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	<title>Primeira Linha em rede 2.0</title>
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	<pubDate>Tue, 11 Jun 2013 10:51:01 +0000</pubDate>
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		<title>Entre o céu e o inferno</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jun 2013 10:51:01 +0000</pubDate>
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Reproduzimos polo seu interesse declaraçom do Secretariado do Estado Maior das FARC-EP perante os diálogos de paz de Havana.


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			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="thickbox" style="text-align: justify;" title="800px-flag_of_the_farc-epsvg" rel="same-post-14009" href="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2009/03/800px-flag_of_the_farc-epsvg.png"><img class="size-medium wp-image-494 alignleft" title="800px-flag_of_the_farc-epsvg" src="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2009/03/800px-flag_of_the_farc-epsvg-300x199.png" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Reproduzimos polo seu interesse declaraçom do Secretariado do Estado Maior das FARC-EP perante os diálogos de paz de Havana.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-14009"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
Os diálogos de Havana encontram-se no Limbo por conta do homem que quer passar para a história como o presidente que alcançou a paz na Colômbia.</p>
<p style="text-align: justify;">Os ecos do justo protesto do governo da República Bolivariana da Venezuela em consequência da recepçom de Santos ao opositor Capriles no Palácio de Nariño, ainda replicam com um sonoro vibrato.</p>
<p style="text-align: justify;">Nom som poucos os que acreditam que o passeio de Joe Biden, vice-presidente dos Estados Unidos, por Bogotá, foi a origem da explosom santista.  Associado com um plano de Washington encabeçado por um cavalo de Troia de nome &#8220;Aliança Pacífico&#8221; que, manejado por Washington, se propom desestabilizar e inviabilizar governos populares, como os da Venezuela, Equador, Bolívia e Uruguai, entre outros. O que impulsionaria Santos a anunciar o fantasioso ingresso da Colômbia na NATO? Ameaçar a Venezuela, o Brasil?</p>
<p style="text-align: justify;">Àqueles que defendem a ingenuidade na conduta do presidente, nom acreditem tanto, porque Santos nom é nengum tonto. Como estadista, é obrigado a medir o efeito de suas atuaçons.</p>
<p style="text-align: justify;">Juan Manuel Santos sabia que sua provocaçom contra o governo legítimo da Venezuela espocaria como fogos de artifício na mesa de diálogo de Havana, pois o tema Venezuela, país acompanhante e facilitador do processo, é muito sensível para as FARC, que vê nos venezuelanos o principal fator gerador de confiança e, em consequência, um dos artífices fundamentais do processo de paz.</p>
<p style="text-align: justify;">Por todo isto é que causa tanta perplexidade o convite de Santos a Capriles, precisamente quando o entusiasmo pola paz cravava a sua bandeira no pico Everest da reconciliaçom dos colombianos, motivado no acordo parcial sobre terras, tema que representa a nudez do conflito. A atitude de Santos desinflou o otimismo, a atmosfera favorável à paz que se busca construir com tanto esforço em Havana. A questom resume-se no facto de que se nom fosse pola Venezuela, nom ocorreria o diálogo de paz na capital cubana.</p>
<p style="text-align: justify;">É contraditório, profundamente contraditório, pretender entrar para a história como o presidente que fijo a paz, propiciando, ao mesmo tempo, uma cadeia de atentados contra a paz. O assassinato a sangue frio de Alfonso Cano, o comandante guia da reconciliaçom, já é uma mancha indelével. Por outro lado, ninguém entende por que o governo repudia a necessária trégua bilateral proposta polas FARC desde o início das conversaçons, se o objetivo é parar a guerra. Durante os últimos 6 meses, o ministro de defesa atuou como um franco-atirador sectário contra o processo, deixando a sensaçom de que nom existe unidade de critérios no governo. E até o próprio presidente em pessoa nom deixa passar umha oportunidade para desqualificar o interlocutor com acusaçons infundadas e ameaças de ruptura.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, outros elementos que estám enfraquecendo o diálogo e a construçom do acordo como esse irritante estalar do chicote do tempo e dos ritmos nas maos do governo. Um afá para quê? Para precipitar um mau acordo, umha paz mal feita? A progressom de um acordo tam transcendental nom deve ser interferida nem polos tempos eleitorais nem polos prazos legislativos. Paralelamente às sessons da mesa, alguém do alto escalom orquestra campanha midiáticas que semeiam, com algum grau de maldade, a ideia de umha guerrilha assassina de um lado e, do outro, a de um Estado angelical, esvoaçando inocente sem nengumha responsabilidade histórica pola violência e polo terrorismo institucional.</p>
<p style="text-align: justify;">Um governo que realmente queira a paz nom fica marcando passo nas linhas vermelhas da sua intransigência, da sua imobilidade, mas atua com grandeza para facilitar o entendimento. Onde está a genialidade, onde está o bom senso? Aqui, o que se vê é umha grande inconsistência. E também umha grande mesquinhez quando se defende com argumentos teimosos privilégios indignantes. Essas atitudes pouco contribuem com a construçom de umha atmosfera de paz. Entom, os diálogos servem para que?</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso entender que este nom é um processo de submissom, mas de construçom de paz. Nom se trata de umha incorporaçom da insurgência ao sistema político vigente, assim como está, sem que se opere nengumha mudança a favor das maiorias excluídas. Entom, qual foi o intuito da luita? O melhor epílogo desta guerra deve ser rubricado por mudanças estruturais no político, económico e social que propiciem a superaçom da pobreza e da desigualdade.</p>
<p style="text-align: justify;">Temos que defender este processo de paz, esta esperança. Todos, resolutamente, governo, guerrilha das FARC e as organizaçons sociais e políticas do país, devem somar vontades para alcançar, após décadas de confronto bélico, a ansiada reconciliaçom com justiça social. O que nos importa Uribe e Fedegan se estamos determinados a alcançar a paz?</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;">Secretariado do Estado Maior Central das FARC-EP</span></p>
<p style="text-align: justify;">Montanhas da Colômbia, 7 de junho de 2013</p>
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		<title>Trasancos, Eume e Ortegal estám convocadas amanhá a secundar nova greve geral</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jun 2013 10:42:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Em destaque]]></category>

		<category><![CDATA[Nacional]]></category>

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As organizaçons sindicais CCOO, UGT, USTG e o sindicato nacional e de classe CIG, convocam aos trabalhadores e trabalhadoras das comarcas de Trasancos, Eume e Ortegal a umha jornada de greve geral esta quarta-feira 12 ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="thickbox" title="fotografia-2-2" rel="same-post-14006" href="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2013/06/fotografia-2-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-14007" title="fotografia-2-2" src="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2013/06/fotografia-2-2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">As organizaçons sindicais CCOO, UGT, USTG e o sindicato nacional e de classe CIG, convocam aos trabalhadores e trabalhadoras das comarcas de Trasancos, Eume e Ortegal a umha jornada de greve geral esta quarta-feira 12 de junho, perante a dramática situaçom que está a viver a classe trabalhadora nestas comarcas.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-14006"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A jornada de luita culminará com umha manifestaçom que sairá às 12:00hs da ferrolana praça do Inferninho.</p>
<p style="text-align: justify;">Sob a legenda &#8220;Ferrol exige soluçons&#8221; as organizaçons convocantes pretendem fazer um chamamento ante a situaçom de emergência social que vivem estas comarcas do noroeste de Galiza.</p>
<p style="text-align: justify;">Se bem é certo que a situaçom que vivem estas três comarcas respondem a um plano iniciado nos anos oitenta, com o desmantelamento do setor naval por parte do governo do PSOE e que foi continuado posteriormente polos governos do PP -e que mesmo contou com o aval do sindicalismo espanhol em diferentes etapas-, nos últimos anos agravou-se por mor da nova crise do sistema capitalista.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim os diferentes programas de reindustrializaçom finalmente ficárom em planos de especulaçom empresarial com subsídios que apenas servirom para a criaçom de emprego e sim para o enriquecimento duns poucos a costa de fundos públicos. As promessas eleitorais imcumpridas traduzirom-se novamente num drama social que dura já muitas décadas e necessita, ao igual que o resto do País, de respostas contundentes e continuadas mediante umha estratégia de luita permanente e encadeada.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;">Sobram motivos para secundar a greve geral</span></p>
<p style="text-align: justify;">A perda de populaçom desde os anos oitenta chega a perto das 20.000 pessoas na cidade de Ferrol, às que devemos acrescentar mais 15.000 pessoas das comarcas de Trasancos, Eume e Ortegal.</p>
<p style="text-align: justify;">Umha taxa de desemprego que se duplicou no último ano, e que já supera 32%, e que longe de disminuir, se acrescenta dia após dia com o feche de empresas, 26 no último ano, ou a aplicaçom de expedientes de regulaçom de emprego, 14 no que vai de ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Umhas condiçons laborais que se vam deteriorando a passos agigantados, e que fai que por exemplo Ferrol, seja das sete grandes cidades galegas, a que menores ingressos tenha por unidade familiar.</p>
<p style="text-align: justify;">Umha juventude sem presente e futuro laboral que só acha no drama da emigraçom a saída a esta situaçom.</p>
<p style="text-align: justify;">Som portanto muitos os motivos que existem tanto nestas comarcas como no resto de Galiza para a convocatória de novas jornadas de luita.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeira Linha participará ativamente na greve geral no seio da CIG e de NÓS-UP, a corrente da esquerda independentista e socialista na que estamos inseridos as comunistas galegas.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Manifesto internacional contra criminalizaçom das luitas populares no México e em solidariedade com o PCM</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jun 2013 11:29:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[México]]></category>

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Expressamos a nossa condena o Governo da Cidade de México polo cerco policial imposto à mobilizaçom do Partido Comunista do México o passado Primeiro de Maio.

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			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="thickbox" title="juventudcomunistamexico" rel="same-post-14003" href="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2013/06/juventudcomunistamexico.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-14004" title="juventudcomunistamexico" src="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2013/06/juventudcomunistamexico.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Expressamos a nossa condena o Governo da Cidade de México polo cerco policial imposto à mobilizaçom do Partido Comunista do México o passado Primeiro de Maio.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-14003"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Com isto o Governo de Mancera confirma que está inscrito na mesma lógica repressiva que o Governo Federal de Peña Nieto, e do anterior Governo de Calderón. Nom é casual que o PRD, conforme junto o PRI e o PAN esse suprapartido governamental que se chama &#8220;Pacto polo México&#8221;, como nom é que o atual titular da Comissom Nacional de Segurança do Gabinete de Peña Nieto seja Manuel Mondragón, quem tinha sido proposto para cargo similar por López Obrador.</p>
<p style="text-align: justify;">O Governo de Mancera na Cidade de México dá continuidade à gestiom de Ebrard, López Obrador, Rosario Robles e Cárdenas, que se caraterizárom pola repressom às organizaçons sociais e pola criminalizaçom dos protestos populares. Essa é também a caraterística das administraçons do PRD em outras entidades, por exemplo em Guerrero, onde o governador Aguirre repreme aos trabalhadores da educaçom.</p>
<p style="text-align: justify;">O PRD, supostamente de esquerda, mostra assim o seu verdadeiro rosto e os interesses que representa. Em matéria económica e social a sua gestom tem estado totalmente pregada às privatizaçons e políticas para desvalorizar o trabalho; exercendo a sua restriçom das liberdades públicas e do direito de manifestaçom em nada se diferença da direita, embora em espaços internacionais como o Foro de São Paulo, insista en apresentar-se como a alternativa de esquerda.</p>
<p style="text-align: justify;">Chamamos a atençom sobre o crescente aumento da tendência repressiva contra o povo do México empregando o exército federal e militarizando a polícia, assim como a reduçom de facto das liberdades democráticas, do direito a manifestaçom, livre tránsito, e a simulaçom da liberdade de expressom, controlada polos monopólios da televisom.</p>
<p style="text-align: justify;">Expressamos a nossa solidariedade o PCM, que vem sendo estigmatizado como terrorista por ser conseqüente com a identidade comunista e por praticar o internacionalismo proletário. Expressamos a nossa solidariedade com o povo de México, que conforme a sua história, brega por umha vida melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">
Miguel Urbano Rodrigues, escritor, Portugal.<br />
Istvan Meszaros, professor universitário, Inglaterra.<br />
Jorge Beinstein, economista, Argentina.<br />
Carlos Casanueva, Secretario Executivo do Movimento Continental Bolivariano.<br />
Marco Riquelme, Movimento Patriótico Manuel Rodriguez, Chile.<br />
Nestor Kohan, inteletual, Argentina.<br />
Amilcar Figueroa, ex -Presidente Alterno do Parlamento Latinoamericano, Venezuela.<br />
Annie Lacroix-Riz, professor emérito de história contemporánea da universidade de Paris-VII.<br />
Georges Gastaud, filósofo, secretário nacional do PRCF.<br />
Pierre Pranchère, velho deputado comunista, antigo resistente FTPF<br />
Jean Salem, inteletual, França.<br />
Leila Ganem, socióloga, Libano.<br />
Angeles Maestro, dirigente política, Estado espanhol.<br />
Xavier Robles, escritor, cineasta, México.<br />
Guadalupe Ortega, escritora, produtora, cineasta, México.<br />
Carlos Morais, secretario geral de Primeira Linha, Galiza.<br />
Remy Herrera, economista, França.<br />
Marina Minicuci, jornalista, Itália.<br />
Nikos Seretakis, Grécia.<br />
Rui Namorado Rosa, professor universitário, Portugal.<br />
Filipe Diniz, arquiteto, Portugal.<br />
José Paulo Gascão, politólogo, Portugal.<br />
Manuel Sa Marques, médico, Portugal.<br />
Silvestre Lacerda, arquiveiro, Portugal.<br />
Cristina Nogueira, professora, Portugal.<br />
Carlos Lopes Pereira, jornalista, Portugal.<br />
Jose Pedro Rodrigues, jornalista, Portugal.<br />
Jorge Figueiredo, economista, Diretor de Resistir.info, Portugal.<br />
Quintino de Barros, médico, Suiça.<br />
Victor Quijada, Presidente Sindicato Asociación Chilena de Seguridad.<br />
Ignacio Gajardo, dirigente dos Cordones Secundarios de Chile.<br />
Léon Landini, ancien officier des Francs-Tireurs et Partisans de la Main-d&#8217;œuvre Immigrée.<br />
Daniel Antonini, Antoine Manessis, responsáveis da commissom internacional do PRCF.<br />
Gilbert Remond, educador especializado.<br />
Fadi Kassem, professor de história.<br />
Eric Macia, jurista.<br />
Nicole Remmery, médico psiquiatra.<br />
Désiré Marle, militante internacionalista.<br />
John Catalinotto, dirigente político, EEUU.<br />
Vicente Romano García, catedrático reformado e escritor, Estado espanhol.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Polo direito a decidir</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jun 2013 17:18:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Opiniom]]></category>

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		<description><![CDATA[lduara Medranho
Sou mae, sou filha, sou mulher! Tenho direitos, direitos conseguidos por séculos de luita feminista, das luitas de muitas mulheres ao largo da história que fôrom marginalizadas, condenadas ao ostracismo, queimadas, massacradas, fusiladas, por ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a class="thickbox" title="csc_0036" rel="same-post-13997" href="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2013/06/csc_0036.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-13999" title="csc_0036" src="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2013/06/csc_0036-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>lduara Medranho</p>
<p style="text-align: justify;">Sou mae, sou filha, sou mulher! Tenho direitos, direitos conseguidos por séculos de luita feminista, das luitas de muitas mulheres ao largo da história que fôrom marginalizadas, condenadas ao ostracismo, queimadas, massacradas, fusiladas, por defenderem precisamente, os seus (os nossos) próprios direitos.</p>
<p style="text-align: justify;">Sou mae porque decidim sê-lo, sou filha porque a minha mae decidiu ter filhas, sou mulher e nom podo calar perante o retrocesso dos meus direitos.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada dia temos que sofrer todo o tipo de vexames, maus tratos, assassinatos, violaçons, mutilaçons e um largo et cétera, a Igreja, o machismo, as instituiçons patriarcais, querem ditar os nossos direitos, som eles os que querem decidir por nós.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas eu, como muitas outras mulheres, nom fico calada, saio à rua, protesto, autoorganizo-me, fago-lhes frente.</p>
<p style="text-align: justify;">O direito a decidir o que fás com o teu próprio corpo só te corresponde a ti, mulher!</p>
<p style="text-align: justify;">Sou eu a que decido abortar, sou eu a que vou sofrer um aborto clandestino, sou eu a que vou pôr em perigo a minha vida, sou eu a que tenho que conseguir o dinheiro necessário para poder abortar. Ninguém vai fazer todo isso por mim, sou eu a que tenho que fazê-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">Porque se sou eu a que sofre as conseqüências de um aborto, tem que vir o ministro de serviço decidir por mim? Porque o integrismo católico tem que decidir por mim?</p>
<p style="text-align: justify;">Pois na verdade sempre foi assim, as mulheres temos umha sexualidade negada por séculos de integrismo católico, como se os nossos órgaos sexuais estivessem postos aí com simples fim de reproduçom da espécie, e nom para desfrutar, para conseguir prazer.</p>
<p style="text-align: justify;">Sou mae, sou filha, sou mulher e por isso tenho que berrar alto e claro:</p>
<p style="text-align: justify;">Aborto livre e gratuito na sanidade pública!!<br />
Sexualidade nom é maternidade, parir nom é o destino da mulher!!</p>
<p style="text-align: justify;">Vigo, Galiza, 31 de maio de 2013</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>As FARC-EP, meio século de luta pela paz</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jun 2013 12:26:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Opiniom]]></category>

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		<description><![CDATA[Miguel Urbano
Os Diálogos para a Paz entre as FARC e o governo colombiano chegaram a um importante acordo sobre a Reforma Agrária. O difícil processo negocial prossegue. As FARC estão conscientes de que a conquista ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="thickbox" title="miguelurbano1" rel="same-post-13995" href="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2012/10/miguelurbano1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-13258" title="miguelurbano1" src="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2012/10/miguelurbano1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Miguel Urbano</p>
<p>Os Diálogos para a Paz entre as FARC e o governo colombiano chegaram a um importante acordo sobre a Reforma Agrária. O difícil processo negocial prossegue. As FARC estão conscientes de que a conquista da Paz é inseparável do desmantelamento da oligarquia que utiliza o Estado como instrumento da sua política de classe, marcada por uma repressão feroz.<br />
<img src="http://www.odiario.info/wp-content/themes/default/images/raya_pret.gif" alt="" width="100%" height="1" /></p>
<p>O comunicado conjunto divulgado em Havana no dia 26 de maio pelas delegações das Forças Armadas Revolucionarias da Colômbia-Exercito Popular e do governo de Bogotá assinalou a abertura de um novo ciclo dos Diálogos para a Paz iniciados naquela cidade.<br />
Após seis meses de conversações difíceis, os representantes da guerrilha e do executivo colombiano assinalaram um acordo para uma «Reforma Rural Integral», primeiro ponto da Agenda em debate.</p>
<p>O documento prevê transformações radicais no mundo agrário. A maioria das principais exigências das FARC foi aprovada. Entre elas as relativas ao acesso e uso da terra, à formalização da propriedade, às terras improdutivas, aos programas de desenvolvimento social (educação, habitação, erradicação da pobreza), ao estímulo à produção agropecuária, ao Fundo de Terras para a Paz, ao ambiente.<br />
No dia 11 de Junho as delegações iniciam a discussão do segundo ponto da Agenda: a Participação Política, que envolve o tema crucial da Democracia.</p>
<p>O presidente Juan Manuel Santos afirmou estar empenhado na continuação do processo «com prudência e responsabilidade».<br />
Numa Declaração emitida simultaneamente em Havana, as FARC-EP consideram positivo o acordo alcançado sobre a Reforma Agrária, mas alertam para as dificuldades do diálogo na Mesa de Negociações sobre os restantes pontos da Agenda, nomeadamente os relativos à droga, ao cessar-fogo e armamentos e à reintegração das populações expulsas dos seus territórios.</p>
<p>As FARC estão conscientes de que a conquista da Paz é inseparável do desmantelamento da oligarquia que utiliza o Estado como instrumento da sua política de classe, marcada por uma repressão feroz.</p>
<p>É significativo que enquanto cresce o apoio popular às iniciativas do Movimento Colombianos para a Paz, liderado pela ex senadora Piedad Córdoba, alguns ministros - entre eles Fernando Carrillo, o do Interior - falam outra linguagem, sugerindo o fim das conversações se até ao Natal não for assinado um Acordo Global.</p>
<p>O alto comando das Forças Armadas também se empenha em sabotar os debates de Havana - apoiados pela Noruega e Cuba- intensificando a guerra. Os 50 drones - os aviões assassinos sem piloto - recentemente adquiridos já teriam sido utilizados em bombardeamentos em La Macarena, Orito, Saravena e Catatumbo.</p>
<p>A posição de Barack Obama é, como habitualmente, ambígua e hipócrita. Diz apoiar os diálogos para a Paz, mas envia o vice Joe Binden a Bogotá para derramar elogios sobre o governo da Colômbia, seu melhor aliado na América Latina, e expressar ali o desejo dos EUA de aderirem à chamada Aliança do Pacifico. Cabe esclarecer que essa estranha Aliança foi concebida em Washington para funcionar como contraponto ao Mercosul. Integram-na por ora o México, o Chile, a Colômbia e o Peru, países cujos governos desenvolvem políticas de submissão ao imperialismo estado-unidense.</p>
<p>O apoio militar à guerra contra as FARC-EP prossegue. Os EUA, que já investiram mais de oito mil milhões de euros no financiamento do Plano Colômbia, instalaram no país sete novas bases militares desde o início da Administração Obama.</p>
<p>MEIO SÉCULO DE LUTA</p>
<p>Ao contrário da imagem edénica de país próspero em acelerado desenvolvimento pela ação de um governo democrático e progressista, imagem que Juan Manuel Santos difundiu na sua visita a Portugal, a situação na Colômbia continua a degradar-se.</p>
<p>O paramilitarismo permanece impune com raras exceções. A corrupção desenfreada e a miséria, na capital e nas grandes cidades, alastram. As mais numerosas e bem equipadas forças armadas da América Latina- meio milhão de militares - absorvem uma fatia colossal do orçamento. A fome, endémica em muitas regiões, atinge oito milhões de pessoas. 15 000 crianças morrem anualmente antes dos cinco anos por desnutrição Dirigentes sindicais são assassinados rotineiramente todos os meses. Mas o número de multimilionários aumenta a cada ano numa das sociedades mais desiguais do mundo.</p>
<p>As FARC-EP, fundadas em Marquetalia apos combates épicos na rutura de um cerco, acabam de comemorar 49 anos de existência e de luta ininterrupta.</p>
<p>Incluídas pela União Europeia e pela ONU na lista de organizações terroristas, caluniadas, acusadas de narcotraficantes por um presidente, Álvaro Uribe, que foi aliado de Pablo Escobar, o rei da coca, as FARC assumem-se como organização revolucionária, marxista-leninista.<br />
«Somos povo - afirmam - que empunha as armas contra as armas do poder e contra a repressão».<br />
Moderadamente otimistas, tudo fazem para que as conversações de Havana permitam a concretização das aspirações de paz do povo colombiano.</p>
<p>Mas não esquecem que uma das cláusulas da Agenda estabelece que o Acordo Geral de Paz somente será possível se todos os pontos neles incluídos forem aprovados. A rejeição de qualquer deles implicaria a anulação dos demais.</p>
<p>Por si só, essa exigência é esclarecedora da falta de transparência e da má-fé que têm sido permanentes nas posições dos delegados do governo na Mesa de Negociações.</p>
<p>Hoje, como sempre, as FARC-EP defendem uma solução política cujo desfecho seja uma Paz definitiva numa Colômbia democrática.<br />
Elas acreditam como Bolivar que as Forças Armadas devem ser o povo em armas, um instrumento de defesa da soberania nacional. Usa-las contra o povo, como acontece na Colômbia, é um crime monstruoso.</p>
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		<title>CIG celebrou VI Congresso Nacional</title>
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		<pubDate>Thu, 30 May 2013 13:28:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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&#8220;É necessário. É possível. Organizaçom, luita e soberania&#8221; foi a legenda escolhida para realizaçom do VI Congresso Nacional da CIG que decorreu em Compostela 25 e 26 de maio.


O acordo ao que chegárom a prática ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="thickbox" title="13-05-25-vi-congreso-001grande-e1369649972544" rel="same-post-13990" href="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2013/05/13-05-25-vi-congreso-001grande-e1369649972544.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-13991" title="13-05-25-vi-congreso-001grande-e1369649972544" src="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2013/05/13-05-25-vi-congreso-001grande-e1369649972544.jpg" alt="" width="360" height="239" /></a></p>
<p>&#8220;É necessário. É possível. Organizaçom, luita e soberania&#8221; foi a legenda escolhida para realizaçom <a href="http://www.galizacig.com/avantar/taxonomy/term/8098">do VI Congresso Nacional da CIG que decorreu em Compostela 25 e 26 de maio.</a></p>
<p><span id="more-13990"></span></p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/CBzafOgw1nY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O acordo ao que chegárom a prática totalidade das correntes que trabalham de forma organizada na central sindical nacional e de classe, para confecionar candidaturas unitárias aos diferentes organismos, provocou que apenas houvesse debate ideológico, facto que se ve refletido no baixo número de emendas apresentadas aos diferentes documentos a debate. A aprovaçom do informe de gestom dos últimos quatro anos seguiu a mesma linha, e contou com um respaldo de perto do 87% e tam só com certas críticas locais.</p>
<p>Assim as jornadas de debate apenas mudárom os textos apresentados inicialmente. Como aspectos mais relevantes cabe assinalar a aprovaçom dumha emenda que vai introduzir a nível estatutário o direito a organizar-se em correntes sindicais dentro da CIG, e que nom fai mais que plasmar umha realidade que já era inerente à própria central sindical desde o seu nascimento.</p>
<p>Também se vam a introduzir algunhas mudanças na organizaçom da mocidade obreira, e se bem nom se aplicará o princípio de auto-organizaçom da juventude dentro da CIG, supom um pequeno avanço pois passará-se das estruturas atuais tuteladas, a outras nas que se bem serám jovens menores de 30 anos os responsáveis tanto a nível comarcal, setorial ou nacional, a eleiçom dos mesmos dependerá dos quadros sindicais de até 30 anos.</p>
<p>Durante as duas jornadas boa parte das intervençons centrarom-se no repasso a linha sindical defendida durante os últimos anos e na defesa dum sindicalismo combativo e nom pactista, que preste especial atençom aos segmentos populares mais agredidos: desempregadas/os, jovens, mulheres ou os reformados/as, assim como a pessoas afectadas polos despejos bancários ou as preferentes.</p>
<p><strong>Soberania nacional</strong></p>
<p>A opressom nacional da Galiza também estivo moi presente e ligada à questom de classe. Tanto os próprios textos como as intervençons centrarom-se na reclamaçom de mais soberania para Galiza e o direito a decidir das galegas e galegos, com o objetivo de criar um Estado próprio. Nesta linha cabe destacar umha emenda feita ao relatório de açom sindical na que se aprovou enquadar a CIG dentro do movimento de libertaçom nacional galego em substituiçom da CIG como parte do movimento nacionalista galego.</p>
<p><strong>Maior combatividade</strong></p>
<p>A valorarizaçom positiva da linha sindical seguida pola CIG os últimos quatro anos, que refletiam as intervençons da direçom da CIG e do próprio secretário geral, Suso Seixo, choca com a opiniom de qualificados setores de militantes que precisamente reclamárom umha maior combatitividade por parte da central sindical, ou umha linha de continuidade nas jornadas de luita e greves gerais, num momento no que estamos perante o maior ataque nos últimos trinta anos contra a classe trabalhadora deste país.</p>
<p><strong>Nova Executiva Confederal e resoluçons</strong></p>
<p>O VI Congresso rematou com a eleiçom da nova Executiva Confederal, e a releiçom de Suso Seixo como secretário geral. Posteriormente fôrom aprovadas diversas resoluçons, a favor dos serviços públicos, do ensino, da nossa língua, da situaçom dos presos independentistas galegos, em contra dos macro-projetos de exploraçom mineira, em prol da Greve Comarcal em Trasancos o dia 12 de junho&#8230;</p>
<p><strong>NÓS-UP entre as organizaçons convidadas no ato de clausura</strong></p>
<p>Destacar o importante número de delegaçons sindicais de ámbito internacional convidadas que participárom no ato de encerramento. 26 organizaçons obreiras tanto de Portugal, Euskal Herria, Catalunya, e outros países da Europa, Canárias, América, África, assim como da FSM (Federaçom Sindical Mundial) ou a CSPLP (Confederação Sindical dos Países de Língua Portuguesa). No caso de Galiza participárom um total de 25 delegaçons representando organizaçons políticas, sociais ou culturais, entre as que cabe sinalar a participaçom, por primeira vez num congresso nacional da CIG , de NÓS-UP, que foi recebida com gritos de independência por parte dos delegados e delegadas que participárom no ato de encerramento.</p>
<p>Com a interpretaçom do nosso hino nacional por parte dos centenares de trabalhadores e trabalhadoras que lotavam as instalaçons do Paço de Congressos finalizou VI Congresso Nacional da CIG.</p>
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		<title>Proletariado ferrolano corta tránsito com barricadas na Ponte das Pias</title>
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		<pubDate>Thu, 30 May 2013 13:09:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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A 13 dias para que decorra em menos de um ano a segunda Greve Comarcal em Trasancos, Eume e Ortegal ,o lume das barricadas ilumina o caminho da luita obreira.

A agónica situaçom que vive a ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="thickbox" title="fotografia-3" rel="same-post--1369919187" href="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2013/05/fotografia-3.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-13985" title="fotografia-3" src="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2013/05/fotografia-3-1024x768.jpg" alt="" width="368" height="277" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A 13 dias para que decorra em menos de um ano a segunda Greve Comarcal em Trasancos, Eume e Ortegal ,o lume das barricadas ilumina o caminho da luita obreira.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-13986"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A agónica situaçom que vive a comarca de noroeste da Galiza, com umha taxa de desemprego de 32%, reflite-se nos mais de 2.200 trabalhadores/as despedidos na industria auxiliar do naval, que se acrescenta à falta de carga de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Passadas as 10.30h, a volta de 3.000 trabalhadores e trabalhadoras de Navantia e operári@s das empresas auxiliares saiam dos centros de trabalho de Ferrol e Fene para confluir passadas as 11.15h na Ponte de As Pias.</p>
<p style="text-align: justify;">Várias carrinhas de <em style="font-style: italic;">antidistúrbios</em> esperavam aos operários e operárias diante do prédio das Telheiras, no bairro de Carança, onde a Agência Tributária espanhola tem a sua delegaçom local.</p>
<p><embed type="application/x-shockwave-flash" src="https://static.googleusercontent.com/external_content/picasaweb.googleusercontent.com/slideshow.swf" width="400" height="267" flashvars="host=picasaweb.google.com&#038;hl=pt_PT&#038;feat=flashalbum&#038;RGB=0x000000&#038;feed=https%3A%2F%2Fpicasaweb.google.com%2Fdata%2Ffeed%2Fapi%2Fuser%2F112591650855332698931%2Falbumid%2F5883760060757277857%3Falt%3Drss%26kind%3Dphoto%26hl%3Dpt_PT" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer"></embed></p>
<p style="text-align: justify;">Ao chegar à rotunda do Diapasom a  mobilizaçom bifurcou-se para cortar as duas faixas de rodagem de entrada e saída à cidade departamental e colapsar a entrada a Ferrol por Fene.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Onde estám, nom se vem os contratos do PP&#8221;, &#8220;Greve Geral&#8221;, &#8220;Sem trabalho, sem o dique, a comarca vai-se a pique&#8221; fôrom algumhas das palavras de ordem que se puiderom ouvir durante a mobilizaçom.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o percurso realizarom-se duas pintadas na estrada de grandes dimensions com as legendas &#8220;SOS Naval&#8221; e &#8220;Flotel já!&#8221; pouco antes de dar-lhe lume à primeira das barricadas na via de entrada às Pias desde o Polígono da Gándara.</p>
<p style="text-align: justify;">Umha maré proletária avançou caminho à ponte da velha entrada a Ferrol, com o pórtico de Navantia-Fene ao fundo, onde esperavam os operários e operárias do asteleiro fenês.</p>
<p style="text-align: justify;">No ponto de encontro dava-se lume a umha segunda barricada de pneus onde se queimarom vários bonecos com as caroutas de Rajói, Feijó e Rei Varela, atual presidente da Cámara de Ferrol.</p>
<p style="text-align: justify;">Posteriormente os trabalhadores e trabalhadoras voltarom em manifestaçom aos centros de trabalho dando por finalizada a mobilizaçom mas nom a jornada reivindicativa.</p>
<p style="text-align: justify;">A blindagem das forças represivas espanholas tentarám evitar que as justas reivindicaçons dos trabalhadores e trabalhadoras do naval nom interfiram no Pleno Municipal de Ferrol conocada para esta tarde</p>
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		<title>Governo húngaro proibe definiçom comunista e censura Marx, Engels e Lenine</title>
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		<pubDate>Thu, 30 May 2013 12:58:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>

		<category><![CDATA[anticomunismo]]></category>

		<category><![CDATA[engels]]></category>

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A vaga reacionária e anticomunista que se desenvolve nalguns dos Estados que formárom parte da área de influência da Uniom Soviética prossegue. Em países como a Estonia, Letónia, República Checa, Lituania, Roménia os partidos comunistas estám ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a class="thickbox" title="MONGOLIA LENIN" rel="same-post-13981" href="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2013/05/lenin.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-13982" title="MONGOLIA LENIN" src="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2013/05/lenin.jpg" alt="" width="336" height="216" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A vaga reacionária e anticomunista que se desenvolve nalguns dos Estados que formárom parte da área de influência da Uniom Soviética prossegue. Em países como a Estonia, Letónia, República Checa, Lituania, Roménia os partidos comunistas estám prohibidos, tivérom que mudar por lei a sua simbologia (fouce e martelo) ou devem superar obstáculos insalváveis para agir na legalidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-13981"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O extremo chega ao paroxismo da República Checa onde a marca de cerveja holandesa Heineken nom pode comercializar os seus produtos com a estrela vermelha.</p>
<p style="text-align: justify;">Polo seu interesse difundimos a nota informativa do PCOH, agora denominado Partido Operário Húngaro <a href="http://www.munkaspart.hu/" target="_blank">http://www.munkaspart.hu/</a>, assinada por Gyula Thürmer, Presidente do Partido Comunista Operário Húngaro.</p>
<p style="text-align: justify;">O Partido Comunista Operário Húngaro realizou o seu 25º Congresso Extraordinário em 11 de maio de 2013, em Budapest. Nele, mudamos o nome do partido. Agora a nossa organizaçom se chama Partido Operário Húngaro. A mudança de nome do partido nom significa nengumha mudança política nem ideológica. Queremos continuar a nossa luita contra o capitalismo abertamente e nom forçados à ilegalidade. Por isso o Congresso modificou o nome do partido para permitir o seu registro como Partido Operário Húngaro. Ainda que tenha mudado o nosso nome, os nossos princípios nom mudárom. Seguimos sendo um partido marxista-leninista e comunista em luita contra o capitalismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Fomos obrigados a reunir este Congresso porque o governo húngaro lançou um novo ataque, muito sério, contra o partido. Em 19 de novembro do ano passado, o parlamento em Budapest adotou um novo estatuto proibindo o uso público de nomes ligados aos &#8220;regimes autoritários do século XX&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta lei entrou em vigor no dia 1º de janeiro deste ano. De acordo com a Constituiçom Húngara e a política do governo atual, os &#8220;regimes autoritários&#8221; som a ditadura fascista de Ferenc Ssalasi, que existiu entre outubro de 1944 e abril de 1945, e todos os governos da construçom socialista entre 1948 e 1990. Notem que nom se inclui a ditadura de Myklos Horthy de 1919 a 1944.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com isso, nengum partido político, companhia, meio de comunicaçom, rua, praça ou lugar público pode incluir o &#8220;nome de pessoas que tenham jogado um papel dirigente na fundaçom, desenvolvimento ou manutençom dos regimes autoritários do século XX, nem palavras, nem expressons, nem nomes de organizaçons que podam relacionar-se diretamente com os regimes autoritários do século XX&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso significa que as 43 ruas Lenine, 36 ruas Karl Marx e seis rua Estrela Vermelha fôrom rebatizadas. Também o serám as 44 ruas Libertaçom, que comemoram a libertaçom da Hungria do facismo hitleriano, e as 53 ruas Endre Sagvari, que honram o mártir antifascista mais importante da Hungria, assassinado em 1944 pola polícia fascista. O seu nome nom se deve mencionar. Todas as ruas Exército Popular, Frente Popular e República Popular devem desaparecer. A conhecida Praça Moscovo em Budapest foi rebatizada recentemente.</p>
<p style="text-align: justify;">Com efeito, o uso público de palavras e categorias tais como &#8220;comunista&#8221;, &#8220;socialista&#8221;, &#8220;libertaçom&#8221; e muitas outras tornaro-sem ilegais.</p>
<p style="text-align: justify;">Porque as forças pró-capitalistas atacam o nosso partido? Porque a Hungria está em crise. Quase 500 mil pessoas estam oficialmente registradas como desempregadas, algo mais que 11% da força de trabalho. Umha quantidade parecida de jovens trabalham em outros países da Uniom Europeia, principalmente Gram Bretanha, Austria e Alemanha, porque nom encontram emprego no seu país. Ainda assim, a taxa de desemprego juvenil (menores de 25 anos) na Hungria está em mais de 28%.</p>
<p style="text-align: justify;">O governo do partido Fidesz -Uniom Cívica Húngara- dirigido polo primeiro ministro Viktor Orban conhece bem estes dados, enquanto proclama o &#8220;milagre económico&#8221;. A realidade é que muita gente do povo está em situaçom pior, mais do que nunca.</p>
<p style="text-align: justify;">As forças capitalistas na Hungria sabem muito bem que somente o nosso partido propom umha alternativa real ao desemprego massivo, à pobreza e à ocupaçom colonial da Hungria polas companhias multinacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada vez mais gente desperta e da-se conta que nom só os governos capitalistas som responsáveis pola sua difícil situaçmo, mas, que é o sistema capitalista em geral que nom funciona, ao menos para eles. Também apreciam que os comunistas húngaros estamos ao lado dos trabalhadores. O nosso partido tem acumulado um considerável capital moral na nossa sociedade.</p>
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		<title>Mobilizaçons populares contra a economia de enclave</title>
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		<pubDate>Wed, 29 May 2013 12:21:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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Vindoura fim de semana tenhem lugar em Ponte Vedra, Marim e Compostela duas importantes mobilizaçons contra o modelo de economia de enclave que impossibilita um desenvolvimento endógeno e autocentrado.

Marcha contra Ence-Elnosa
Sábado 1 de junho às ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="thickbox" title="cartaz-manifestacion-20130602-contraminaccion-galiza-non-e-unha-mina-571x800" rel="same-post--1369829912" href="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2013/05/cartaz-manifestacion-20130602-contraminaccion-galiza-non-e-unha-mina-571x800.jpg"><img class="size-full wp-image-13978 alignleft" title="cartaz-manifestacion-20130602-contraminaccion-galiza-non-e-unha-mina-571x800" src="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2013/05/cartaz-manifestacion-20130602-contraminaccion-galiza-non-e-unha-mina-571x800.jpg" alt="" width="206" height="288" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Vindoura fim de semana tenhem lugar em Ponte Vedra, Marim e Compostela duas importantes mobilizaçons contra o modelo de economia de enclave que impossibilita um desenvolvimento endógeno e autocentrado.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-13979"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;">Marcha contra Ence-Elnosa</span></p>
<p style="text-align: justify;">Sábado 1 de junho às 19.30 horas partirá das alamedas de Marim e Ponte Vedra a tradicional marcha contra as celuloses promovida pola APDR. A mobilizaçom deste ano tem lugar numha conjuntura política na que a aprovaçom da lei de costas permitirá ao governo espanhol a renovaçom da concessom desta poluinte e perigosa indústria, e portanto a permanência do complexo de Ence-Elnosa em Louriçam mais alá de 2018.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://nosgaliza.org/prova2/?p=2876">NÓS-UP apela a secundar esta marcha num comunicado público no que denuncia que &#8220;a sucursal autonómica do PP, com Feijó à cabeça e esquecendo o programa eleitoral e as múltiplas declaraçons realizadas contra a continuidade de ENCE em Louriçám, nom descarta apoiá-la&#8221;.</a></p>
<p style="text-align: justify;">O manifesto da Unidade Popular afirma que &#8220;Realmente a ninguém surpreende isto, todas e todos sabemos que o PP e ENCE som unha e carne, nom por acaso ex-ministras como Isabel Tocino e outros antigos altos cargos fam parte da sua direçom. Como sempre, o PP defende e defenderá os interesses de grandes empresários e banqueiros, nom os da maioria social.</p>
<p style="text-align: justify;">Isto aclara o panorama e situa cada quem no seu lugar numha luita à que ainda lhe restam muitas batalhas. Todo o mundo sabe que ENCE é umha hipoteca para o entorno da Ria de Ponte Vedra, umha lousa económica e ambiental para a comarca mas também para toda a Galiza, especialmente se falarmos dos nossos montes, condenados ao monocultivo do eucalipto e impedidos de um emprego diversificado e que gere muita mais riqueza e bem-estar&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold;">Manifestaçom nacional contra a mega-mineria</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Domingo 2 de junho às 12 horas na alameda da capital da Galiza tem lugar umha manifestaçom nacional convocada pola plataforma <em style="font-style: italic;">ContraMINAcción</em> que agrupa a um conjunto de plataformas, coletivos e coordenadores populares contrárias ao expólio e saqueio mineiro que promove o PP mediante o Plano Setorial de Atividades Extrativas (PSAEG).</p>
<p style="text-align: justify;">NÓS-UP é umha das organizaçons políticas da esquerda patriótica que apoia esta mobilizaçom apelando &#8220;o conjunto do povo trabalhador galego a mobilizar-se ativamente na defesa do nosso território e contra os planos de assalto e saqueio das multinacionais o nosso subsolo e solo com o beneplácito do governinho do PP&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Reproduzimos integramente o manifesto de apoio à mobilizaçom.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold;">Galiza nem se entrega nem se vende</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold;">PAREMOS O PLANO SETORIAL DE ATIVIDADES EXTRATIVAS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Governo da Junta da Galiza está a acelerar a entrega do nosso território às grandes multinacionais mineiras. Deste modo, o PP pretende converter a Galiza numha imensa mina a céu aberto.</p>
<p style="text-align: justify;">O Plano Setorial de Atividades Extrativas (PSAEG), apresentando recentemente polo governinho vende-pátrias de Feijó, pretende legalizar centenas de minas e canteiras, mas também conceder mais de meio milhar de novas licenças para assim facilitar que as grandes companhias transnacionais assaltem os nossos recursos mineiros por um punhado de euros, em troca de deixar poluiçom, desemprego, desolaçom e morte de comarcas inteiras.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold;">A aprovaçom do PSAEG significaria reforçar e aprofundar o rol que Espanha e o capitalismo internacional tem atribuído à Galiza como simples regiom produtora de matérias primas</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Contrariamente ao discurso falaz do imperialismo espanhol, a Galiza nom é um país pobre, sim um país empobrecido polo capitalismo espanhol.</p>
<p style="text-align: justify;">O processo em curso constata como se pretende saquear importantes recursos naturais existentes no nosso subsolo e solo. Ouro, prata, wolfram, andaluzita, feldespato, tantalita, cobre, chumbo&#8230; som alguns dos minerais que estám no objetivo de companhias canadianas, sul-africanas, francesas, británicas, etc, que conseguem suculentos acordos com a sucursal autonómica de Rajói, ao mais puro estilo centro-africano, financiando o seu partido e subornando a corrupta casta política que nos governa.</p>
<p style="text-align: justify;">As populaçons de algumhas das comarcas mais ameaçadas por esta política predadora, conscientes da pobreza a que vam ser submetidas polo castigo de macrominas que nom respeitam os habitantes nem o território, levam meses a denunciar os planos de saqueio que a Junta quer implementar.</p>
<p style="text-align: justify;">A Serra do Galinheiro, Costa da Morte, Bergantinhos, Límia, Baixo Minho, Marinha, Burom, Terra Návia-Eu, Viana, som algumhas das comarcas e territórios mais ameaçados. 62% dos concelhos estám no olho do furacám mineiro que temos que parar para evitar o roubo das nossas riquezas mediante aplicaçom de agressivas técnicas extrativas que destruirám milhares de hectares da naçom e condenarám milhares de pessoas ao desemprego.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold;">Só a movimentaçom popular permanente e encadeada poderá frear os devastadores planos que ameçam a viabilidade económica e o ecossistema da Galiza</strong>. É vital a convergência de todos os conflitos para atingir o que já conseguimos na década de 70, quando o movimento popular parou a instalaçom dumha central nuclear em Jove, a exploraçom irracional das Encrobas ou umha celulose em Monforte.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold;">É imprescindível luitar pola defesa do nosso território com visom estratégica. Há que dotar as luitas locais e comarcais de conteúdo e visom nacional, recuperando a perspetiva histórica</strong>. Só tendo nós, o povo galego, a plena soberania sobre o nosso território e os seus recursos, poderemos defender-nos da estreita visom curtoprazista e espoliadora da irracionalidade capitalista.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold;">Nom podemos obviar que o que atualmente sucede está interligado com essa conceçom colonial com que Espanha nos trata e condena</strong>. Com essas políticas espoliadoras que destruírom os nossos melhores vales e terras produtivas para construir barragens, com essas políticas que inçárom os nossos montes de eucaliptos para alimentar o complexo de Ence-Elnosa na ria de Ponte Vedra, com a instalaçom arbitrária de parques eólicos, de empresas de enclave enormemente poluentes, com a cimentaçom da costa, permitindo a construçom insensata.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, sem capacidade de decidirmos o nosso futuro, sem instituiçons próprias, sem um governo galego soberano, sem independência nacional, as ameaças prosseguirám e aumentarám as agressons.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;">Galiza nom é umha mina!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold;">Espanha e a UE som a nossa ruina!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold;">Soberania e independência nacional!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Galiza, 2 de junho de 2013</p>
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		<title>Programa Tático para a Rebeliom Popular</title>
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		<pubDate>Wed, 29 May 2013 12:17:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[ptrp]]></category>

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NÓS-Unidade Popular apresentou publicamente a versom em papel do PTRP. Este documento de 94 páginas sintetiza um conjunto de 502 medidas concretas divididas em 12 áreas (Direitos e liberdades individuais e coletivas, Economia e sociolaboral; ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="thickbox" title="p1018478-e1368712656278" rel="same-post-13974" href="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2013/05/p1018478-e1368712656278.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-13975" title="p1018478-e1368712656278" src="http://primeiralinha.org/home/wp-content/uploads/2013/05/p1018478-e1368712656278.jpg" alt="" width="360" height="270" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://nosgaliza.org/prova2/?p=2798">NÓS-Unidade Popular apresentou publicamente a versom em papel do PTRP.</a> Este documento de 94 páginas sintetiza um conjunto de 502 medidas concretas divididas em 12 áreas (Direitos e liberdades individuais e coletivas, Economia e sociolaboral; Saúde; Ensino; Serviços sociais; Vivenda, urbanismo, transporte e ordenaçom do território; Ambiente; Mulher; Juventude, Língua; Culturam, e finalmente Desporto.</p>
<p style="text-align: justify;">Está concebido como um programa de mínimos para um governo obreiro e popular, patriótico e feminista, emanado da ruptura democrática e de um processo constituinte galego.</p>
<p style="text-align: justify;">O documento de NÓS-UP foi elaborado com as contribuiçons do conjunto das entidades do MLNG, mas também com as valiosas achegas de colaboradores/as e simpatizantes que enviárom as suas sugestons durante os meses nos que a primeira versom provisória -inicialmente configurada por 466 medidas-, estivo pendurada na rede.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;">Documento tático inacabado</span></p>
<p style="text-align: justify;">O <a href="http://nosgaliza.org/prova2/wp-content/uploads/2013/05/PTRP-WEB-FINAL1.pdf">PTRP</a> está concebido como um programa provisório, com vocaçom aberta e integradora, e portanto inacabado.</p>
<p style="text-align: justify;">Como documento tático, elaborado para umha situaçom concreta num momento concreto, é umha proposta incompleta, aberta a sugestons e modificaçons que contribuam a completá-lo e aperfeiçoá-lo mediante &#8220;contributos da militáncia obreira, dos movimentos sociais, do associativismo, das ordens profissionais, das organizaçons sindicais e gremiais, das entidades desportivas, culturais, juvenis, de mulheres, ecologistas e ambientalistas, dos mais variados agentes sociais conscientes que a libertaçom do País e emancipaçom do povo trabalhador galego só será possível por meio da independência e o socialismo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;">GPS da esquerda independentista e socialista galega</span></p>
<p style="text-align: justify;">Tal como se recolhe na apresentaçom do PTRP o documento<strong> </strong>pretende ser o roteiro da esquerda independentista e socialista galega em relaçom às reivindicaçons e luitas do nosso povo e da nossa classe.</p>
<p style="text-align: justify;">PTRP agrupa centenares de propostas concretas, afastadas de abstraçons, para desenvolver, promover e implementar hoje, &#8220;para ocupar espaços de contrapoder, para guiar a nossa intervençons nas luitas populares, para a dotar de GPS à necessária organizaçom da rebeliom popular&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Greve Geral de 48 horas e Rebeliom Popular</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A multicrise que arrasta o Estado espanhol provoca graves e dramáticas conseqüências nas condiçons de vida da classe trabalhadora e do conjunto do povo, no endurecimento do centralismo espanholista que pretende a plena assimilaçom cultural e identitária para destruir a naçom galega, mas também o reforçamento do patriarcado mediante políticas involucionistas cristalizadas no retrocesso permanente e eliminaçom das conquistas e direitos atingidos pola luita das  mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;">Perante este cenário a realidade &#8220;demonstrou como esgotada e estéril a estratégia de pacto, conciliaçom e participaçom eleitoral que a imensa maioria da esquerda política e social emprega como um simples fetiche para reproduçom das suas elites&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal como enuncia a introduçom do PTRP a &#8220;experiência destas décadas só tem servido para blindar a ditadura da burguesia, a destruiçom da Galiza e a perpetuaçom do patriarcado&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto numha conjuntura onde é prioritário que amplos segmentos do povo trabalhador se decantem pola organizaçom e a luita, por ocupar as ruas e as praças, por desprender-se do medo e superar a resignaçom, a funçom do Programa Tático para a Rebeliom Popular é contribuir à construçom de &#8220;poder popular, de organizar um movimento de massas dotado de um programa tático flexível enquadrado nuns firmes princípios estratégicos&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O conjunto do MLNG deve investir mais energia na construçom de umha alternativa revolucionária para poder dar umha saída política à crise capitalista, pois tal como recolhemos da introduçom do PTRP &#8220;nem o capitalismo se pode reformar, nem Espanha vai permitir que nós, galegas e galegos, optemos livremente por construir o nosso futuro&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Deste modo a Greve Geral de 48 horas é a ferramenta tática para catalisar tantas energias dispersas e respostas parciais e intermitentes, fazendo-as confluir numha estratégia de luita permanente e encadeda onde a Rebeliom Popular esteja concebida como o mecanismo que facilitará gerar as condiçons sociais e políticas subjetivas que permitam quebrar a dependência e a exploraçom a que nos vemos submetidas como povo, classe e género.</p>
<p style="text-align: justify;">
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