" src="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2012/02/alcoacorunha-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" /></a>O pessoal das empresas do Grupo Rodabell (auxiliar de Acoa) está em greve indefinida de umha hora desde o dia 7 de Maio.  Pessoal das empresas Rodabell SA, Mecanizados Rodabell SL e Montajes Rodabell SL pararám todas as segundas-feiras de oito a nove da manhá, para reclamar a restituiçom de direitos laborais que fam parte do salário desde que se entra a trabalhar e que a direçom da empresa decidiu restringir sem consultá-lo nem informar sequer a representaçom dos trabalhadores e das trabalhadoras no comité de empresa. <span id="more-12801"></span>Entre estes direitos, estám alguns complementos salariais, como o complemento por chamada (disponibilidade para serviços pontuais fora do horário laboral) os tickets de acesso ao comedor de Alcoa ou o direito a dispor das férias, cuja data seria decidida de maneira unilateral pola direçom da empresa.</p>
<p>Os trabalhadores e trabalhadoras pretendem conseguir com esta medida de pressom a recuperaçom dos direitos agora cerceados, e que a empresa volte a estabelecer o diálogo com os representantes do pessoal, já que em todos os apelos à negociaçom nom apenas nom se acedeu a dialogar, mas mesmo a resposta foi ameaçar com mais cortes em direitos, com o único argumento de que é Alcoa quem impom os cortes.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://primeiralinha.org/home/?feed=rss2&amp;p=12801</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Acerca dos resultados das eleições de 6 de Maio de 2012</title>
		<link>http://primeiralinha.org/home/?p=12799</link>
		<comments>http://primeiralinha.org/home/?p=12799#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 May 2012 13:12:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Opiniom]]></category>

		<category><![CDATA[Grécia]]></category>

		<category><![CDATA[KKE]]></category>

		<category><![CDATA[UE]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://primeiralinha.org/home/?p=12799</guid>
		<description><![CDATA[
Aleka Papariga

&#8220;Os resultados da eleição mostram definitivamente uma reversão do cenário político que nos é familiar, a interrupção da rotação dos dois partidos, PASOK e ND. Estamos a mover-nos para uma fase transicional onde haverá ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]><xml> Normal   0   21         false   false   false                             MicrosoftInternetExplorer4 </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 10]><br />
<style>
 /* Style Definitions */
 table.MsoNormalTable
	{mso-style-name:"Tabla normal";
	mso-tstyle-rowband-size:0;
	mso-tstyle-colband-size:0;
	mso-style-noshow:yes;
	mso-style-parent:"";
	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
	mso-para-margin:0cm;
	mso-para-margin-bottom:.0001pt;
	mso-pagination:widow-orphan;
	font-size:10.0pt;
	font-family:"Times New Roman";
	mso-ansi-language:#0400;
	mso-fareast-language:#0400;
	mso-bidi-language:#0400;}
</style>
<p> <![endif]--></p>
<p style="text-align: justify;"><a class="thickbox" title="150px-kke_sima" rel="same-post--1336482581" href="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2011/06/150px-kke_sima.png"><img class="alignleft size-full wp-image-10702" title="150px-kke_sima" src="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2011/06/150px-kke_sima.png" alt="" width="150" height="124" /></a>Aleka Papariga</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">&#8220;Os resultados da eleição mostram definitivamente uma reversão do cenário político que nos é familiar, a interrupção da rotação dos dois partidos, PASOK e ND. Estamos a mover-nos para uma fase transicional onde haverá uma tentativa de criar um novo cenário político com novas formações, novas figuras com uma orientação de centro-direita ou baseada numa nova social-democracia que terá o SYRIZA como núcleo, destinada a impedir a ascensão do radicalismo do povo que levaria as coisas rumo a um verdadeiro derrube [da reacção] em favor do povo. Haverá uma tentativa de formar um governo ou a partir destas eleições ou de eleições a seguir, um governo composto por todos os partidos, ou um governo de unidade nacional, ou uma coligação governamental destinada precisamente a impedir a criação de uma maioria que lute pela mudança.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Dirigimo-nos aos membros do partido, aos membros do KNE, aos amigos, aos apoiantes, aos eleitores, às pessoas que cooperam com o partido, a todos que têm estado connosco na linha de frente do movimento e na batalha eleitoral e apelamos a estarem na linha de frente das lutas nos próximos dias porque temos questões sérias e prementes que estão em andamento, tais como acordos de negociação colectiva, a protecção dos desempregados, a bancarrota dos fundos de segurança social, as novas medidas que montam a 11,5-13,5 mil milhões de euros as quais serão pagas a partir dos bolsos do povo. Não podemos desperdiçar qualquer tempo. O povo não deve desperdiçar tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">
Urgimos os eleitores do PASOK e da ND em particular, aqueles que pertencem à classe trabalhadora e aos outros estratos populares, a estarem também na linha de frente, juntamente connosco e outros militantes, nas lutas, nos lugares de trabalho, nas escolas e universidades, nos bairros populares. São eles que têm de proporcionar um novo momento e um carácter de massa à luta. Apelamos ao povo para que não se deixe enganar pela tentativa de disfarçar o sistema político que se verificará nos dias e meses a seguir. Os resultados das eleições, apesar do facto de que os votos foram dispersos em ambas as direcções, direita e esquerda, objectivamente demonstram uma tendência positiva: que mudanças radicais estão a amadurecer ou amadurecerão na consciência das pessoas, que o movimento do derrube real amadurecerá e que este movimento não estará distante longe, ou melhor ainda, não estará em oposição à proposta política do KKE sobre os problemas imediatos, para o poder dos trabalhadores e do povo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Consideramos significativo, positivo e ao mesmo tempo um grande legado para o próximo período o facto de que confrontámos as forças pró europeias e pró UE na sua totalidade, sem considerar as posições que elas tomar em relação ao memorando, o facto de que combatemos a fim de promover a nossa própria proposta alternativa a qual responde e satisfaz os interesses do povo. Consideramos que esta proposta constitui um legado significativo para o povo e naturalmente acrescentará um novo impulso às lutas do povo. Sentimos que as nossas responsabilidades e o nosso papel em relação ao povo e seus problemas devem ser fortalecidos e acreditamos, de facto estamos certos, continuaremos a ser a força insubstituível que defende os interesses do povo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A respeito do resultado eleitoral do KKE: naturalmente o CC emitirá uma avaliação abrangente depois de estudar os resultados como um todo e as tendências do eleitorado em cada região de modo a extrair conclusões mais completas. Mas podemos dizer que o KKE literalmente ultrapassou obstáculos em ambos os lados. Por um lado havia a cólera, os protestos, a indignação que eram absolutamente justificados mas que era principalmente sem foco e por outro lado houve as ilusões. Como mostram os resultados neste ponto o KKE teve um pequeno aumento. Naturalmente que teríamos gostado de um maior. No entanto, tenho a dizer que o CC e o partido como um todo não têm ilusões de que os votos do KKE pudessem aumentar exponencialmente porque o desempenho do KKE nas eleições é acima de tudo relacionado com a formação não só de um movimento militante do povo como também da formação de uma maioria poderosa que esteja emancipada dos dilemas bem conhecidos assim como das ilusões regeneradas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O KKE tornou público no momento certo, antes das eleições e sem qualquer hesitação, que tipo de posição tomará em relação a qualquer governo que emerja das eleições, centro-direita, centro-esquerda ou &#8220;esquerda&#8221; seja ele servido como um governo de unidade nacional ou como um governo de todos os partidos como está a ser discutido exactamente agora.</p>
<p>Clarificamos a nossa posição: naturalmente estamos certos de que nem o PASOK nem a ND nos proporão cooperação. Eles estão muito bem conscientes das profundas diferenças entre nós. Mas gostaríamos de responder mais uma vez à proposta do SYRIZA repetida após as eleições referente a um governo da esquerda. Responderemos claramente sem recorrer àquilo que todos nós podemos ver, nomeadamente que os votos e cadeiras nõ são suficientes. Talvez o SYRIZA pense que são suficientes, pois tentarão obter apoio e votos dos deputados de todos os outros partidos. Clarificamos a nossa posição: continuamos a dizer não à cooperação porque na análise final não chegámos a esta posição de não de acordo com as nossas expectativas altas ou baixas a respeito dos resultados das eleições.</p>
<p>Ouvimos que o presidente do SYRIZA pedirá uma reunião e que eles querem manter discussões privadas acerca do programa da coligação de governo. Logicamente quem fez uma proposta para uma coligação governamental deveria ter dito em pormenor antes das eleições o que farão em Junho, em Julho, em relação a questões concretas etc ao invés de slogans gerais e denúncias gerais do memorando. Ou pelo menos elas deveriam ter estado prontas agora. O que querem eles exactamente? Temos ouvido apenas acerca de algumas concessões que podem ser asseguradas ou coisas semelhantes.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">No entanto um governo, sem considerar a sua composição, deve tratar de todo o espectro dos problemas. Ele não deveria simplesmente denunciar o memorando mas devolver ao povo os ganhos que foram abolidos antes do memorando - porque a maior parte dos ganhos foi abolida antes do memorando - bem como todos os muitos outros que foram abolidos após o memorando. Um governo tem de administrar tudo e não meramente os benefícios de desemprego, como foi mencionado. Ele tem de administrar questões de economia, a postura dos grupos de negócios para com o povo trabalhador, a lista das privatizações adoptadas nos anos anteriores. Ele tem de lidar questões de política externa tais como os compromissos gerais que decorrem da UE, NATO, da aliança estratégica com os EUA. Não há governo que divida os acordos em pedaços, políticas abstractas e promova apenas o pacote de medidas do dia seguinte.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A fim de concordar com um tal governo o KKE precisa fazer uma meia-volta completa, um salto mortal e não simplesmente um pequeno recuo, uma pequena viragem. Ele deve fazer uma mudança completa. E acima de tudo teria de fazer compromissos inaceitáveis que nada têm a ver com os interesses do povo. Talvez o povo não esteja interessado na pureza ideológica dos vários partidos, mas um partido que em todos estes anos, desde o próprio momento inicial da sua fundação, tem estado na linha de frente da luta não quer abandonar esta posição a fim de ganhar alguns ministérios. O povo não precisa desta espécie de KKE&#8221;.
</p>
<p style="text-align: justify;">Atenas, 06/Maio/2012</p>
<p style="text-align: justify;">Aleka Papariga é Secretária-geral do CC do KKE</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://primeiralinha.org/home/?feed=rss2&amp;p=12799</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Sem notícias (positivas) da reforma laboral</title>
		<link>http://primeiralinha.org/home/?p=12789</link>
		<comments>http://primeiralinha.org/home/?p=12789#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 May 2012 22:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[desemprego]]></category>

		<category><![CDATA[galiza]]></category>

		<category><![CDATA[PP]]></category>

		<category><![CDATA[reforma laboral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://primeiralinha.org/home/?p=12789</guid>
		<description><![CDATA[
A crise sistémica continua a fazer estragos na evoluçom do desemprego na Galiza. No passado mês de abril o desemprego voltou a incrementar-se na Galiza, desaparecendo o respiro estacional que costuma acompanhar esta época e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]><xml> Normal   0   21         false   false   false                             MicrosoftInternetExplorer4 </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 10]></p>
<style>
 /* Style Definitions */
 table.MsoNormalTable
	{mso-style-name:"Tabla normal";
	mso-tstyle-rowband-size:0;
	mso-tstyle-colband-size:0;
	mso-style-noshow:yes;
	mso-style-parent:"";
	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
	mso-para-margin:0cm;
	mso-para-margin-bottom:.0001pt;
	mso-pagination:widow-orphan;
	font-size:10.0pt;
	font-family:"Times New Roman";
	mso-ansi-language:#0400;
	mso-fareast-language:#0400;
	mso-bidi-language:#0400;}
</style>
<p><![endif]--></p>
<p style="text-align: justify;"><a class="thickbox" title="lideres-ugt-candido-mendez-toxo-fatima" rel="same-post--1336343307" href="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2012/05/lideres-ugt-candido-mendez-toxo-fatima.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-12788" title="lideres-ugt-candido-mendez-toxo-fatima" src="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2012/05/lideres-ugt-candido-mendez-toxo-fatima-300x141.jpg" alt="" width="300" height="141" /></a>A crise sistémica continua a fazer estragos na evoluçom do desemprego na Galiza. No passado mês de abril o desemprego voltou a incrementar-se na Galiza, desaparecendo o respiro estacional que costuma acompanhar esta época e que mesmo se fijo notar no Estado espanhol, onde o desemprego descendeu 0,14%. Na Galiza, onde a destruiçom de emprego leva meses a um ritmo superior do que a do conjunto do Estado espanhol, o desemprego aumentou 0,3% alcançando já a cifra recorde de 277.644 trabalhadores e trabalhadoras.</p>
<p><span id="more-12789"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">No Estado espanhol, os dados do mês de abril nom forom tam negativos como se esperavam&#8230; polo menos aparentemente. A descida do desemprego registado nos serviços públicos de emprego, de 6.632 pessoas, nom seria possível sem a campanha das férias de primavera que reportou 49.603 novos empregos. De facto, tirando estes empregos de caráter circunstancial dos dados de abril, a Segurança Social teria perdido 72.790 cotizantes e o desemprego aumentaria num nível similar ao de meses anteriores.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Parece constatar-se o que organizaçons sindicais e políticas denunciárom na altura. A reforma laboral continua sem produzir qualquer efeito, polo menos nengum efeito possitivo para os trabalhadores e trabalhadoras. Enquanto nom cessa o goteio de empresas que se acolhem à nova normativa laboral para reduzirem salários ou despedir com total impunidade, a reforma continua incapaz de criar emprego. Assim, dos 90.123 contratos fixos registados no mês de abril, menos de 10.000, no melhor dos casos, correspondem-se com os contratos de &#8220;empreendedores&#8221; que lançou o PP no mês de fevereiro. Além do mais, dentre o conjunto de contratos assinados no mês de abril, menos de 9%.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://primeiralinha.org/home/?feed=rss2&amp;p=12789</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>AGIR denúncia veto de Galiza Nova e Comités</title>
		<link>http://primeiralinha.org/home/?p=12794</link>
		<comments>http://primeiralinha.org/home/?p=12794#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 May 2012 13:33:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[agir]]></category>

		<category><![CDATA[autonomismo]]></category>

		<category><![CDATA[estudantil]]></category>

		<category><![CDATA[galego]]></category>

		<category><![CDATA[língua]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://primeiralinha.org/home/?p=12794</guid>
		<description><![CDATA[

Polo seu interesse, reproduzimos o comunicado feito público pola organizaçom estudantil AGIR na que informa do veto da participaçom da esquerda independentista nas mobilizaçons do 10 de maio por parte Galiza Nova e os Comités.

Galiza ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="thickbox" title="130412_galego" rel="same-post-12794" href="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2012/05/130412_galego.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-12795" title="130412_galego" src="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2012/05/130412_galego.jpg" alt="" width="333" height="223" /></a></p>
<p><!--[if gte mso 9]><xml> Normal   0   21         false   false   false                             MicrosoftInternetExplorer4 </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 10]><br />
<style>
 /* Style Definitions */
 table.MsoNormalTable
	{mso-style-name:"Tabla normal";
	mso-tstyle-rowband-size:0;
	mso-tstyle-colband-size:0;
	mso-style-noshow:yes;
	mso-style-parent:"";
	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
	mso-para-margin:0cm;
	mso-para-margin-bottom:.0001pt;
	mso-pagination:widow-orphan;
	font-size:10.0pt;
	font-family:"Times New Roman";
	mso-ansi-language:#0400;
	mso-fareast-language:#0400;
	mso-bidi-language:#0400;}
</style>
<p> <![endif]--></p>
<p style="text-align: justify;">Polo seu interesse, reproduzimos o comunicado feito público pola organizaçom estudantil AGIR na que informa do veto da participaçom da esquerda independentista nas mobilizaçons do 10 de maio por parte Galiza Nova e os Comités.</p>
<p style="text-align: justify;">
<blockquote><p style="text-align: justify;"><strong>Galiza Nova e Comités vetam AGIR</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">AGIR, organizaçom do estudantado da esquerda independentista, convocou como parte integrante do Movimento Estudantil Galego umha jornada de greve estudantil para a próxima quinta-feira 10 de maio.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A nossa intençom foi desde o princípio a de criar umha inegável vontade de confluência com o resto de coletivos e organizaçons que trabalhamos por um ensino galego e público. Porém, a falta de respeito e de cultura democrática vam provocar que a mobilizaçom do dia 10 vaia ser patrimonializada polo nacionalismo institucional. Ante isto, a nossa organizaçom crê necessário fazer públicas umha série de consideraçons:</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>1º</strong> O movimento estudantil caraterizou-se historicamente pola sua pluralidade, mas também por desenvolver umha dinámica, em muitos casos, unitária, que respeitou a totalidade de ideologias presentes entre o estudantado galego. A base assemblear e a confluência em organismos abertos fam parte da cultura de movimento que o estudantado galego vem praticando desde há décadas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>2º </strong>Por desgraça, há certas organizaçons que nunca assumírom esta realidade e historicamente tentárom patrimonializar e converter num nicho eleitoral particular o que centos de militantes construímos. Falando claro, as distintas organizaçons estudantis impulsadas pola UPG convertêrom em norma o sectarismo, o dirigismo e a exclusom das minorias.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>3º</strong> Esta greve do próximo dia 10 de maio vai ser, por desgraça para o estudantado galego, mais um episódio de tam triste história política; pois Galiza Nova e Comités antepugérom os seus interesses concretos à construçom da ampla e necessária resposta aos ataques do Partido Popular contra o ensino público. E figérom-no decidindo em solitário, sob parámetros nom estritamente estudantis, a forma concreta que iam tomar as mobilizaçons. Deixando de lado a maioria do movimento estudantil e só possibilitando a incorporaçom a posteriori dumha organizaçom, a Liga Estudantil Galega.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>4º</strong> Criárom assim umha apartheid geral ao estudantado galego e a AGIR em concreto, pois a nossa organizaçom foi vetada abertamente em base à nossa praxe absolutamente coerente, definida por Galiza Nova como &#8220;violenta&#8221;. A pesar de todo, o nosso compromisso com o estudantado galego vai além de toda manobra oportunista, é comprometemo-nos publicamente a que a greve e as mobilizaçons do 10 de Maio sejam um absoluto sucesso. E desta forma também chamamos ao estudantado galego a secundar as convocatórias das distintas comarcas, embora nós fôssemos vetadas do seu desenho e finalizaçom.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>5º</strong> Nom é o nosso estilo entrar numha guerra de convocatórias, pois seria estéril e mesmo perigoso para o estudantado galego. Igualmente sabemos que nem Galiza Nova nem os Comités vam responder a este comunicado, mas tampouco nos preocupa, pois a nossa intençom é simplesmente a de que seja lido polos e polas estudantes e debatido nas aulas, nos cafés e nas ruas dos nossos campus.</p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://primeiralinha.org/home/?feed=rss2&amp;p=12794</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Vigo acolheu recebimento popular a Miguel</title>
		<link>http://primeiralinha.org/home/?p=12783</link>
		<comments>http://primeiralinha.org/home/?p=12783#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 06 May 2012 22:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[CSAMT]]></category>

		<category><![CDATA[Miguel]]></category>

		<category><![CDATA[movimento obreiro]]></category>

		<category><![CDATA[recibimento]]></category>

		<category><![CDATA[repressom]]></category>

		<category><![CDATA[Telmo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://primeiralinha.org/home/?p=12783</guid>
		<description><![CDATA[
O preso politico galego Miguel Nicolás Aparício, libertado 2 de maio após um pagamento de 3.000€ por parte do Comité de Solidariedade e Amizade com Miguel e Telmo (CSAMT), foi arroupado dous dias depois por ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]><xml> Normal   0   21         false   false   false                             MicrosoftInternetExplorer4 </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 10]><br />
<style>
/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:"Tabla normal";
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-parent:"";
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin:0cm;
mso-para-margin-bottom:.0001pt;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:10.0pt;
font-family:"Times New Roman";
mso-ansi-language:#0400;
mso-fareast-language:#0400;
mso-bidi-language:#0400;}
</style>
<p> <![endif]--></p>
<p style="text-align: justify;"><a class="thickbox" title="bem-vinda-miguel" rel="same-post--1336340908" href="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2012/05/bem-vinda-miguel.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-12782" title="bem-vinda-miguel" src="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2012/05/bem-vinda-miguel-1024x680.jpg" alt="" width="374" height="248" /></a>O preso politico galego Miguel Nicolás Aparício, libertado 2 de maio após um pagamento de 3.000€ por parte do Comité de Solidariedade e Amizade com Miguel e Telmo (CSAMT), foi arroupado dous dias depois por dúzias de camaradas e amizades em Vigo.</p>
<p style="text-align: justify;">O ato de recebimento popular organizado polo CSAMT tivo lugar diante do mercado do bairro obreiro viguês do Calvário na tarde da sexta-feira 4 de maio.</p>
<p><span id="more-12783"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Miguel passou dezasseis meses em prisom logo de ser detido em dezembro de 2010 num operativo policial que procurava golpear os setores mais combativos do proletariado viguês. A operaçom repressiva das forças espanholas saldou-se três meses depois com a  detençom de mais dous sindicalistas, um dos quais, Telmo Varela ainda segue preso no cárcere de Topas, Salamanca.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste período Miguel foi submetido a todos tipo de conculcaçom dos seus direitos mais básicos: dispersom, isolamento, retençom de correspondência, por parte da política penitenciária espanhola.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Sob a legenda <em>&#8220;Bem vindo à Pátria camarada!&#8221;</em> CSAMT convocou umha concentraçom de recebimento que deu início pouco depois das 19.30. Um corredor de bandeiras comunistas e da Pátria abriu passo o militante obreiro entre o som das gaitas que entoavam o Hino do Antigo Reino da Galiza. Miguel acompanhado polos camaradas Rebeca Bravo e Raúl Palomanes foi recebido num ambiente de júbilo e gritos em prol da luita, contra a repressom e pola liberdade de Telmo Varela e o conjunto das presas e presos políticos galegos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O ato apresentado por Rebeca Bravo foi aberto com a entrega de um ramo de flores. A continuaçom foi cantado punho em alto o Hino da Pátria para dar passo a um combativo discurso de Raúl Palomanes denunciando a política repressiva da burguesia e o Estado espanhol contra a luita obreira e popular, e a necessidade de prosseguir, alargar e aprofundar o combate contra o Capital e Espanha.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Um emocionado Miguel agradeceu a homenagem reafirmando o seu compromisso com a causa do proletariado e da Galiza, apelando a todas e todos os presentes a persistir na luita para libertar o conjunto de presas e presos políticos galegos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O ato finalizou com o canto da Internacional e a entrega por parte de Davide Pichel de umha placa de pedra com os símbolos históricos comunistas no interior do perfil do mapa nacional da Galiza.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Dúzias de pessoas acompanhárom a Miguel numha ceia solidária realizada no centro social Lume!.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://primeiralinha.org/home/?feed=rss2&amp;p=12783</wfw:commentRss>
		</item>
	</channel>
</rss>

